III Ciclo de Conferências de Saúde Pública Veterinária 3 e 4 de Julho
INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS ABEL SALAZAR DA UNIVERSIDADE DO PORTO
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=383679
A Direcção Geral de Veterinária (DGV) considerou hoje «perfeitamente aceitável» a proposta de realização dos testes de pré-movimentação com intervalo de três meses para a participação dos bois barrosões nas tradicionais chegas de bois de Montalegre.
O veterinário municipal, Domingos Moura, explicou que foram impostas anível nacional medidas sanitárias que obrigam à realização de exames depré-movimentação para a deslocação de animais para feiras ou transacçõescomerciais, as quais abrangem ainda a realização das chegas de bois.
A Associação «O Boi do Povo» solicitou à DGV autorização para que acolheitas de sangue aos animais se façam apenas de «três em três meses».
Em comunicado enviado hoje à Agência Lusa, a DGV referiu que a proposta«já foi avaliada
http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=5289
Os organizadores das chegas de bois de Montalegre temem o fim desta tradição por causa das regras impostas para a movimentação dos animais e reivindicam uma medida de excepção para a realização destes espectáculos que atraem milhares de pessoas.
Fernando Moura é um dos responsáveis pela associação ‘O Boi do Povo’ e um dos grandes entusiastas pelas chegas de bois, uma tradição já muito antiga em alguns concelhos de Trás-os-Montes, mas que encontra uma maior expressão em Montalegre.
É também um dos rostos do descontentamento e da revolta dos produtores degado do barroso contra as regras impostas pela Direcção Geral deVeterinária (DGV) relacionadas com as movimentações de animais.
‘Está a ser complicado organizarmos as chegas de bois, porque estamosobrigados a fazer colheitas de sangue aos animais, todos os meses. Ao fazermos isso estamos a espicaçar os animais e eles acabam por se tornaragressivos’, afirmou à Agência Lusa.
Os produtores de gado queixam-se do tempo que perdem e do dinheiro quegastam para cumprir todas as normas.
O veterinário municipal, Domingos Moura, explicou que nos últimos meses foram impostas a nível nacional medidas sanitárias que obrigam à realização de exames de pré-movimentação para a deslocação de animais para feiras, transacções comerciais, as quais abrangem ainda a realização das chegas de bois.
Ou seja, qualquer produtor que queira vender um animal ou participar num destes eventos, tem que solicitar a realização dos exames de pré-movimentação, que consistem na colheita de sangue, têm ainda de pagar as respectivas taxas e esperar pelos resultados dos exames.
Passado um mês, se o animal não for vendido ou se o proprietário quiser participar numa outra chega de bois, terá que repetir os exames e pagar novas taxas.
‘Sob o ponto de vista técnico compreendo estas medidas que servem para evitar a propagação de doenças, mas também compreendo as preocupações dos produtores’, salientou Domingos Moura.
Fernando Moura referiu que a associação ‘O Boi do Povo’ já solicitou à DGV autorização para que a colheitas de sangue aos animais se façam apenas de’três em três meses’.
Adiantou que, se as reivindicações dos produtores não forem ouvidas, estes podem ir para a rua em forma de protesto, numa manifestação que poderá ter lugar na quinta-feira, dia em que decorre a feira de gado em Montalegre.
Uma ‘cláusula de excepção’ para a realização das chegas de bois é também o que defende o vereador da Câmara de Montalegre, Orlando Alves.
O autarca compreende que ‘não é fácil abrir precedentes para esta manifestação cultural’, mas, acredita que se tal não acontecer as ‘chegas de bois podem desaparecer’.
Orlando Alves referiu que as colheitas contínuas de sangue espicaçam os animais de tal forma que estes podem até constituir um risco para os próprios produtores.
‘Não se agarra um boi com facilidade para tirar sangue pelo que alguns proprietários poderão optar por participar em chegas apenas de, porexemplo, seis em seis meses’, referiu.
