3º Congresso Português de Alimentação e Autarquias [Ausência de MVMs]

Forum da Maia – dias 16 e 17 de Abril

“Depois do enorme sucesso das edições anteriores o congresso pretende reunir mais uma vez os diferentes profissionais que prestam serviços no contexto da alimentação ao serviço das autarquias portuguesas e trocar experiências.”…
A ANVETEM alerta os Colegas para o evento acima referido, que decorrerá no Forum da Maia, nos próximos dias 16 e 17 de Abril, sugerindo a todos osColegas MVMs cuja disponibilidade o permita, que nele participem.
A ANVETEM não pode deixar de registar a ausência (pelo menos aparente) no respectivo programa de qualquer intervenção ou palestra relacionada com a actividade dos Médicos Veterinários Municipais, neste contexto, que como todos sabemos vai desde o controlo dos refeitórios escolares, até ao controlo oficial (PACE) de locais de venda de carnes e seus produtos e pescado, passando também pelos veículos de transporte e venda de alimentos, dos operadores em feiras e mercados muncipais que vendem alimentos de origem animal, e ainda a vigilância aos estabelecimentos de restauração e bebidas.
O papel dos MVMs é também importante na promoção dos produtos tradicionais alimentares num verdadeiro “boom” micro-económico a que temos assistido por todo o País, já para não falar na intervenção a nível do licenciamento de estabelecimentos comerciais de venda de géneros alimentícios bem como também no licenciamento industrial de estabelecimentos em que haja manipulação de alimentos de origem animal ou até de animais vivos (como é o caso dos viveiros de mariscos). O licenciamento industrial de industrias tipo 3 merece-nos especial atenção, já que é o Municipio a respectiva entidade coordenadora e o numero de controlo veterinário (NCV) não poderá ser atribuído sem vistoria prévia dos serviços veterinários oficiais(mvm/div/dsvr).
A ausência total de referência ao papel do Médico Veterinário Municipal neste Forum de referência sobre “Alimentação e Autarquias”, em que destacamos a presença e o apoio a este evento por parte da Associação Nacional de Municípios Portugueses, deve-se, estamos certos, a uma deficiente acção da nossa parte, talvez por não termos conseguido (até agora) provar, mostrar e ilustrar (as já comprovadas pela prática em todos os Municipios que de facto recorrem ao seu mvm nestas matérias) as inumeras mais-valias da envolvência e integração do Médico Veterinário Municipal nas diferentes equipas multidisciplinares que trabalham nas Autarquias, sobre estes temas.

Tendo identificado e consciencializado essa nossa falha, estamos proactivamente interessados em corrigi-la – com a ajuda de todos, como é natural e como só assim será possivel.
Os Médicos Veterinários Municipais têm sempre estado na primeira linha da defesa da saúde e bem-estar dos animais, da saúde pública e da qualidade e segurança alimentares nos bens de consumo às populações – desde 1853, em Lisboa, por exemplo (ver anterior post em http://anvetem.blogspot.com/2009/03/boletim-dos-mercados-municipais-lisboa.html).
Se a história e as normas actuais (regulamentos europeus e legislação nacional) não fossem suficientes para demonstrar a essencialidade das autoridades sanitárias veterinárias concelhias, as solicitações das populações e autarquias, cada vez mais exigentes e diversificadas, aí estão para o confirmar.

China: Febre aftosa mata crianças – in correio da manha

Relembramos o importante papel dos Médicos Veterinários Municipais em 2001, lutando contra a entrada do vírus da febre aftosa em território português (com sucesso), apesar dos dramáticos focos desta doença que grassava então, noutros países europeus.
Também aqui e então, foi com sucesso e eficácia que as autoridades sanitárias veterinárias concelhias lutaram com esforço, em prol da saúde animal e da saúde pública!

ver aqui as medidas tomadas na Autarquia de Loures (paginas 27 a 32)

27 Março 2009 – 09h15
Pelo menos 18 vítimas na China: Febre aftosa mata crianças
Um surto de febre aftosa provocou a morte de 18 crianças na China, na sua maioria com idades inferiores a cinco anos, informou um porta-voz do Ministério da Saúde chinês.
Deng Haihua anunciou que o número de contaminados está a aumentar e que se prevê que atinja o seu pico entre Maio e Julho numa “zona muito ampla, sobretudo nas áreas rurais”, como Henan, no centro do país, e Shandong, no leste.

