Duas pessoas morreram de raiva nos últimos meses e pelo menos 500 foram atacadas e mordidas por morcegos sugadores de sangue em regiões do Norte do Peru, anunciou terça-feira o Ministério da Saúde local.
Cinco distritos da província de Loreto, a mais de mil quilómetros de Lima,
estão a assistir a uma invasão deste morcego hematófago, também conhecido por vampiro, declarou Ana Maria Navarro, encarregada do departamento ministerial responsável pela estratégia sanitária das zoonoses (doenças infecciosas transmitidas por animais).
«É uma zona de risco. Este tipo de mordedura em pessoas tem-se produzido com frequência», sublinhou Ana Maria Navarro, acrescentando que uma equipa de epidemiologistas e de veterinários do Ministério foi enviada para a zona, com vista a levar a cabo uma campanha de vacinação.
As autoridades emitiram, na semana passada, um alerta sanitário para um
possível surto de raiva na região de Loreto.
Os morcegos hematófagos – que habitam geralmente na região amazónica e também podem ser encontrados nas montanhas andinas do Peru – alimentam-se de insectos mas também de sangue, que sugam aos animais do seu ambiente florestal.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=420339
A Câmara Municipal de Castro Verde anuncia que aprovou recentemente o
Plano de Contingência contra a Gripe A (H1N1) como objectivo de “assegurar que a organização dos serviços se mantém activa em cenário de pandemia”.
As medidas aprovadas já estão no terreno. O Plano define como “actividades essenciais” as desenvolvidas pelos “grupos executivos”, e pelos sectores do tratamento de águas para abastecimento público, recolha de resíduos sólidos e urbanos, reparação de condutas (condutores de máquinas, pedreiros e canalizadores), armazenagem de materiais, coveiros e veterinário municipal.
O município avançou com um Plano de Informação/Sensibilização junto dos funcionários. A informação foi distribuída em panfleto, juntamente com o recibo de ordenado de cada trabalhador da autarquia. Outras das medidas
tomada recaiu sobre a implementação de um panfleto – “Lavagem das Mãos” – nos lavabos de todas as instalações municipais. Paralelamente, foram também distribuídas pelos trabalhadores embalagens de 500ml de uma solução alcoólica, sob a forma de gel, para a correcta higienização das mãos, assim como embalagens de 250ml de álcool sanitário. António João Colaço, vereador do município, assegura que num cenário de pandemia os serviços não vão parar uma vez que nalguns sectores foram criadas “equipas alternativas”.
A partir de hoje todos os conteúdos inclusive o blog estarão disponíveis neste novo site.
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Exmos. Senhores
No âmbito do programa de Formação Pós Graduada da Faculdade de Medicina Veterinária, vimos por este meio respeitosamente solicitar a V. Exas. a divulgação junto dos vosso membros, do Curso de Auditorias Internas/referenciais normativos, que decorrerá na FMV nos próximos dias 19, 20, 26 e 27 de Novembro de 2009.
Para mais informações consulte o endereço:
http://www.fmv.utl.pt/formacao/index.php?option=com_content&task=view&id=75&Itemid=26
Desde já agradecemos a Vossa atenção,
com os nossos melhores cumprimentos,
Maria João dos Ramos Fraqueza, Professora Auxiliar
Faculdade de Medicina Veterinária
Av. da Universidade Técnica, Polo Universitario, Alto da Ajuda
1300-477 Lisboa
Tel.: 00351 21 3652884
email: mjoaofraqueza@fmv.utl.pt
http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=1&id=137522
Na Escola Básica 2+3 e Secundária Santos Simões, em Guimarães, há gatos pretos, cinzentos, malhados e tigres. Alguns estão colados nas portas das salas e nas paredes, mas esses são apenas para a decoração do Dia das Bruxas.
Mudaram de instalações e a população de gatos que rondava a antiga escola secundária por lá ficou indiferente à demolição do edifício. A boa vontade de não abandonar e, sobretudo, continuar a alimentar aqueles vigilantes especiais da escola foi a força motora da ideia de construir um gatil nas novas instalações da Escola Básica 2+3 e Secundária Santos Simões, em Guimarães. Após três anos de imenso trabalho, em Maio de 2009 surgia o Gatil Simãozinho, um projecto pedagógico único no país. O espaço contempla uma casa especial de paredes de madeira acondicionada para ser fresca no Verão e quente no Inverno. Um terraço onde os gatos se recreiam. E um jardim arborizado. Uma concepção de uma arquitecta local, também fã de felinos. Não há cheiros, nem desarrumação. A saúde e higiene dos 30 habitantes do gatil são prioridades. Todos os animais estão vacinados e esterilizados. A veterinária municipal colabora para tal. No intervalo a casa dos gatos enche-se de alunos que aproveitam todos os minutos para lhes passarem a mão no pêlo. “Estou a ouvir muito barulho”, avisa Luísa Veiga, a professora que nunca se esqueceu de levar comida da cantina aos gatos
pioneiros, quando estes ainda habitavam os escombros da antiga escola. “Já sabem que assim os gatinhos stressam…”
Agora funciona tudo como deve. Mas construir um gatil dentro de um estabelecimento de ensino foi “trabalhoso”, garante Luísa Veiga, que, além de ensinar Português e Francês é também a coordenadora do projecto. “Bati à porta de muitas empresas.” Imagina-se o trabalho de “pedinchar” apoio financeiro em altura de crise e sobretudo para um projecto educativo tão
“fora do comum”. Mas já muito conhecido para lá das barreiras vimaranenses.
No placard junto da biblioteca algumas notícias ilustram o interesse que o gatil tem despertado. Mais do que as fotocópias das páginas da imprensa, são os e-mails de encorajamento ao projecto de cidadãos preocupados com a defesa dos direitos dos animais que fazem o orgulho de todos: pais, professores, funcionários e alunos. “É um serviço de interesse público que a escola presta também à comunidade abrigando e tratando animais que estariam abandonados e espalhados pela cidade”, garante a professora.
De um grupo de senhoras da Amadora, também amantes dos felinos, o gatil recebeu um gentil donativo de 38 euros. A quem contacta a escola via correio electrónico ou carta, os alunos que fazem parte do “clube” dos gatos respondem com igual carinho e dedicação, contando as peripécias do dia-a-dia do gatil e enviando fotos dos protagonistas. A isto, sublinha a professora Luísa Veiga, chama-se “cidadania”.
“O grande objectivo deste projecto pedagógico é formar cidadãos sensíveis ao respeito pelos direitos dos animais”, resume Luísa Veiga. A certeza de que os mimos e cuidados que os gatos recebem dos alunos, na maioria na casa dos 12 anos, leva a professora a acreditar piamente que “nenhum destes meninos e meninas há-de abandonar um animal”.
Isto também é educação!
Pode ver as fotos no “slide-show”
http://www.worldanimalday.org.uk/index.asp
bem como saber mais sobre as Associações Portuguesas representadas neste”site” em:
http://www.worldanimalday.org.uk/2009/Europe/EventsReport.asp