Medalhas de Identificação para animais

http://www.encontra-me.org/identificacao/

Quando a prioridade é proteger um animal em caso de desaparecimento, ao
escolher uma medalha de identificação, é essencial considerar estes três
importantes factores: durabilidade, legibilidade e visibilidade. Não
interessam medalhas que possam já estar desgastadas ao fim de um ou dois
anos, não interessam medalhas cujos contactos não sejam facilmente
legíveis ou que fiquem ilegíveis com o passar do tempo, nem interessam
medalhas que sejam pouco ou nada perceptíveis no meio do pêlo do animal.

Na eventualidade de o seu animal se perder, é vital que quem se cruze com
o seu animal detecte facilmente a medalha de identificação e consiga ler
as informações de contacto. A nossa prioridade é a segurança e a protecção
dos animais, incluindo do seu animal. Por isso, após uma exaustiva
procura, trazemos-lhe estas atraentes medalhas que preenchem eficazmente
os objectivos pretendidos: são em aço inoxidável (sendo, portanto,
extremamente resistentes e duradouras até em animais muito activos), têm
gravação profunda (os contactos ficam legíveis por largos anos) e têm
cores chamativas (sendo mais facilmente detectáveis à distância).

Direcção Regional de Agricultura “ensina” a fazer registos de canídeos

http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=138984&sup=0&sdata=

A Direcção Regional de Agricultura está, através da Direcção de Serviços
de Produção e Saúde Animal, a desenvolver acções de formação junto dos
médicos veterinários e de funcionários das Juntas de Freguesia. O
objectivo é chamar a atenção para o registo dos canídeos.
Em declarações ao JM, a directora de Serviços de Produção e Saúde Animal,
Fátima Sousa, lembra a existência de uma rede regional de registo dos
cães.
Segundo Fátima Sousa, «estas acções de esclarecimento, que têm estado a
ser ministradas pelo veterinário João Carlos Dória, foram concretizadas,
porque uma das obrigações da DSPSA é fazer o controlo e o registo dos
canídeos na Região, até porque eles podem ser portadores de doença e, como
tal, podem estar em causa questões de saúde pública».
«Nós temos notado que esta parte do registo dos canídeos, embora esteja a
ser feita pelas Juntas de Freguesia, tem registado muitos lapsos, porque
havia Juntas que não estavam sensibilizados para o efeito, outras não
tinham os meios suficientes e outras porque as pessoas não percebiam o
processo, apesar de já termos falado, mais de uma vez, nesta situação»,
realça.
Neste momento, adianta, «a intenção primordial é fazer perceber qual é o
propósito de se ter os animais de companhia registados e licenciados, para
já porque é preciso imputar a responsabilidade de detentores dos cães aos
seus donos».
«Hoje em dia existe um cenário de crise e é muito fácil abandonar os cães.
Depois, há sempre alguém que os apanhe e os leve à SPAD ou ao canil
municipal, que estão cheios», acrescenta.
Segundo Fátima Sousa, «esta legislação que está a ser abordada contempla
setenta pessoas e está vocacionada para os médicos veterinários e para os
funcionários das Juntas de Freguesia». «Já tivemos quatro sessões, duas
para os médicos veterinários e duas para os funcionários. No mês de
Dezembro, haverá mais uma para cada», disse ainda.
Junto dos veterinários, o objectivo é, recorda, «que eles procurem incutir
junto dos donos dos cães a importância do acto, porque quando se coloca um
chip no animal, não é só para os casos em que ele se perca, é também para
os casos em que ele é abandonado se possa identificar mais facilmente o
seu dono».
Recorde-se que a lei obriga a todos os cães, nascidos depois de Julho de
2008, terem o chip de identificação. Se não o fizerem, incorrem numa
legalidade.
«Claro que não temos capacidade para fiscalizar todos os casos, mas temos
recebido várias denúncias. Muitas vezes, nós deslocamo-nos às casas das
pessoas e vemos que os animais não estão identificados, nem sequer
registados. E as pessoas nem sequer sabem que era preciso», recorda.
Fátima Sousa afiança que «os médicos veterinários podem ajudar a
sensibilizar as pessoas». Por parte das Juntas, «não sabiam que papel era
preciso, o que fazer com o papel, como aceder às bases de dados regional e
nacional».
Aquela responsável considera que, com esta acção intensiva, conseguir-se-á
apurar melhor os procedimentos, sobretudo nos casos de morte do cão ou de
mudança de dono».
«As pessoas têm um cão, depois dão-lo, só que nunca alteraram a posse e
depois vêem-lhes imputada a responsabilidade do mesmo Alertamos para que
tenham a situação regularizada», conclui.