O Ministério da Saúde chinês informou que 75 por cento dos 41.846 casos de febre aftosa detectados nos três últimos meses estão relacionados com infecções pelo vírus EV71, uma das formas mais agressivas da doença que causou mais de 40 mortes no Leste da China em 2008.

[Humor] Blogosfera veterinária

Ficamos satisfeitos em verificar que a blogosfera veterinária está atenta à nova direcção tomada pela Anvetem.

Ao bom velho estilo do escárnio deixamos também aqui uma nossa brincadeira…

Implementação do Plano de Controlo de Cães na Fig Foz e Projecto da Gestão de Pombos

Divulgamos aqui no blog da ANVETEM os projectos bastante completos do colega veterinário Municipal da Figueira da Foz, referentes aos controlo de cães e de pombos naquele Município.

Caros colegas:

Como o prometido é devido envio em anexo o Projecto da Gestão de Pombos na Figueira da Foz, nomeadamente o resumo a memória descritiva e a listagem de entidades intervenientes, o qual desejo que seja considerado um Projecto Piloto aplicável em qualquer local de outras cidades do País em que a sobrepopulação de pombos seja indesejada. (Clique aqui – formato zip, tamanho 18kb)


Anexo ainda a apresentação em Power Point e a documentação de apoio à implementação do Plano de Controlo de Cães na Figueira da Foz, cuja acção de sensibilização decorreu no dia 25 MAR junto das entidades intervenientes no processo nomeadamente PSP, GNR, SEPNA, Polícia Marítima, Protecção Civil,Delegação de Saúde e CMFF. (Clique aqui – formato zip, tamanho 3,67mb)

Saudações veterinárias
José Romano


Campanha de adopção [MVM Seixal]

No próximo sábado, dia 28 de Março, entre as 10 e as 17 horas, o Canil/Gatil Municipal vai organizar mais uma campanha de adopção de cães e gatos denominada “Adopte um Amigo de 4 Patas”. Esta campanha é a terceira de 11 campanhas que decorrerão durante o ano de 2009, no último sábado de cada mês, para além das 3 campanhas suplementares em meados dos meses deJulho, Setembro e Dezembro.

Miguel Almeida
Gabinete Médico Veterinário
Câmara Municipal do Seixal

[update] Língua Azul – Edital nº. 23

Como grandes alterações em relação ao seu antecessor referimos a obrigação (de novo) da desinsectização dos animais susceptíveis em trânsito e respectivos veículos de transporte, a vacinação para o serótipo 1 dos bovinos entre os 3 e os 8 meses de idade, nascidos a partir do dia 1 de Janeiro de 2009 que se destinem a movimentação para reprodução ou produção e a possibilidade, facultativa (!!!) da vacinação de ovinos e bovinos contra o serótipo 8, pelas OPP´s .

De referir que este Edital vem no seguimento do Despacho n.º 7337/2009 de 11 de Março que impõe severos cortes orçamentais nos pagamentos da vacinação contra a língua azul e que descrimina, inexplicável e injustamente as diversas regiões do país, uma vez que algumas sofrem penalizações de apenas cerca de 5%, enquanto noutras a redução se situa acima dos 60%.
Parece inacreditável, mas é assim mesmo…

Clique aqui para ver o Edital nº. 23 da Língua Azul em formato pdf.

[OIE] Prevenção da Raiva: controlo de animais errantes e vacinação sistemática

Tradução da noticia da OIE de 13 de Março de 2009:
A vacinação de cães e o controlo das populações de cães errantes são mais eficientes e eficazes em termos de custos do que o tratamento pós-mordedura em humanos.

