Na sequência dos resultados remetidos pelo e-mail da OMV abaixo transcrito, a ANVETEM vem por este meio congratular todas as listas vencedoras nas eleições para a Ordem dos Médicos Veterinários.
Realizaram-se no dia 12 de Dezembro as
Eleições da Ordem dos Médicos Veterinários para o triénio 2010/2012.
Nesse dia as mesas de voto funcionaram como previsto, com representantes
de todas as listas candidatas e foi efectuada na Sede da Ordem a contagem
de votos presenciais e
dos votos por correspondência recebidos até à data. No dia 14 de Dezembro
foram contabilizados os restantes votos por correspondência recebidos após
aquela data.
•A Lista A venceu as Eleições para o Conselho Directivo, elegendo como
Bastonária a Prof. Dra. Laurentina Pedroso.
•A Lista C venceu as Eleições para os restantes Órgãos Nacionais -
Assembleia Geral, Conselho Profissional e Deontológico e Conselho Fiscal,
bem como para os Conselhos Regionais e Assembleias Regionais do Sul,
Centro, Açores e Madeira, e Assembleia Regional do Norte.
•A Lista D venceu as Eleições para o Conselho Regional do Norte
Dado o elevado estado de degradação das actuais instalações e com o
objectivo de criar uma infra-estrutura que cumpra as normas europeias
relativas ao bem-estar animal, a autarquia decidiu construir de raiz um
novo canil municipal no concelho de Sintra.
Assim, a câmara deliberou adjudicar a obra, orçada em 1.530.000 e + IVA
(1.480.000 e para a construção e 50.000 e para os projectos) que deverá
ter início ao longo do próximo mês de Agosto e ficar concluída até finais
de Março de 2010.
Além de muito degradadas, as actuais instalações não dão resposta a muitas
situações, porque não tem as diferentes valências: é um espaço único, onde
os animais estão presos em boxes demasiado pequenas, com todos os
problemas que daí resultam, nomeadamente, transmissão de doenças
infecto-contagiosas ou falta de condições de internamento.
O actual canil, que serve de abrigo a centenas de animais abandonados, irá
manter-se activo no mesmo local, até as novas instalações estarem
completamente concluídas em terrenos adjacentes, situados no espaço
ocupado pelo desactivado Matadouro de Sintra (entre o actual canil e a
Polícia Municipal).
Com um total de 7.990 m2 de área, as novas instalações deverão
distribuir-se da seguinte forma:
< área médica / administrativa e serviços 675 m2
< área de sequestro e quarentena 503 m2
< área de triagem 65 m2
< área para animais grandes 120 m2
< átrio de serviço 100 m2
< alojamento de cães (adopção) 895 m2
< gatil 82 m2, maternidade 47 m2
< áreas comuns 1.793 m2
< área de implantação 3.710m2
O projecto foi desenhado para dar resposta às necessidades do Gabinete
Médico Veterinário, que todos os meses recebe entre 250 a 300 animais
abandonados ou vítimas de maus tratos.
Se tradicionalmente o abandono de animais era superior no Verão,
actualmente as variações são menores, já que a crise tem sido também
utilizada para muitas entregas no canil municipal.
Um bom exemplo a seguir:
A Pipa não sabe que é sexta-feira, mas quando a dona lhe diz “vamos ver os
cãezinhos” fica agitada. “Já sabe que vem para a agência”, garante Ana
Bordalo, managing director da Touchgroup, uma empresa de comunicação e
organização de eventos que convida os trabalhadores a levarem os cães para
o trabalho às sextas-feiras.
“Assim que entro na garagem dá ideia que sabe onde está, e no elevador,
com o cheiro dos outros, é uma loucura”, conta a dona desta cadela rafeira
de cinco anos e meio, com pelo branco sarapintado por manchas escuras. No
corredor há um boneco de peluche de um dos cães. “É bom para nós e para os
cães. Assim eles não estão sozinhos em casa e socializam com outros cães.”
A ideia veio dos Estados Unidos. Um dia, o presidente da Touchgroup,
Ricardo Costa, foi a uma reunião numa empresa norte-americana. Era
sexta-feira e havia cães na sala. Primeiro estranhou, depois pareceu-lhe
que não afectava o trabalho. Já em Lisboa, quando tinha trabalho ao
fim-de-semana passou a levar um dos seus animais para o escritório.
Ricardo Costa tem 10 cães, a maioria numa quinta e três em Lisboa – a
Nívea, a Nicotina e o Léu. São pequenos, mas têm a fama de ser os mais
irrequietos do escritório.
http://www.sabado.pt/Multimedia/Videos/Especiais/Neste-escritorio-entram-caes.aspx
Parabéns colega pelo trabalho desenvolvido.