Seminário – Saúde Pública Veterinária em prol da Saúde Pública nos Açores

Nos dias 3 e 4 de Dezembro vai decorrer no Royal Garden Hotel, S. Miguel, o Seminário subordinado ao tema “Saúde Pública Veterinária em prol da Saúde Pública nos Açores”, organizado pela Delegação Regional da OMV dos Açores, com o patrocínio  do Governo Regional dos Açores.

Este seminário irá abordar temas relevantes da profissão médico veterinária, tais como:
– Importância da sanidade animal na saúde pública;
- Leptospirose humana e o papel do Médico Veterinário no controlo desta zoonose;
- Zoonoses abortivas nos bovinos;
- Saúde pública e saúde comunitária;
- Virus Influenza de origem animal;
- Etiologia do cancro em humanos e animais;
- Boas práticas para a eliminação de resíduos das clínicas veterinárias.

Para consultar o programa, clique aqui.

e-Conferência “The New Veterinary Public Health; strateg ies and interaction of the Animals Health and Human Medicine”

O conceito “Um só Mundo, Uma só Saúde” surgiu nos Estados Unidos em 2006 no seio da “Associação de Médicos Veterinários” (AVMA) como uma forma de encorajar a interdisciplinaridade. Um ano mais tarde, a Associação Americana de Medicina (AMA) aceitou este desafio e em conjunto promovem actualmente uma TASKFORCE com a finalidade de promoverem uma maior colaboração entre diferentes profissões com responsabilidades na área da saúde.

Em 2008 este desafio foi aceite pela OMS, FAO e OIE. Como conceito inovador que é, existem muitas perguntas em aberto e que objectivos concretos se pretendem atingir. Ao promover a e-Conferência “The New Veterinary Public Health; strategies and interaction of the Animals Health and Human Medicine”, financiada pelo Programa ALFA da União Europeia(DCI-LA/2008/75), o Projecto SAPUVETNET III “Contributing to the Millennium Development Goals through the One Health Concept” tem como objectivo principal contribuir para a uma discussão aberta e sem barreiras sobre o que queremos para a formação de profissionais de saúde, que frequentemente não potenciam os conhecimentos adquiridos por não os partilharem/discutirem com profissionais de outros sectores. Neste princípio de milénio, e após se ter pensado que as doenças transmissíveis pertenciam ao passado, observa-se um recrudescimento das mesmas, com um peso importante nas doenças transmitidas por vectores e intervenção de animais no seu ciclo. Como e o que devemos ensinar aos novos profissionais de saúde? Como nos devemos organizar a nível da sociedade para melhor as prevenir? Estas e outras questões esperam pela sua participação.
Vá a http://www.sapuvetnet.org , seleccione Eventos Futuros e informe-se de como participar neste evento.

Agradecemos muito a sua participação bem como a divulgação deste evento a possíveis interessados.

Atenciosamente

Manuela Vilhena

Adopção de Cães – Câmara de Gaia promove campanha de sensibilização

 