A prevenção na fonte animal é a chave para lidar com uma zoonose prevalente e perene, como é o caso da raiva. O controlo, a montante, deinfecção por raiva nos cães, incluindo o controlo das populações caninas vadias ou errantes, deveria posicionar-se prioritariamente na agenda das autoridades de saúde e das autoridades veterinárias, para uma prevenção eficiente das mortalidades humana e animal.

“O custo do tratamento pós-mordedura é cerca de 20 a 100 vezes maior do que a vacinação de um cão”, explica o Dr. Bernard Vallat, Director Geral da OIE – Organização para a Saúde Animal.
“Presentemente, apenas com 10% dos recursos financeiros que são usados mundialmente para tratar pessoas após uma mordedura de cão, os Serviços Veterinários seriam capazes de erradicar a Raiva em animais e, logo, evitar praticamente todos os casos em humanos.”, acrescentou.
“A vacinação dos animais permanece o método eleito para controlar e erradicar a Raiva. Por razões éticas, ecológicas e económicas, a OIE desaconselha a tentativa de método de controlo e erradicação da raiva, apenas através da eliminação dos animais potencialmente infectados.”

“Tem sido repetidamente demonstrado que todas as campanhas com sucesso de erradicação de raiva incluem programas de controlo de populações de cães errantes bem como a vacinação sistemática de cães com dono/detentor.”

Os Serviços Veterinários Nacionais são um tampão entre a fonte da doença e as infecções em humanos. É responsabilidade primária dos veterinários aplicar o seu conhecimento e aptidões no controlo de doenças animais e quebrar o elo entre as fontes animais da doença e a infecção a humanos susceptíveis.
A boa governação dos serviços veterinários, melhor capacidade de diagnóstico laboratorial e campanhas de vacinação bem estruturadas em animais domésticos e silvestres são as acções-chave a ter em conta. Consciencializar as populações sobre a raiva e a necessidade de colaboração com outras profissões envolvidas, nomeadamente o sector da saúde pública, também deveria ser enfatizado.

Raiva canina e raiva na fauna silvestre: diferentes problemas em diferentes partes do mundo.
Mundialmente, a causa mais comum de raiva em humanos é, de longe, a mordedura de cães, mas os reservatórios animais da doença diferem de uma região do mundo para as outras.

Em países ainda em desenvolvimento, o cão é o principal reservatório de raiva.
Hoje em dia, a Ásia (este) e África são as regiões do mundo mais afectadas pela raiva canina e onde os respectivos países têm as mais altas taxas de infecção e de mortes humanas, devido à raiva. No hemisfério norte, onde a raiva em cães está quase eliminada, a raiva em fauna silvestre é o principal problema. Nos países da Europa de leste, a raposa vermelha é o principal reservatório da doença e a raiva em raposas representa a maioria dos casos. A raiva é uma doença zoonótica negligenciada e severamente sub-notificada em países em desenvolvimento, matando anualmente um numero estimado entre 50 000 e 60 000 pessoas, maioritariamente crianças com terrível sofrimento e um número muito maior de animais.
A OIE apoia fortemente o “Dia Mundial da Raiva”, comemorado no dia 28 deSetembro.

Veja aqui como a ANVETEM assinalou o Dia da Raiva em Portugal em 2008 e envie para anvetem@anvetem.pt novas propostas e sugestões para melhorarmos em 2009.

Adopção de animais [CM Almada e Torres Novas]

Deixamos no blog da ANVETEM dois bons exemplos de campanhas de adopção em curso:

1) Portal da adopcao da CM Almada através:
Serve este meio para dar a conhecer a página oficial do Centro de Recolha Animal de Almada incluída no sítio da Câmara Municipal de Almada.
Este dispõe já a possibilidade de visualização dos animais para adopção e do devido encaminhamento caso haja interesse.
Trata-se assim de um pequeno passo em prol do bem-estar animal que muito nos orgulha e que vinca a constante preocupação de evolução e modernidade que queremos incutir ao serviço.
Todas as sugestões e participações são bem-vindas pelo que agradecemos a sua divulgação pelos contactos que acharem pertinentes.