Dear Friends and Colleagues:
The Alliance is proud to announce the publication of the special issue on “Rabies in the 21st Century – A Global Challenge”, which appears in Volume 27, Issue 51 of Vaccine. The issue is available electronically on ScienceDirect at the following link: http://www.sciencedirect.com/science/issue/5188-2009-999729948-1562167.
We’d like to thank everyone who made this issue of Vaccine possible with special thanks to the article contributors and corresponding authors, Liwei Tang and staff at Elsevier Publishing for their support, and especially Dr Bill Wunner who dedicated his time to pull it all together! We hope that you find these articles useful in your work and invite you to share this information with all interested parties.
“Contactado pela Lusa, o bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários, João Pedro de Sousa, reconheceu que “muitos dos canis não têm condições”. Contudo, João Pedro de Sousa descarta qualquer responsabilidade dos profissionais, lembrando que “muitas vezes são os próprios veterinários municipais que se sentem constrangidos a trabalhar em más condições”. O bastonário defende “um programa nacional” para ultrapassar as dificuldades, mas lembra que esta é uma situação que envolve verbas, pessoas e espaços. “Muitas vezes as autarquias não têm condições ou vontade de melhorar as condições dos canis municipais”, disse”
http://www.destak.pt/artigo/47709
Muitos dos animais recolhidos na rua e que ficam nos canis municipais à espera de um dono, ou de serem abatidos, passam esses dias em “condições miseráveis” e de “desrespeito” pelas normas de bem-estar animal, denunciou hoje uma associação. Destak/Lusa | destak@destak.pt Para a presidente da Liga Portuguesa dos Direitos do Animal (LPDA), Maria do Céu Machado, o abate dos animais recolhidos na via pública deve ser substituído por condições que promovam a sua adopção, um trabalho que “deve envolver todos: população, escolas e autarquias”. Maria do Céu Machado falava à Lusa a propósito da comemoração da Declaração Universal dos Direitos do Animal, que se assinala quinta-feira. A LPDA gostaria de assinalar a efeméride com um apelo para as autarquias “assumirem um comportamento mais humanitário para com os animais”. Esse “despertar das consciências” passa, segundo Maria do Céu Machado, pela abolição da recolha e abate dos animais de rua e por um investimento maior no trabalho com as associações locais ou com a própria população. “Há na população muita gente interessada em difundir a mensagem de como se deve ter e tratar os animais, recuperando-os e promovendo a adopção no lugar do abate”, disse. Para a LPDA, a eutanásia só deve ser aplicada “em casos de extrema necessidade” e quando envolva questões de saúde. O tratamento que algumas autarquias dão aos animais recolhidos também merece críticas por parte de Maria do Céu Machado que classifica de “miseráveis” algumas das condições em que estes são mantidos. “Os animais continuam a ser tratados como lixo e alguns canis não respeitam as normas de bem-estar animal”, disse. Para Maria do Céu Machado, os veterinários municipais deveriam dar “um tratamento mais humanitário” aos animais que estão nestas condições, impondo as regras de bem-estar animal nos próprios canis e “serem eles próprios a incentivar os vereadores com este pelouro a dar mais condições aos animais recolhidos”.
Contactado pela Lusa, o bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários, João Pedro de Sousa, reconheceu que “muitos dos canis não têm condições”. Contudo, João Pedro de Sousa descarta qualquer responsabilidade dos profissionais, lembrando que “muitas vezes são os próprios veterinários municipais que se sentem constrangidos a trabalhar em más condições”. O bastonário defende “um programa nacional” para ultrapassar as dificuldades, mas lembra que esta é uma situação que envolve verbas, pessoas e espaços. “Muitas vezes as autarquias não têm condições ou vontade de melhorar as condições dos canis municipais”, disse. João Pedro Sousa defende o fim do abate dos animais nos canis municipais, prática que, no entanto, só poderá acabar quando existirem outras condições e não houver tantos animais abandonados. “Quem abandona [os animais] é que deve ser penalizado”, defendeu. Sobre a prática da eutanásia, o bastonário da Ordem dos Veterinários garante que esta é praticada no seguimento da lei e que não envolve qualquer sofrimento para o animal. “Este é um princípio que não pode nem é esquecido: a ausência de dor” do animal. Segundo a Declaração Universal dos Direitos do Animal, “se a morte de um animal é necessária, esta deve ser instantânea, indolor e não geradora de angústia”. O mesmo documento classifica o abandono de um animal como “um acto cruel e degradante”.