Considerou ainda que as restrições estão a acabar com a ‘espontaneidade’ ou seja os desafios de café lançados pelos proprietários e que às vezes davam origem às chegas.
Por sua vez, Fernando Moura acrescentou que se começam a fazer chegas clandestinas em Montalegre, em que às vezes nem todas as normas de segurança são cumpridas.
Segundo explicou, para a realização destes espectáculos é necessário um recinto vedado, ter seguro, uma licença camarária para a cobrança dos bilhetes e os exames de pré-movimentação.
A associação paga ainda cerca de 500 euros por cada boi participante.
Exmos Membros da Associação de Veterinários Municipais
O meu nome é Mafalda Costa e sou estudante de Doutoramento no Centro de Biologia Ambiental (CBA) na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.De momento integro um grupo inserido no CBA que tem por objectivo estudar,c om recurso a técnicas de análise de DNA, as relações entre as populações na Península Ibérica de várias espécies de mamíferos.
O propósito deste e-mail é o de saber se estarão interessados em colaborar connosco nestes projectos através da recolha de amostras de tecido (de animais mortos) e de pêlo (de animais vivos), com os quais venham a ter contacto no âmbito da Vossa profissão.
Em caso de resposta positiva, poderemos enviar-vos kits de recolha de amostras que incluem todo o material necessário, bem como o protocolo de recolha e a folha de registo.
Se quiserem saber mais pormenores sobre o estudo não hesitem em contactar-me para o endereço de e-mail: mafaldabentocosta@gmail.com ou para o número de telemóvel: 962781458.
Agradecendo desde já a Vossa atenção,
Com os melhores cumprimentos,
Mafalda Costa
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Anexos:
http://aeiou.expresso.pt/golfinho-salvo-por-bombeiros-em-peniche=f509315
O Municipio de Peniche está dotado de uma “REDE MUNICIPAL DE ALERTA de ARROJAMENTOS” de animais marinhos, na qual participam a médica veterinária municipal, o comandante operacional municipal e serviço de bombeiros, a policia maritima, a Reserva Natural da Berlenga/Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade e a Rede Abrigos, bem como Voluntários com formação específica para tal, dada pela Rede Abrigos.
CAMPANHA DE ADOPÇÃO DE ANIMAIS – DOMINGO 19 DE ABRIL PELAS 15 HORAS
Foram iniciados 2 projectos com os alunos de 2 turmas da Escola C+S de Ermesinde.Nestes projectos de sensibilização, foram realizadas várias actividades, nomeadamente, um concurso de frases, e aulas no Centro Veterinário de “Ensinar a cuidar dos animais” (estas últimas também com alunos do Ensino Básico daquela escola).
Para finalizar os projectos será realizada, no dia 19 de Abril, Domingo, pelas 15 horas, no Parque Urbano de Ermesinde, uma tarde repleta de actividades em prol dos animais, nomeadamente, uma campanha de adopção, de venda de artesanato, um concurso sobre animais.
O Presidente da Câmara Municipal de Valongo, Dr. Fernando Melo
http://www.acores.net/noticias/view-33071.html
Desde Janeiro deste ano e até à presente data, dezenas de cães e gatos do Canil Municipal de Ponta Delgada encontraram uma família adoptiva. Assim,em Janeiro, foram adoptados 31 cães e 14 gatos, enquanto em Fevereiro 26 cães e 20 gatos encontraram uma família. Em Março, foram adoptados 34 cãese 10 gatos e já em Abril saíram do Canil 8 cães.
Contas feitas, o Canil Municipal de Ponta Delgada, conseguiu encontrar famílias adoptivas para 99cães e 44 gatos, desde o início deste ano
Actualmente, o canil alberga 76 cães e seis gatos, tendo uma ninhada com cachorros e outra com gatinhos.
