Evolução da Higiene Pública Alimentar em Lisboa – 3a parte

Inauguração do Matadouro do Olival – 1957
Boa tarde,
junto mais um artigo sobre higiene publica.
(Veja aqui o artigo completo)
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Carlos Morbey Chefe de Divisão de Inspecção e Fiscalização
Departamento de Abastecimentos
Direcção Municipal das Actividades Económicas
Câmara Municipal de Lisboa

[Seixal] I Jornada sobre boas práticas – dia 7 de Novembro – Convite aos MVMs

O presente encontro tem como objectivo promover a reflexão sobre um conjunto de temas candentes na área da protecção de animais (sobretudo de canídeos e felídeos domésticos). São, por isso, interlocutores privilegiados as entidades, associações e particulares que desenvolvem trabalho neste domínio, que desde já convidamos.
Partimos, porém, de alguns pressupostos: não é possível tratar, de forma produtiva, numa única jornada de trabalho, os inúmeros aspectos que carecem de abordagem. Decidiu-se, por isso, que as comunicações e os períodos de debate (com arbitragem da relevância das intervenções) se subordinarão apenas aos três painéis temáticos indicados. Por outro lado, a reflexão e a partilha de experiências devem contribuir para melhorar práticas, delinear orientações sobre rumos futuros e traçar objectivos.
Procurar-se-á, por conseguinte, findo o evento, elaborar resumos e recomendações que possam nortear futuros desenvolvimentos na área.

INSCRIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO

Os participantes devem inscrever-se até 5 de Novembro de 2009, enviando a ficha de
inscrição em anexo para encontro.seixal2009@gmail.com.

APRESENTAÇÃO DE COMUNICAÇÕES
As comunicações deverão estar relacionadas com os painéis temáticos. A organização do encontro reserva-se o direito de proceder a uma seriação das mesmas em função da sua relevância.
Duração da apresentação: 15 minutos
Data-limite para recepção de comunicações: 25 de Outubro de 2009
Formato: Word ou Powerpoint
A lista de comunicações/oradores e o programa serão oportunamente apresentados.

ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHOS
A cada painel de comunicações seguir-se-á um período de debate com moderador.

ADAPO – I CãoPaper

No dia 4 de Outubro (Dia do Animal) a ADAPO – Associação de Defesa dos Animais e Plantas de Olhão, realizou o CãoPaper, evento no qual reuniu cães e donos numa série de jogos.
Começamos por tirar fotografias a todos os participantes com os seus respectivos cães antes do inicio das provas. A seguir o Veterinário Municipal conferiu se os boletins de vacinação. Depois foi a vez de 18 lindos cães começaram as provas (concurso de beleza, pinos, ordem e corrida).
Ainda houve tempo para uma demostração de ordem e obidiência feita pela AHCTA – Associação Humanistica de Cães de Trabalho do Algarve .
E para finalizar entregamos os prémios e brindes a todos os concorrentes.
Um grande Obrigado a todos… Para o ano há mais!

[Paços de Ferreira] Canil Municipal pronto dentro de meio ano

Já começou o movimento de terras no terreno onde vai ser construído o Canil Municipal de Paços de Ferreira, no pólo empresarial nº 3, em Carvalhosa, fora de área residenciais.
A concretização desta infra-estrutura permite colmatar uma carência de muitos anos no município, ultrapassada com o contrato realizado entre o Município pacense e o Canil de Matosinhos que permitiu à Câmara Municipal lançar uma campanha de adopção de cães abandonados, que em dois anos permitiu encontrar um lar para 180 cães de rua, cujo modelo foi solicitado e implementado por outros municípios.
O Canil Municipal estará concluído daqui a meio ano e terá, numa primeira fase 2 módulos, com 40 boxes individuais, com zona de sombra e sol.
Trata-se de uma estrutura pré-fabricada de grande qualidade, arejada e muito higiénica, que permite conferir dignidade à vida dos animais depois de retirados da rua.
O futuro canil contempla, para além dos espaços individuais para os animais, duas zonas distintas: uma sala para tratamentos pelo Veterinário Municipal e uma cozinha para preparação das refeições para os animais.
De salientar que o Canil possibilitará aos munícipes um contacto mais próximo com os animais que pretendem adoptar, que até agora o têm feito através de fotografias, colocadas no site da Câmara Municipal.
Depois de concluído o canil, é objectivo do Município prosseguir com a Campanha “Adopção com Responsabilidade”, ao abrigo da qual a Câmara Municipal disponibiliza, gratuitamente o micro-chip (obrigatório por lei) e a vacina anti-rábica para os animais de rua que são adoptados.