Noé Rodrigues salientou que nos últimos anos, o Governo dos Açores tem conseguido um aumento significativo do número de médicos veterinários nos quadros da Função Pública, recordando também que as câmaras municipais não se podem alhear das suas responsabilidades com a saúde pública.”
http://www.azoresglobal.com/canais/noticias/imprimir.php?id=20941
O secretário regional da Agricultura e Florestas considerou “essencial” o trabalho dos médicos veterinários para garantir a saúde pública “porque o lóbi central da sua actividade passa pela prevenção das doenças dos animais que se transmitem aos homens, da segurança alimentar e das questões que dizem respeito à protecção ambiental, nomeadamente aos resíduos”. A declaração de Noé Rodrigues foi proferida sábado na sessão de encerramento do seminário “Saúde pública veterinária na saúde pública nos Açores”, que decorreu em Ponta Delgada, organizado pela Delegação Regional dos Açores da Ordem dos Médicos Veterinários. Na altura, o governante recordou que existe nos Açores uma realidade económica e social dominada pela existência média do efectivo pecuário superior, em média, a 250 mil cabeças, “determinando que a actividade agro-pecuária seja fundamental e estratégica para o crescimento económico da Região e para o rendimento das famílias açorianas”. Face ao efectivo pecuário existente, o Governo dos Açores canalizou os esforços para a qualificação deste sector de actividade, começando pela formação dos produtores de forma a serem mais eficientes e no reforço do saber e do número de técnicos que acompanham a actividade agro-pecuária nos Açores. Noé Rodrigues salientou que nos últimos anos, o Governo dos Açores tem conseguido um aumento significativo do número de médicos veterinários nos quadros da Função Pública, recordando também que as câmaras municipais não se podem alhear das suas responsabilidades com a saúde pública. A terminar, Noé Rodrigues destacou o trabalho da Delegação dos Açores da Ordem dos Médicos Veterinários que, com mais esta iniciativa, “trouxe aos Açores a aos profissionais desta actividade elementos que servem para melhorar os seus conhecimentos e desempenhos”. Noé Rodrigues deixou ainda uma palavra de “apreço e gratidão” pelo trabalho desenvolvido por Odete Dourado, em prol dos Açores e dos médicos veterinários, numa altura em que se despede da presidência da Delegação dos Açores da Ordem dos Médicos Veterinários.
Um cão de raça pitbull entrou inesperadamente, domingo à tarde, numa
casa na freguesia da Sobreira, em Paredes, e atacou o rafeiro da
moradora, causando-lhe a morte.
A proprietária do canídeo morto, uma mulher de 51 anos, que terá
assistido a tudo, apresentou queixa na GNR de Paredes. A partir do
próximo mês, este tipo de agressão é considerada crime e obriga as
autoridades a comunicarem ao Ministério Público.
A meio da tarde de ontem, o pitbull soltou-se e fugiu ao dono. Terá
andado a vaguear pela rua, acabando por entrar numa residência
vizinha, na Rua Alto do Fojo. Ao ver o outro cão, que entretanto
começou a ladrar, o pitbull atacou-o, envolvendo-se os dois animais
numa luta que acabaria por culminar na morte do rafeiro, de quatro
anos de idade. Ainda foi transportado a um veterinário, mas nada havia
a fazer.
Segundo o JN apurou, a GNR de Paredes foi alertada e uma patrulha
deslocou-se ao local, tomando conta da ocorrência. Quando os militares
chegaram, já a situação estava controlada, tendo o dono do pitbull
conseguido dominar o animal agressor.
Actualmente, este tipo de ataque, cometido por um cão considerado
perigoso, permite ao dono da vítima reclamar, apenas, uma indemnização
cível ao proprietário do pitbull. Mas, a partir do próximo mês, um
ataque desta natureza será considerado crime e acarreta para os donos
de cães perigosos uma responsabilidade maior.
O decreto-lei n.º 315/2009 de 29 de Outubro, que entra em vigor em 1
de Janeiro de 2010, entende por “animal perigoso” (artigo 3º) qualquer
animal que tenha mordido, atacado ou ofendido o corpo ou a saúde de
uma pessoa, ou tenha ferido gravemente ou morto um outro animal, fora
da esfera de bens imóveis que constituem a propriedade do seu detentor
(como é o caso).
O artigo 33º estabelece, ainda, sobre ofensas à integridade física
negligentes, que quem não observar deveres de cuidado ou vigilância,
der azo a que um animal ofenda o corpo ou a saúde de outra pessoa,
causando-lhe ferimentos graves, é punido com pena de prisão até dois
anos ou com pena de multa até 240 dias. Há actualmente sete raças
“potencialmente perigosas”.
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Paredes&Option=Interior&content_id=1440645
http://aeiou.expresso.pt/uma-historia-abaixo-de-cao=f549727
“Primeiro levaram os comunistas, eu calei-me, porque não era comunista. Quando levaram os sociais-democratas, eu calei-me, porque não era social-democrata. Quando levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque não era judeu. Quando me levaram, já não havia quem protestasse”.
