Animais de malas e bagagens para o hotel

Já tem tudo preparado para as suas férias de Verão, mas ainda lhe falta encontrar o destino certo para os seus animais de companhia? Saiba quanto custa deixá-los num hotel e os cuidados que deve ter. Neste Verão, toda a família pode ir de férias, em segurança.
Shed é um “labrador retrevier” com 10 anos e, há cerca de cinco, dormiu pela primeira vez num hotel para cães, com outros hóspedes de quatro patas. O dono, Rui Neto, deixou-o no canil “Os Pintinhas”, em Tentúgal, distrito de Coimbra, durante o fim-de-semana em que a irmã se casou.
“Para nós foi bom, porque estes dias de casamentos são sempre difíceis de gerir e o Shed gosta e está habituado a ter atenção. Foi a melhor solução que encontrámos”, explica o arquitecto de 31 anos. Rui Neto levou o Shed ao hotel e não teve de se preocupar com mais nada. “Penso que pagámos cerca de 50 euros, levámos só a base onde ele costuma dormir e eles trataram do resto, como a alimentação”, acrescenta. Assim, a família pôde desfrutar da festa do casamento sem ter de se preocupar com o Shed, que estava longe, mas bem tratado. “Ele não deve ter gostado muito da experiência, a avaliar pela festa que fez quando o fomos buscar”, acrescenta. Não há nada como o conforto do lar.
Para Julieta Carvalho, sub-directora da Direcção-Geral de Veterinária, os períodos de ausência dos donos, quer em férias, quer por outro motivo, representam uma preocupação especial para todos os detentores responsáveis. “É necessário encontrar uma estrutura, na qual o animal
fique alojado e que ofereça garantias de que é devidamente tratado”, afirma. Assim, os hotéis para animais de companhia tornam-se uma boa opção.
Maria do Céu Sampaio, presidente da Liga Portuguesa dos Direitos do Animal, aconselha os donos a visitarem sempre os hotéis onde pensam deixar o seu cão. “Quando for de férias, antes de deixar o seu animal, veja em que condições este fica entregue, para depois fazer a escolha acertada.
Transfira as suas coisas para o lugar onde vai deixá-lo, para que o animal não estranhe tanto o sítio. Embora esteja num local desconhecido, não se sente tão estranho”, explica. Maria do Céu Sampaio acrescenta a importância de se manter contactável e de deixar o contacto do médico
veterinário, caso este fique doente. Todo este processos tem custos, mas a Liga Portuguesa dos Direitos do Animal aconselha os donos a criarem um mealheiro para o seu gato ou cão. “Se puser um euro por dia no mealheiro, no final do ano, tem 365 euros, o suficiente para deixar o seu cão num hotel.”
Quanto aos gatos, a estadia num estabelecimento destes está fora de questão, segundo a presidente. “Tratando-se de gatos, as melhores férias são na sua própria casa. O gato estranha muito a ausência do dono e, sobretudo, do seu espaço. Entra num ’stress’ muito grande. Deixe-o em casa e peça a alguém que vá verificar se está tudo bem ou, então, leve-o consigo numa caixa transportadora. Assim, ele não estranha”, explica Maria do Céu Sampaio.