http://www.jornaltvs.net/noticia.asp?idEdicao=182&id=22405&idSeccao=2707&Action=noticia

Sindicato dos Médicos Veterinários aplaude lei que proíbe animais nos circos

Francisco Camacho, do Sindicato dos Médicos Veterinários, diz que é a favor da nova legislação. Francisco Camacho refere que os circos deviam ter as mesmas condições que os jardins zoológicos o que considera «impossível».
Coordenador de Doenças Infecciosas do Instituto Ricardo Jorge, Jaime Nina, afirma que a lista de doenças que pode ser transmitida pelos animais aos seres humanos é longa, mas diz que o caso dos circos «é uma gota no oceano». Jaime Nina adianta ainda que os animais têm mais facilidade de contrair doenças dos seres humanos do que o contrário e que a lei não vai ter impacto na saúde pública
A portaria é contestada pelos empresários do sector, mas os veterinários consideram adequadas as medidas que impedem os circos de comprarem animais de certo porte ou que sejam considerados perigosos, bem como a reproduçãodos exemplares que já estão na posse das companhias.
Francisco Camacho, o presidente do Sindicato dos Médicos Veterinários, realça que o controlo sanitário dos animais é muito difícil e que nem sempre estes habitam nos circos nas melhores condições. Por este motivo, é a favor da nova legislação.
Sobre este assunto, o coordenador de Doenças Infecciosas do Instituto Ricardo Jorge, Jaime Nina, afirma à TSF que do ponto de vista da saúde pública, o número de animais que vive nos circos não é de molde a representar um risco sério.
O especialista diz mesmo que o público que vai ao circo acaba por ser mais perigoso para os bichos.
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1389439

IOL Diário – Circos vão deixar de ter macacos, elefantes , tigres e leões

Os circos vão deixar de poder adquirir macacos, elefantes, leões ou tigres, depois de ter entrado em vigor esta terça-feira a portaria 1226/2009 (clique para ver).
De acordo com a agência Lusa, esta divulga uma lista de espécies consideradas perigosas, pelo seu porte ou por serem venenosas, que só podem ser detidas por parques zoológicos, empresas de produção animal autorizadas e centros de recuperação de espécies apreendidas.
Desta lista de excepções não fazem parte os circos nem as lojas de animais. A nova lei irá ainda impedir a venda de cobras de grande porte ou venenosas, algumas aranhas ou lagartos.
Otárias, focas, hipopótamos, pinguins, crocodilos, avestruzes, tartarugas marinhas e de couro, assim como serpentes, centopeias e escorpiões também fazem parte desta lista.
O Ministério do Ambiente explica, no preâmbulo do diploma, que estas novas medidas têm como finalidade a conservação dessas espécies, bem como o bem-estar e saúde dos exemplares e também a garantia de segurança, do bem-estar e da comodidade dos cidadãos «em função da perigosidade, efectiva ou potencial, inerente aos espécimes de algumas espécies utilizadas como animais de companhia».
A portaria ressalva a situação dos espécimes já detidos aquando da entrada em vigor da lei, esta terça-feira, bem como dos híbridos dele resultantes, que devem ser registados no Instituto da Conservação da natureza e Biodiversidade (ICNB) no prazo de 90 dias.
Os detentores de espécimes das espécies listadas no diploma têm de ser maiores de idade e fazer o registo no ICNB.
http://diario.iol.pt/noticia.html?id=1095227&div_id=4205