A frase, ou o poema, é o que resta de um conjunto de declarações avulsas e obscuras de Martin Niemöller (1892-1984), um pastor luterano alemão que foi internado pelos nazis em campos de concentração. Niemöller, que começou por ter sintomas de anti-semitismo e tentou ‘dialogar’ com Hitler, acabou um dos mais vigorosos críticos da indiferença do povo alemão perante a política de extermínio. Na vulgata, aquelas palavras circulam mais ou menos assim, um brevíssimo tratado da indiferença. E são erradamente atribuídas a Bertolt Brecht, que escreveu contra essa indiferença. A indiferença que prefere voltar as costas à acção. A indiferença da cegueira voluntária.
Quantas vezes ficaremos em silêncio perante a atrocidade? Não a atrocidade que vem descrita nos media e impele ao julgamento ou linchamento colectivo. A atrocidade do vizinho do lado. A atrocidade vulgar e quotidiana, com o sarro da crueldade repetida.
Uma pessoa conta-me uma história: tem uns vizinhos (imigrantes brasileiros) que têm um cão, há mais de um ano. O cão está sempre abandonado no quintal, sem comida e sem água, e alguns vizinhos têm pena do animal e atiram-lhe comida, ou um pouco de água que ele possa lamber, pela janela. Ouvem-no “chorar”. Espiam-lhe os ossos saídos. Os brasileiros são agressivos e não admitem maltratar o cão. Por terem atirado comida ao cão, os donos do cão arrombam uma das caixas do correio. Deixam na caixa arrombada um hambúrguer cru. A pessoa não tem meios para colocar uma nova caixa de correio, o prédio é modesto.
Os donos do cão acabam por dizer-lhe que não era para ela, o hambúrguer. Enganaram-se. A caixa fica arrombada. Ninguém denuncia, não vale a pena, acham.
Um dia destas, alguns vizinhos ouvem o cão ganir. Alguns. Estendido no quintal com um pano por cima. Parece estar a morrer. Não se mexe, sem forças. Outra pessoa vai inquirir, a medo, o que se passa com o cão. Foi atropelado. E não o levam ao veterinário? Vão deixá-lo morrer assim? Não conseguiram telefonar, ninguém atendeu os telefones, etc. O cão morre lentamente. Horas depois, levam o cão, embrulhado no pano, e metem-no na bagageira do carro. Vivo. O cão desapareceu. Ninguém sabe se foi internado ou abandonado para morrer.
Quando me contam a história sinto que qualquer coisa deve ser feita. O quê? A pessoa pede-me que nada faça. Uma denúncia à Sociedade Protectora dos Animais? O Código Penal não prevê tutela destes casos. Decido falar com os donos do cão. A palavra dono é importante. A pessoa que me conta a história diz que não tenho nada que intervir, nem causar-lhe problemas com “os brasileiros” que ameaçam toda a gente. Eles são os donos. Talvez o cão regresse.
Lembro-me como detestava ouvir a “carroça dos cães”, que vinha de noite apanhar os cães vadios. Matavam-nos com uma injecção no canil oficial. Os cães gemiam aterrorizados dentro da furgoneta sem janelas. Chamavam-lhe “carroça dos cães”. Um dia, há muitos anos, vejo um cão ser apanhado. Com uma rede. O rafeiro debate-se, dão-lhe com um pau. Eu era uma criança, nada podia fazer. A sensação de impotência ficou-me. Os tempos mudaram. Hoje, os cães são recolhidos e alimentados no canil da Câmara Municipal. Podem ser adoptados.
Nada me enraivece mais do que a violência contra gente que não se pode defender. Contra animais. São casos em que, muitas vezes, as mulheres, as crianças e os cães têm um ‘dono’. E têm medo. Num restaurante de luxo do Algarve vejo um grupo de homens ligados ao futebol sentados com mulheres. Uma delas não é muito nova e tem a cara esmurrada, olhos negros, lábio inchado. Tapa-a com as mãos. Os olhos lacrimejam de vergonha. O dono ri-se, diz-lhe que pode comer com metade da boca. O restaurante assiste, como eu.
Vejo um pai bater no filho perante a indiferença da mãe. Bofetadas e socos. A criança deve ter uns 4 anos e é arrastada pelos cabelos. Há testemunhas. Intervenho e o pai diz que me bate. Falo com a mãe e começa a chorar, pede-me que nada faça. Chamo a polícia. A polícia encolhe os ombros. As testemunhas fugiram, alegando afazeres. Se quiséssemos ir à esquadra… O dono do filho diz que me meti numa birra de criança que não era da minha conta. Diz que me processa. Na despedida, ameaça passar-me com o carro por cima. A criança treme nos braços dele. Sinto-me insuficiente. A claridade moral não nos cega, nós é que escolhemos fechar os olhos. Ainda não sei como termina a história do cão.