Programe as suas férias e a dos seus animais
De qualquer forma, a atitude da liga é bastante clara quanto à época de férias dos donos, o Verão, aquela onde há um maior abandono de animais.
“Quando programar as suas férias, programe também as do seu animal. Mesmo aquelas pessoas que gostam muito dos seus animais tendem a deixar tudo para a última hora. Se puder, deixe-os com amigos que sabe que fazem férias numa altura diferente da sua, criando aquilo a que chamamos permutas. É uma das formas mais económicas de resolver a situação. Hoje, também pode contratar pessoas para irem a sua casa tratar dos animais que deixa, mas esta hipótese já tem custos”, continua.
Como último conselho, a Liga avisa todos aqueles que levem o seu cão nas férias e que viagem de carro, que não o façam nas alturas de maior calor, que mantenham os vidros de forma a que o cão não consiga pôr a cabeça de fora, porque este comportamento provoca otites [infecções nos ouvidos], e que evitem passeá-lo junto de auto-estradas.
Não são poucos, os portugueses que optam por colocar os seus animais em hotéis, quando se ausentam. O Holiday Pet, hotel de Condeixa-a-Nova, no distrito de Coimbra, já hospedou cerca de 500 animais, desde que abriu, a 31 de Julho de 2004. Mas o hotel alerta para os cuidados que os donos devem ter antes de deixarem o seu animal. “No mercado, existem locais que se intitulam de hotéis, onde os animais são deixados ao abandono, todo o dia. Já ouvi donos dizerem que, quando vão buscar os animais, a sua reacção é agressiva, estão magros e o pêlo encontra-se mal tratado” explica Sandra Ferreira, sócia e gerente do Holiday Pet. Por isso, aconselha os donos a procurarem informação sobre os locais, a visitarem o hotel antes de deixarem o animal e a verificarem se têm a licença passada pela Direcção-Geral de Veterinária.
Quanto aos animais, podem estranhar os hábitos no primeiro dia ou estadia, mas aprendem rapidamente a rotina. “Quando voltam, vêm sempre felizes e de cauda a abanar. Até os gatos reconhecem o espaço e as pessoas. O recreio é o primeiro local para onde querem ir”, conclui.
Nestas férias, faça todas as malas e reserve os hotéis atempadamente: para si, a sua família e o seu fiel companheiro de quatro patas.

http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=378914

Vai de férias? veja no toprural onde se pode alojar com o seu animal de estimação

http://pt.blog.toprural.com/guia-para-viajar-com-animais-2009/

Guia para viajar com animais 2009
Outro ano mais que se publica o Guia para viajar com animais 2009 que reúne os alojamentos (hotéis, casas rurais, parques de campismo, etc.) de Andorra, Espanha e Portugal que admitem animais de estimação.

[MVM Gouveia] Feira do Gado ovino e caprino de Gouveia


Agradecia a divulgação do evento, estão em anexo os ficheiros.
Cumprimentos

Dias Vicente
MVM de Gouveia

Abertura de concurso para MVM em Sesimbra

Aos colegas interessados:

Aviso n.º 12983/2009. D.R. n.º 140, Série II de 2009-07-22
Câmara Municipal de Sesimbra
Abertura de procedimento concursal comum para o preenchimento de um postode trabalho de técnico superior (médico veterinário)

http://dre.pt/pdf2sdip/2009/07/140000000/2901529017.pdf

[MVM Alcoutim] Contaminação combatida com furo de água

A contaminação com cianobactérias das águas da praia fluvial de Pego Fundo, em Alcoutim, está a ser combatida com recurso a um furo de água para abastecer a estância balnear de modo a permitir o regresso dos banhistas.
Segundo a veterinária municipal, Dalila Barros, a praia começou a ser abastecida por um furo subterrâneo para evitar a contaminação por este tipo de bactérias, semelhantes a algas microscópicas, que obrigou à proibição dos banhos desde terça-feira.
Quando essas bactérias morrem “há libertação de toxinas” que podem causar problemas de saúde, reconheceu a médica, salientando que a água da praia é reforçada pela barragem de Alcoutim, uma albufeira que tem apresentado alguns problemas ambientais porque o leito do rio está estagnado.
“A praia é alimentada por uma barragem” mas “começámos a achar que havia criação de espuma na água” e as análises indicaram uma colónia de cianobactérias que pode “ter implicações na saúde pública”.
“Hoje foram feitas recolhas de água que serão enviadas para o Instituto Ricardo Jorge” e “no final da semana deveremos ter os resultados”, explicou a médica.
No entanto, esta situação está a prejudicar o concessionário da estância fluvial, que costumava receber perto de duas centenas de banhistas nesta época alta.
“Este ano não vou conseguir pagar as despesas dos quatro meses de concessão”, afirmou Fernando Faustino, que lamenta a falta de alternativas no abastecimento de água.
“Como a água começou a ficar escassa”, os serviços camarários fizeram a ligação à barragem numa “tentativa de bombear água mas a bomba foi colocada muito funda e não tinha qualidade”, explicou.
Agora, “não tenho esperança nenhuma que as coisas melhorem” e o “Verão está acabado” com esta interdição de banhos, confessou o empresário.
Por seu turno, o nadador-salvador Igor Sousa lamenta esta situação que prejudica as “muitas pessoas que chegam de longe e que ao verem que a praia está interdita a banhos” cria-se uma situação um “bocado constrangedora”.
“Não temos culpa desta situação” até porque “são questões naturais” mas “é sempre complicado”, afirmou o jovem, que elogia as qualidades da praia fluvial, a poucos quilómetros da costa algarvia.
“É menos confusão” e é uma “praia muito calma que garante muito a segurança para as crianças estarem com os pais”, resumiu.