Entretanto, o Canil Municipal está a receber, desde 1 de Abril, a visita de várias dezenas de crianças de ATLs, escolas e instituições dos concelhos de Ponta Delgada, Ribeira Grande e Lagoa. No dia 1 de Abril, 45 crianças, com idades compreendidas entre os 6 e os 7 anos, do 1º ano da Escola Básica/Jardim-de-infância Cardeal Humberto de Medeiros, Arrifes, estiveram no Canil e ficaram a conhecer a importância daquele espaço, como funciona e a capacidade do mesmo, além da importância dos animais decompanhia.
Na última terça-feira, mais 94 crianças dos vários ATLs da Santa Casa da Misericórdia da Ribeira Grande visitaram de surpresa o Canil de PontaDelgada e até levaram ma prenda para os cães. As crianças juntaram-se e compraram sacos de ração para oferecer os cães. No decorrer desta visita surpresa, os responsáveis pelo Canil explicaram às crianças como funciona o espaço e sensibilizaram-nas para a importância dos animais de companhia. Depois, as crianças dos ATLs da Misericórdia da Ribeira Grande aproveitaram para brincar com os animais até ao final da visita.
Já para a próxima terça-feira, 13 de Abril, está agendada a visita de 90 crianças do ATL dos Arrifes. A 15 deste mês, 15 adolescentes da instituição “Mãe de Deus” – Associação de Solidariedade Social, vão deslocar-se ao Canil Municipal de Ponta Delgada para conhecer o espaço e aprender como lidar com os animais.
Para 16 de Abril está programada a visita de mais 40 crianças, desta feita do Centro de Actividades dos Tempos Livres da Lagoa.
Depois de ficarem a conhecer como funciona o Canil Municipal de PontaDelgada, as crianças e jovens que visitam este espaço visionam uma apresentação em “powerpoint” um pequeno vídeo sobre os animais de companhia, a sua importância e os deveres e obrigações das pessoas para com os mesmos. Além disso, passam também a conhecer os principais motivos que levam ao abandono dos animais e a ameaça que representa esse mesmo abandono. Os visitantes ficam ainda a saber que o canil é uma alternativa ao abandono dos animais.
Ainda durante a apresentação que é feita no decorrer da visita, os responsáveis pelo Canil Municipal de Ponta Delgada dão especial importância ao facto de este espaço representar uma segunda oportunidade para os animais, uma vez que tenta sempre arranjar-lhes uma nova família adoptiva.
Quando termina a apresentação, as crianças fazem uma visita guiada às instalações do Canil, durante a qual mantêm contacto directo com os animais. Na altura da despedida, é distribuído um panfleto onde estão descritos os direitos dos animais, bem como o horário e localização do Canil Municipal de Ponta Delgada, estrutura que é da inteira responsabilidade da autarquia.
De acordo com as votações recebidas e as datas disponíveis, junto se dá a conhecimento dos colegas o cartaz definitivo para o nosso I Encontro.
Reservem já a data na vossa agenda para que ninguém falte!
Os votos recebidos foram:
Porto – 5
Peniche, Bombarral, Óbidos – 17
Portel – Alqueva – 4
Santarém – 3
Angra do heroísmo – 2
O abandono e a falta de responsabilidade de alguns detentores de canídeos tem contribuído para a deambulação de cães e gatos pelo espaço público do nosso Concelho, dos Concelhos limítrofes e um pouco por todo o País, com as consequências negativas que daí advêm para a segurança das pessoas e animais, para a Saúde Pública e para o bem estar animal.

Com o intuito de sensibilizar as camadas mais jovens para a temática do abandono e do bem estar e saúde animal, têm sido levadas a cabo, nas escolas do ensino básico deste Concelho, acções de sensibilização e divulgação, dirigidas aos alunos, sobre conceitos de bem estar e saúde animal e de deveres e obrigações legais dos detentores de canídeos.
As palestras e apresentações multimédia são proferidas pelo Médico Veterinário Municipal e a adesão tem sido muito positiva, demonstrando os alunos interesse e entusiasmo sendo, com toda a certeza, mensageiros para os seus amigos e familiares, dos conceitos apreendidos.