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O Departamento Municipal de Ambiente e Salubridade da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia promoveu uma nova Campanha de Adopção de Canídeos que decorreu no parque de estacionamento do Gaiashopping. Trata-se de uma iniciativa que já vai na terceira edição e com significativa adesão de pessoas. Esta campanha tem como objectivo informar, quer os novos adoptantes ou quem já tem animais, dos cuidados essenciais, como promover a esterilização com vista a diminuir o número de abandonos e divulgar outro tipo de informação importante. O Município pretende que os munícipes se envolvam numa causa tão nobre como a de ajudar animais abandonados. A organização manifestou-se muito satisfeita com as campanhas realizadas e está a preparar uma outra já para o próximo dia 19 de Dezembro, mas, desta vez, será no novo Centro de Reabilitação Animal que reúne todas as condições para este tipo de iniciativas, como explicou o Engenheiro António Dias, responsável por aquela infra-estrutura: “Está prevista uma nova campanha já no próximo mês de Dezembro. Será a primeira no nosso Centro de Reabilitação Animal e uma oportunidade para dar a conhecer as novas instalações. A partir do próximo ano, estamos a pensar criar o dia mensal do animal, independentemente de todos os dias ser possível efectuar adopções. Iremos tentar arranjar um padrinho ou um patrocinador com o intuito de lhe dar uns mimos e que adopte um animal”. O Dr. António Peres, médico veterinário municipal, explicou os cuidados que as pessoas devem ter com os seus animais de estimação: “Todos devem tratar bem os seus animais, dando-lhe amor, porque eles também precisam, não é só alimentá-lo. O que nós queremos, quando as pessoas vão adoptar um animal, é que os tratem bem. Penso, no entanto, que quando alguém se desloca ao canil para adoptar um animal é porque o vai tratar bem”. Diariamente, entre as 9 e as 17 horas, qualquer munícipe pode deslocar-se às instalações do Centro de Reabilitação (junto ao Quartel dos Sapadores Bombeiros, em Oliveira do Douro) e adoptar um animal, já com a vacinação anti-rábica e a identificação electrónica feitas.

Eleições OMV – 12 de Dezembro – Vote colega!

A ANVETEM informa sobre a realização de eleições na Ordem dos Médicos Veterinários, que decorrerão no dia 12/12, apelando à participação de todos os Colegas.
As listas candidatas têm a particularidade de contar, nas respectivas equipas, com a colaboração de diversos médicos veterinários municipais.
A ANVETEM considera muito importante a participação de todos neste sufrágio, contribuindo assim para a construção de uma Ordem que esteja cada vez mais próxima da Classe, sentindo os seus problemas e contribuindo proactivamente para a respectiva resolução.

Dia 12, Vote! (pode fazê-lo por correspondência)

Obrigada
ANVETEM

http://www.omv.pt/noticias/eleicoes-omv-listas-candidatas

Esclarecimento de dúvida sobre o PACE pela DGV

Exmº Sr. Director Geral de Veterinária,
Tendo surgido dúvidas a Colegas de diversas zonas do País, vimos por este meio solicitar o seguinte esclarecimento. No âmbito do  Pace, todos os estabelecimentos de comércio a retalho de carnes e de produtos à base de carne  (Talho)  e de comércio a retalho de produtos da pesca e aquicultura (Peixaria) devem ser controlados e avaliados.
Muitos destes estabelecimentos, estão inseridos em estabelecimentos de venda de outros produtos alimentares e não alimentares.
Apesar de terem sido  licenciados, de acordo com o revogado DL 370 e agora o DL 259, como Secção  de Talho ou Secção de Peixaria, entendemos que são, para todos os efeitos  estabelecimentos de talho e peixaria, como é o caso de supermercados e mercearias com estas secções.
Na maior parte dos casos, a probalilidade de risco que essas secções de talho e peixaria envolvem, por se encontrarem inseridas em locais onde se comercializam outros produtos alimentares e não alimentares, é maior.
Solicita-se, pois, o devido esclarecimento se a noção de talho/peixaria deve-se entender- se abrangendo as referidas secções.

Antecipadamente gratos pela atenção dispensada, apresentamos os nossos melhores cumprimentos,
ANVETEM
—————-

Ex.mos Colegas,
Na acepção da legislação sobre higiene, o risco está relacionado com o
produto e não com o regime de licenciamento, ou se o estabelecimento a retalho tem outras actividades.
Assim, sendo o objecto de verificação a venda a retalho de peixe e carne, devem ser estes os visados nas vistorias, qualquer que seja a restante estrutura comercial em que se inserem.
Do português corrente, as palavras talho e peixaria significam local em
que se vende a retalho peixe ou carne, mas não condicionam ou determinam qualquer regime de exclusividade do regime de licenciamento. Podem estar incluídos em qualquer estabelecimento.
Concordamos que a probabilidade de contaminação cruzada pode ser maior em locais com mais do que uma actividade, dependendo das circunstâncias em que é desenvolvida, o que é verificável em sede na vistoria.
Com os melhores cumprimentos,