Convido-vos a visitar através do link:
http://www.m-almada.pt/portal/page/portal/AMBIENTE/ESTRATEGIA/?amb=0&ambiente_estrategia=17499361&cboui=17499361
Mário Magalhães
MVM de Almada

2)Cartaz da Adopção de animais e video em Torres Novas:

Caros colegas,
Aqui vai mais um cartaz,para divulgação da próxima campanha de adopção.

Um beijinho,
Lurdes
MVM de Torres Novas

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2XCZ_27Lnd0&hl=pt-br&fs=1]

Boletim dos Mercados Municipais [Lisboa]

Esta edição deste boletim da CMLisboa contém um artigo interessante sobre o aparecimento dos primeiros veterinários de Saúde Pública em Portugal, associados às Autarquias.

Clique aqui (tamanho: 600 kb, demora a carregar) e veja a partir da página número 10

Breve apresentação das Raças Portuguesas (colaboração com o CPC)

O nosso agradecimento ao CPC – Clube Portugês de Canicultura, com o qual pretende a ANVETEM estabelecer estreitas colaborações na realização de mostras, concursos, demonstrações e outras iniciativas que visem divulgar e proteger o património nacional a nível de raças caninas.
Obrigado

Numa altura em que as raças portuguesas ganham notoriedade internacional com a escolha para cão “presidencial “ de Barack Obama, do “ Cão de Água Português, apresenta-se de seguida uma breve resenha de cada um das 10 raças de Cães Portuguesas, com base na informação do Clube Português de Canicultura, sendo que o “Cão de Gado Transmontano “ e o “Barbado da Terceira” não estão ainda reconhecidos pela FCI (Federação Cinológica Internacional).

Cão de Água
Originário do Algarve onde era utilizado pelos pescadores. Temperamento ardente, inteligente e obediente. Cabeça forte e larga, com stop pronunciado, orelhas pendentes, olhos arredondados, narinas pretas nos pretos, nos brancos e nos malhados, ou acastanhadas nos castanhos. Tronco curto. Cauda grossa na base, enrolando-se em óculo. Pelagem encaracolada ou encarapinhada, cor preta, castanha ou branca unicolor ou malhada de branco (manalvo ou quadralvo).Bom nadador e mergulhador. Altura 43 a 59cm.

Cão da Serra de Aires
Muito inteligente e rústico. Muito dedicado ao pastor e aos gados que vigia. Corpulência média, cabeça forte, não comprida nem globosa, «stop» marcado, orelhas pendentes, olhos escuros, nariz de cor preta ou escura, bigodes, barbas e sobrancelhas. A cauda cai até aos jarretes. Cábria e comprida, a pelagem é amarela, castanha, cinzenta, fulva, lobeira ou preta afogueada, sem malhas brancas. Altura :42 a 55cm.

Cão de Fila de S. Miguel
O cão de Fila de S. Miguel, mais conhecido localmente por «Cão das Vacas» possui um temperamento forte, mas dócil para o seu dono. Corpulência média, forte rústico e ligeiramente mais comprido que alto. Cabeça forte e de aspecto quadrado. As orelhas quando não são cortadas, ficam pendentes e ligeiramente afastadas da face. Olhos ovais e castanhos escuros. Nariz largo e negro. Cauda grossa, tamanho médio, ligeiramente encurvada, ou encurtada. Pêlo curto, forte, denso, liso e ligeiramente encurvada, ou encurtada. Pêlo curto, forte, denso liso e ligeiramente franjado na cauda e posteriores. Cor amarela, cinza ou fulva, nas tonalidades claro e escuro, devendo ser sempre raiado. Altura: 48 a 60cm.

Cão da Serra da Estrela
Cão de montanha, companheiro do rebanho na sua função de protecção contra o lobo.
Tipo mastim, harmonioso e robusto, tem o seu solar com origem na serra da Estrela. Cabeça volumosa, alongada e ligeiramente convexa, stop mediano, orelhas pequenas e repuxadas, olhos âmbar – escuro, narinas pretas ou escuras. Cauda com gancho. Pelagem curta ou comprida, fulva, lobeira ou amarela, unicolor. Altura 62 a 72cm.