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1314583&seccao=Sul

Comunicado importante da ANVETEM aos MVMs

Caro Colega Médico Veterinário Municipal,

A actual direcção da ANVETEM tem, no último ano, feito tudo o que esteve ao seu alcance para promover a imagem do MVM e para defender as condições de trabalho já conquistadas mas que, muitas vezes, são diariamente postas em causa.
Tivemos inumeras reuniões com a DGV, Assc. Municipios, Assoc Freguesias, Deputados, tudo para defender as competências que o DL 116 já nos atribuía e que um novo DL dará ou não, aguardamos resultado…
Por outro lado, temos procurado defender e promover também aqueles que não “são” 60/40 e foi muito gratificante verificar que numerosos Colegas adquiriram entretanto esse estatuto, por um lado, e por outro, constatar como cada vez mais Municípios se têm mostrado interessados e disponíveis para contratar médicos veterinários.
Talvez tivessemos podido fazer mais e melhor, aguardamos as vossas críticas, sobretudo as construtivas !
Neste momento, é imperativo que cada Colega pague as suas quotas. Esta solicitação tem a ver com a necessidade de pagar serviços externos, como o site, despesas juridicas (que surgem no decurso de problemas colocados por Colegas), etc
Somos cerca de 284 (236 a 60/40, de acordo com o dl 116/98 de 5 de Maio) e só cerca de 60 pagaram as quotas… Seremos mais fortes com as quotas de TODOS!
Assim, sendo este um esforço da Associação para com os seus Associados, apenas a estes iremos continuar a enviar informação diária, assim como será indispensável o pagamento da quota anual/ inscrição para que possam usufruir das nossas iniciativas, sejam elas os nossos encontros ou até mesmo o nosso apoio, quer jurídico quer de esclarecimento.

Ajudem a ajudar-nos!

Obrigada
ANVETEM

[C.M. de Sintra] recruta mais um Médico Veterinário

Aos interessados:

http://dre.pt/pdf2sdip/2009/07/134000000/2773127733.pdf

[Leiria] Ampliação do canil Municipal

Cerca de três anos depois de ter sido anunciado o projecto de ampliação do canil municipal de Leiria, o espaço pode agora receber cerca de 42 animais, mais 27 da capacidade que tinha.
Pedro Nogueira, veterinário municipal, explicou ao Diário de Leiria que o canil fica dotado de 14 celas, que poderão acolher três animais cada, “consoante o tamanho e o volume do animal”.
Questionado sobre o possível aumento de animais recolhidos durante o Verão, Pedro Nogueira disse que “não há alturas para descanso”. “O único funcionário que existe no canil para fazer a recolha trabalha todo o ano”, esclareceu aquele responsável.
Além da recolha de animais nas ruas de Leiria, o canil dispõe de um serviço gratuito de acolhimento, ou seja, “a Câmara Municipal não cobra dinheiro às pessoas para virem entregar o animal”, situação que Pedro Nogueira acredita levar os donos “a pensar duas vezes” antes de
abandonarem os cães. “Sabem que não pagam nada, e o canil fica cada vez mais conhecido”, frisou.
Os animais entregues ao canil são, sobretudo, “cães velhos ou doentes, que são abatidos de imediato”, adiantou, destacando a aquisição de uma arca congeladora, que irá permitir colocar animais depois de abatidos para serem depois transportados para o aterro.
Contactada pelo nosso jornal, que pretendia apurar a média de animais recolhidos pelo canil, a câmara de Leiria fez saber que os dados “só poderão ser divulgados após supervisão” da vereadora do Ambiente, Neusa Magalhães, que se encontra de férias. Ainda assim, o Diário de Leiria apurou junto do veterinário municipal que o número de animais recolhidos
não tem aumentado nos últimos anos.