Francisco Santos
Médico Veterinário
Direcção Geral de Veterinária
Direcção de Serviços de Higiene Pública Veterinária
Divisão de Planificação de Inspecção Higio-Sanitária dos Produtos de
Origem Animal

Concurso para MVMunicipal de Vagos e Oliveira do Bairro

Para os interessados:

MUNICÍPIO DE VAGOS
Abertura de procedimento concursal comum para técnico superior -  médico veterinário:
http://dre.pt/pdf2sdip/2009/11/221000000/4631546316.pdf

 

MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DO BAIRRO
Abertura de procedimento concursal comum na modalidade de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado, tendo em vista o preenchimento de um posto de trabalho para a carreira de técnico superior, para o exercício de funções de médico veterinário
http://dre.pt/pdf2sdip/2009/11/222000000/4651146513.pdf

Novo regulamento de subprodutos de origem animal

Para conhecimento do Médico Veterinário Municipal, segue novo regulamento sobre produtos de origem animal, que revoga o o Reg.(CE) nº 1774/2002.

Obrigada
ANVETEM

http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2009:300:0001:0033:PT:PDF

[Porto] Deixados no cemitério

Sepulturas e capelas abandonadas de Agramonte abrigam colónia de gatos.
Autarquia prevê esterilização e campanha de adopção

Á porta do cemitério de Agramonte, no Porto, não há um buraquinho para estacionar carros. Há gente que, “numa fugida” à campa de familiares, deixa os veículos de qualquer forma. Porém, mal se entra no cemitério a confusão da cidade parece ficar a quilómetros de distância.

Talvez, por isso, este seja o local preferido para quem como Rosa Maria Dias, 65 anos, o visita diariamente para se sentir “em paz”. Espaço privilegiado para ela e para uma colónia de gatos que por ali vagueia, nos corredores de sepulturas abandonadas.

São às dezenas, de vários tamanhos e cores, ainda que predominem os felinos pretos e pretos e brancos. As diversas “famílias” que se espalham pelo cemitério têm ainda a particularidade de serem dominadas por fêmeas.

“Os vários cemitérios do Porto têm muitos gatos. Este não é excepção”, conta, ao JN, um dos funcionários de Agramonte, que já se “habituou” à presença dos animais, ao ponto de conhecer “os esconderijos”. “Ó Preta!”, chama o homem mal se cruza com uma gata que pára ao chamamento e fica a olhá-lo fixamente.

Aliás, outra característica desta comunidade de gatos é que, de tanto estar habituada ao entra e sai de pessoas, não se mostra muito assustada. Porém, tentar apanhar algum destes bichos pode tornar-se numa tarefa inglória.

O mesmo funcionário explicou que o aumento constante de gatos no cemitério de Agramonte fica a dever-se, sobretudo, a dois factores: “Às pessoas que abandonam os animais neste local e às outras que vêm de propósito dar-lhes comida”. “Ainda há uma semana deixaram aqui ficar mais dois pequeninos”,
acrescentou. Certo é que os lugares preferidos dos felinos no cemitério de Agramonte são os jazigos e capelas abandonados.

A Câmara do Porto esclareceu, ao JN, que esta colónia de gatos está, realmente, ” identificada como composta por um número excessivo de indivíduos”, explicando que as causas para este “descontrolo populacional” estão associadas “à disponibilidade de alimento em excesso colocado por
munícipes e trabalhadores”, assim como pela oferta de “abrigo nas estruturas do cemitério”.

Ainda assim, a Autarquia que passará a “proibir a distribuição de alimento no cemitério”, tem prevista “a captura dos gatos existentes” para uma “avaliação clínica dos animais”. Com a ajuda de associações de protecção animal estão também a ser acauteladas “esterilizações” e a “adopção dos animais”.

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1413476

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