[Madeira] Inauguração do canil/gatil municipal de Porto Santo

Alberto João Jardim, na inauguração de um canil/gatil na “ilha dourada”, destacou a importância de uma infra-estruturas daquelas para o turismo.
O presidente do Governo Regional disse ontem, na inauguração do novo canil/gatil do Porto Santo, que apesar do avanços verificados ao longo da história e de vivermos numa civilização de respeito pela vida, continua nahaver falta de respeito pela vida. De acordo com Alberto João Jardim, «embora a Constituição diga que a vida humana é para ser respeitada, há depois legislação que é perfeitamente inconstitucional e que, num Estado que não é sério, aparece, portanto, como sendo constitucional». Mas, prosseguiu o chefe do Executivo madeirense, «é este respeito pela vida que, muitas vezes, a própria civilização, em nome do comodismo, em nome do egoísmo, em nome de um certo epicurismo – e eu sou um epicurista – mas em nome de um epicurismo mal entendido, às vezes vai desrespeitando».
Alberto João Jardim, que começou por felicitar o presidente da Câmara Municipal do Porto Santo, pela escolha da data de inauguração destecanil/gatil dado que este fim-de-semana se assinalou o Dia do Animal, e ontem foi o Dia da Implantação da República Portuguesa, disse ainda que «há uma matriz fundamental na nossa civilização judaico-cristã que é oprimado da pessoa humana, o primado da vida. E nesse primado da vida há também um grande respeito da nossa civilização pela natureza. Não há dúvida que o século passado foi péssimo nas guerras e no desrespeito pela vida humana. Mas é um século fantástico porque se começam a desenvolver grandes movimentos que compreenderam que era preciso proteger a natureza, que era preciso haver políticas ecologistas, que às vezes são mal entendidas e que são utilizadas para fins políticos. Mas, houve uma grande consciencialização a partir do século passado, também com tudo o que dizia respeito à natureza».
O Porto Santo, tal como afirmou o chefe do Executivo madeirense, «é um centro de férias do mundo civilizado, do mundo ocidental. Tenho a certeza que será cada vez mais procurado pelos destinos, pelas mais diversas origens possíveis e todos nós sabemos o que o animal doméstico representa nas famílias dos países mais civilizados». Conforme referiu, o animal doméstico representa muito, às vezes, «porque as famílias, hoje, são pouco numerosas. E, depois, quando os filhos crescem vão trabalhar, casam-se. Há um certo isolamento. Hoje, um dos dramas da civilização desenvolvida é que as pessoas vivem melhor, têm melhores meios, mas estão mais sós muitas vezes. E aí o animal tem sido, em muitos casos, a companhia da pessoa. Não há dúvida que, embora o afecto entre seres humanos seja uma coisa completamente diferente, compreende-se que havendo o animal de estimação, que é uma companhia, que faz parte, acerta altura, do “modus vivendi” familiar, que haja também um certo sentimento de afecto em relação a esse animal». Por isso, rematou Alberto João Jardim, «quando se quer fazer grandes centros de desenvolvimento de turismo na Europa, há o cuidado de ter instalações deste género», o que levou o chefe do Executivo madeirense a felicitar, novamente, o presidente da edilidade porto-santense, pelo facto de, com verbas suportadas pela autarquia, ter tido a visão para aquela obra. A este propósito, Alberto João Jardim disse ainda que «esta é uma infra-estrutura fundamental para atrair pessoas ao Porto Santo. Mais a mais, que tem aqui também excelentes cuidados veterinários. A ilha está muitíssimo bem apetrechada, quer em pessoal humano, quer tecnicamente, quer em remédios e outras coisas que são precisas. A ilha está bem apetrechada para dar resposta a estes problemas de patologia animal». Na opinião do chefe do Executivo madeirense, este é mais um motivo de felicitação a Roberto Silva que construiu um empreendimento que não foi feita para animais. Pois, tal como afirmou, «o que fez aqui foi algo de humano, algo que foi de encontro aos sentimentos, às preocupações, às motivações do ser humano. Não tem esta obra para servir os animais, tem esta obra para servir a pessoa humana, respeitar os respectivos sentimentos e para fazer a pessoa humana se sentir mais segura e feliz, inclusivamente, no afectos que tem direito de dedicar, seja o que for».
Já o presidente da Câmara Municipal do Porto Santo, que começou por recordar que esta era uma aspiração com algum tempo, disse que a abertura deste canil/gatil é um enorme motivo de satisfação. Para isso, recordou o autarca, foi necessário fazer um grande esforço por parte da edilidade por forma a ter uma infra-estrutura daquela natureza. E é um motivo de orgulho, tal como referiu Roberto Silva, por ser «oprimeiro canil/gatil da Região, oficialmente, com todas as normas e regras como a legislação», sendo por isso com satisfação que o autarca vê aquele empreendimento no Porto Santo que, de certeza, será aproveitado por todos os porto-santenses». Conforme referiu, este canil/gatil cumpre com todos os requisitos previstos na legislação em vigor e constituirá uma mais-valia para o Porto Santo. Trata-se, segundo Roberto Silva, de um recinto que ocupa uma área 2.276, divido em três áreas, a administrativa, a veterinária e o canil/gatil propriamente dito. É composto por 37 boxes caninas, quatro de isolamento e três de maternidade e 16 boxes para gatos. Segundo Roberto Silva, o novo canil/gatil representou um investimento da Câmara Municipal do Porto Santo na ordem dos 838 mil euros.
O canil tem sala de tratamento dos cães e gatos e zonas de preparação de alimentação para os referidos animais, para além de um serviço de limpeza adequado. Esta infra-estrutura modelar, da responsabilidade da Câmara Municipal do Porto Santo, vem colmatar uma lacuna existente naquela ilha, dando assim melhores condições aos animais e possibilitar aos residentes e turistas um local onde podem deixar os animais e também tratá-los.