Ainda nos Açores – Angra disponibiliza cuidados veterinários a animais adoptados

A Câmara de Angra do Heroísmo vai disponibilizar cuidados veterinários, designadamente vacinação, desparasitação, identificação electrónica e esterilização cirúrgica aos animais adoptados provenientes do canil intermunicipal “A Casota”.
A medida tem por objectivo aumentar o número de adopções e diminuir o abandono de animais.
Para garantir a aplicação da medida a presidente da Câmara de Angra, Andreia Cardoso, assinou ontem um protocolo com clínicas veterinárias do concelho (Vet Corpo Santo, Vet Angra, Clínica Veterinária de São Pedro e Clínica Veterinária do Bailão).
Esta iniciativa insere-se na política de “bem-estar animal que a autarquia tem vindo a desenvolver”.
Andreia Cardoso recordou, a propósito, que no passado mês de Maio foi realizada uma campanha de sensibilização para a adopção animal destinada aos alunos do primeiro ciclo das escolas do concelho de Angra.
Na sequência da campanha a autarquia tem organizado diversas visitas dos alunos ao canil intermunicipal.

http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=16811

[Açores] Transportadores de pão esclarecidos em Angra por GNR e MVM

Os transportadores de pão foram esclarecidos sobre as regras de transportee venda daquele produto numa sessão realizada esta semana, em Angra do Heroísmo, pela Câmara do Comércio.
Na sessão de esclarecimento, o cabo da GNR João Martins alertou para a obrigatoriedade de abater a entrega do pão numa folha anexa ao documento de transporte, em cada distribuição/venda, ou seja, porta a porta. Por seu turno, a mesa de panificação disse que esta situação “é muito difícil de cumprir, porque não se adequa à realidade da panificação”.”A distribuição de pão é feita muito amiúde, dificultando esta metodologia”, acrescentou. Os empresários alertaram para o facto de estar a ser “aplicada a punição por não estarem inseridas a data e hora de fim do transporte”, adiantando que isso é “quase impossível de se prever, logo muito difícil de cumprir”. A GNR salientou que esta questão não é punida por lei, pelo que devem comunicar a esta entidade sempre que alguma irregularidade ocorra. Perante esta questão, os empresários convidaram a GNR a acompanhar os transportadores de pão, o que foi aceite.
Os empresários frisaram ainda a necessidade de uma acção mais efectiva no combate à economia paralela. A GNR indicou que continua a sua acção, que tem surtido efeitos, tendo já sido levantados 49 autos este ano. O cabo João Martins referiu igualmente que a GNR actua em casas particulares, pelo que é importante denunciar este casos, para que possam actuar.
Na ocasião, o médico veterinário Diogo Costa apresentou as exigências em termos de higiene e segurança alimentar no transporte de pão, tendo salientado as mais-valias alimentares do pão. Foram referidas as características técnicas que as viaturas devem ter, bem como as inscrições que devem estar no exterior – “transporte de pão” ou “transporte e venda de pão”. Foi igualmente exposto que a caixa de carga não pode ser utilizada para outros fins.
Além disso, o vestuário do pessoal afecto à distribuição de pão tem de ser branco ou de cor clara. Diogo Costa referiu ainda que a Organização Mundial de Saúde recomenda que cada pessoa consuma cinquenta quilos de pão por ano, o que deixou osempresários satisfeitos.

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