Espera-se que desta forma se possa contribuir para gradualmente ir diminuindo o abandono e a falta de bem-estar dos animais de companhia melhorando o bem-estar e a qualidade de vida de todos.
Para evitar situações como a descrita nesta notícia (e outras semelhantes de que temos tido conhecimento), a ANVETEM alerta a população de que, em caso de encontrar animais (aparentemente) perdidos nas vias ou em espaços públicos, deve imediatamente contactar os serviços do respectivo Município e o Médico Veterinário Municipal.
Compete ao Médico Veterinário Municipal a observação clínica dos animais, a verificação da existência ou não de identificação nos mesmos e aactivação de diversos mecanismos que permitirão (na medida das condicionanates que actualmente existem, relacionadas com a identiifcação de animais de companhia e já expostas neste blog) a detecção e localização tão rápida quanto possivel dos respectivos donos desses animais.
A articulação com diversas outras entidades, como é o caso das Autoridades Policiais, das Juntas de Freguesia, das Autoridades de Saúde, do Gabinete de Comunicação e/ou de Relações Externas do próprio Município, etc fazem do Médico Veterinário Municipal, o contacto de excelência para (e sempre frisando, na medida do que a realidade actual nos permite) “deslindar” casos como estes, de animais perdidos, achados, às vezes de facto, mesmo roubados.
Ajude-nos a ajudá-lo a si e aos seus animais – Contacte o Médico Veterinário Municipal do seu Concelho!
Ajudou gato abandonado e agora vai a tribunalRecolheu animal perdido, levou-o ao veterinário, tratou dele e agora é acusada de furto
Quando se apercebeu de que uma gata bebé estava abandonada e doente na via pública não resistiu em acolhê-la.
Levou-a ao veterinário e contactou a dona legítima para a devolver. Agora vai responder pelo furto do animal.
Foi numa tarde de Verão de 2006 que o marido de Cláudia Sousa lhe ligou do trabalho, em Carnaxide, com uma informação, em jeito de pedido. “Uma gatinha estava abandonada ao pé do escritório e parecia doente. Eudisse-lhe para ver se aparecia alguém e que, se tal não acontecesse, que a levasse para casa para, pelo menos, tratarmos dela”, contou ao JN.
E assim foi. Ao final da tarde, a gata, de três meses, foi levada ao veterinário, que lhe diagnosticou uma grave infecção na vista e a medicou.
O médico detectou também que o animal tinha um microchip de identificação, pelo que Cláudia não hesitou em ligar para a dona legítima da gata para lhe dizer que a tinha encontrado. “Ela disse que a vinha buscar, que não sabia como é que tinha fugido da sua casa dos Anjos e aparecido emCarnaxide. E que já não era o primeiro animal que lhe fugia. Como achei a conversa estranha, disse-lhe que o melhor era esperar até a gata estar completamente recuperada”, afirmou.
Entretanto, Cláudia Sousa ligou para a Sociedade Protectora dos Animais para dar conta das suas suspeições de negligência. “Senti que não era uma boa dona”, contou, para relatar que o pior acabou por acontecer. “No fim-de-semana seguinte e como a gata ainda estava a tomar antibiótico, levei-a comigo para a casa de uns familiares próximo das Caldas da Rainha. Acontece que um dos meus sobrinhos deixou o portão da casa aberto e a gatinha acabou por fugir”, lembrou desolada, para vincar: “Mas telefonei de imediato à dona da gata e ela disse-me que me ligaria para saber de novidades. Mas nunca mais ligou”.
Contacto, só dois meses depois, quando recebeu a carta do tribunal a constatar que era arguida num processo por furto. “Fiquei estupefacta. E quando fui prestar declarações à Polícia mais abismada fiquei ao saber que era por causa da gata”.
No próximo dia 15, Cláudia Sousa vai a tribunal e teme que seja condenada a pagar uma indemnização. “É uma injustiça”, diz. “Agora posso ter de vira pagar por um crime, só porque fiz uma boa acção”.