Nota da ANVETEM: Porto Santo destaca-se da realidade dos restantes Municípios da Região Autónoma da Madeira, apostando na contratação de médicos veterinários paraseus colaboradores e no investimento em estruturas condignas e modernas para os animais errantes (bem como equipamentos e material), beneficiando-os com as condições de saúde, segurança e bem-estar que tanto merecem, contribundo assim para um impacto positivo na protecção daprópria segurança dos cidadãos bem como da saúde pública, pois nunca é demais relembrar que saúde há uma só: saúde humana mais saúde animal.

Autarca do BE permite "rodeos"

A única autarca do Bloco de Esquerda nada tem contra o ‘rodeo’ que se realizou no concelho, mesmo que o partido que representa o queira proibir. Na oposição, sobretudo à esquerda, já se tenta capitalizar.
Sábado foi noite de ‘rodeo’ à brasileira, na Praça de Touros de Salvaterra de Magos. O acontecimento nada teria de extraordinário, não fosse o caso de este ser o único município do País presidido por uma autarca eleita pelo Bloco de Esquerda, único partido que incluiu a proibição dos ‘rodeos’ no seu programa eleitoral das legislativas.
A Câmara de Salvaterra de Magos, é certo, nada teve a ver com a organização deste espectáculo. A praça de touros pertence à Santa Casa da Misericórdia e foi alugada por uma noite pela produção do ‘rodeo’ que está em digressão pelo país. Mas foi o suficiente para abrir polémica.
Desde logo, polémica partidária, pela mão da CDU, com o deputado António Filipe a sublinhar no twitter que “o trabalho autárquico de Salvaterra de Magos está nos antípodas do que o Bloco de Esquerda defende – e não só nos ‘rodeos’”. Mas também polémica sobre o dito evento, com outro deputado, ao caso socialista – e vereador da Câmara de Salvaterra de Magos – Nuno Antão, a comentar na mesma rede social “o grande barrete que esta malta levou no ‘rodeo’ . Pagaram 10 euros de entrada para ver os brasileiros aos saltos em cima de cabrestos e os cavalos não chegaram a vir”.
A presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, Ana Cristina Ribeiro, afirma-se aficcionada e defensora dos touros de morte. “O facto de ser aficcionada e do Bloco ser contra os ‘rodeos’ e os touros de morte não impede que em Salvaterra de Magos a presidente eleita pelo Bloco seja aficcionada”, afirmou ontem Ana Cristina Ribeiro.
A autarca justifica esta aparente contradição com “o enorme respeito ente nós e os dirigentes do Bloco, em que eles respeitam as opções da sua presidente em Salvaterra, assim como eu respeito as opções e linhas estratégicas do Bloco”. Quanto a Francisco Louçã, não comentou o caso.

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1381525&seccao=Sul

[Sintra] Novo canil custa um milhão e meio

Até ao final de 2010 o Gabinete Médico Veterinário Municipal de Sintra irá dispor de novas instalações com canil e gatil, onde a autarquia vai investir um milhão, quinhentos e trinta mil euros.
As novas instalações vão nascer ao lado do velho canil, no local onde funcionou o matadouro de Sintra. O equipamento vai ter sala de cirurgia, área de adopção para até 200 animais, local para animais de grande porte e 54 ‘celas’ de quarentena. “Desconheço outro igual, embora haja bons exemplos de menor dimensão”, revela Alexandra Pereira.”Esta equipa criou um novo nível de exigência em relação ao bem-estar animal e hoje temos um Gabinete Médico-Veterinário muito diferente do que encontrámos depois de 30 anos em que não se fez nada em Sintra”, considera o vereador.

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1380567&seccao=Sul

[Dia do Animal] Uma imagem vale mais que mil palavras

[Angra] Cãominhada “invadiu” as ruas da cidade

[Coimbra] Estrelas de quatro patas brilharam no Parque Verde


[Valongo] Parque da cidade “cheio” para celebrações dos animais
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