Rafeiro do Alentejo
De grande corpulência sobre o rústico, encontra-se principalmente no Alentejo.
A cabeça ligeiramente convexa, focinho mais curto do que o crânio, stop esbatido, orelhas pequenas, olhos elípticos pequenos e escuros, narinas pretas. Cauda grossa sem gancho. Pés arredondados. Pelagem curta, preta, fulva, lobeira ou amarela malhadas de branco ou branca malhadas daquelas cores e tigradas. Altura: 64 a 74cm.

Cão de Castro Laboreiro
Tipo amastinado, é harmonioso de formas e vistoso de pelagem. Excelente cão de guarda abunda nas serras da Peneda e Soajo. Cabeça regular, seca rectilínea, crânio mais comprido do que o focinho, stop pouco acentuado, orelhas regulares e pendentes ,olhos castanhos, narinas pretas. Cauda grossa, sem enrolar ,em alfange. Membros aprumados de frente e de trás, acurvilhados de perfil, pés redondos. Pelagem curta, lobeira ou fulva, escura e raiada .Altura :52 a 60cm.

Perdigueiro Português
Foi um dos ancestrais do Pointer. Tipo bracóide e um óptimo cão de parar, cobrando muito bem de ferido e caçando em todos os terrenos e com todo o tempo. A cabeça dá impressão de volumosa pelo seu formato quadrado, stop bem marcado, fronte plana, orelhas médias mais largas na base, arredondadas e pendentes, olhos castanhos- escuros, narinas pretas ou escuras. Cauda não excedendo o curvilhão ou encurtada um terço.
Pelagem curta, amarela ou castanha, unicolor ou malhada de branco. Altura:48 a 60cm.

Podendo Português
Cão de levante e corso, O podendo grande, na caça grossa e os outros (pequeno e médio) na caça do coelho, isolados ou em matilha. Tipo mediolíneo e bem proporcionado. Cabeça seca, em forma de pirâmide triangular, crânio plano, chanfro rectilíneo, stop pouco acentuado, orelhas direitas, triangulares e pontiagudas, olhos da cor do mel à castanha, nariz de cor mais carregada do que a pelagem. Cauda alta, erguendo-se em foice. Pelagem amarela, fulva, unicolor ou malhada, de pêlo comprido e cerdoso ou curto e liso. Altura: Podengo Grande, 55 a 70 cm; Podendo Médio, 40 a 55 cm; Podengo Pequeno, 20 a 30 cm.

Cão de Gado Transmontano
Em épocas remotas, este cão fixou-se nas regiões altas de Portugal, nomeadamente em Trás-os-Montes como cão de pastor com funções específicas de guarda contra o ataque do lobo aos rebanhos. Cão molossoide de grande tamanho, forte e rústico, de corpo quadrado, 1que se evidencia pelo seu aspecto imponente, porte altivo e olhar sóbrio. Cabeça larga, mas não muito maciça, stop moderado, orelhas pendentes de tamanho médio, olhos amendoados cor de mel ou mais escuros, narinas negras bem abertas. Cauda inteira e grossa em sabre. Pelagem grossa e abundante. Todas as cores são aceites excepto o branco ou preto unicolores. Os malhados são preferidos. Altura 66ª 84 cm.

Barbado da Terceira order="0" />
Cão rústico, com o corpo forte e bem musculado, coberto de pêlo comprido e ondeado, tem o seu solar na Ilha Terceira, Arquipélago dos Açores Cão de gado bravo por excelência, muito ágil e dinâmico. Cabeça forte e sólida, stop pouco pronunciado, orelhas de tamanho médio, triangulares e pendentes olhos ovais de cor de mel a castanho escuro, nariz grande, cúbico e de cor negra ou castanho. Cauda com implantação média a baixa, caída e encurvada na parte inferior. Admitem-se os anuros.
Pelagem abundante preta, lobeira, amarela e fulva, podendo ter malhas brancas no peito, ventre e pés, e ponta da cauda. Farta na zona mandibular originando as barbas de onde lhe advém o nome .Altura :48 a 58cm.

Os resumos de apresentação e as fotos são do CPC
Mais informação em http://www.cpc.pt/

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