Formação para MVMs pela DGV – URGENTE – Formação em BEA

Caros colegas,

No âmbito da formação programada para 2010, informamos que, no próximo dia 22 de Fevereiro, da parte da manhã, no Centro de Estágios da Venda Nova, será realizada uma sessão de esclarecimentos sobre Protecção dos Animais em Transportes Públicos.

Esta acção de formação destina-se aos Médicos Veterinários das DSVR e da
Sede da DGV e também aos MVM.

Solicitamos que as inscrições, oficializadas através do formulário que se
anexa, seja remetidas à DDFE para este email ou através do telefax nº 21
4743611, até ao próximo dia 08 de Fevereiro.

Solicitamos que seja dado conhecimento a todos os interessados da presente
formação, inclusive aos MVM da área de cada DSVR.

 Assim que nos for possível divulgaremos o Quadro de Formação do 1º
semestre de 2010.

 Os meus melhores cumprimentos,

 Ana Cristina Ucha Lopes

DGV – DSP – DDFE

Controlo da Raiva na Califórnia (EUA)

Divulgamos de seguida a estratégia do Programa de Controlo de Raiva no
Estado da California/EUA, como exemplo do que é feito noutros países,
sublinhando as semelhantes estratégias usadas também em Portugal, e que
nos têm permitido controlar esta zoonose com bastante eficácia já que
temos conseguido manter o estatuto indemne (livre de doença, apenas com
episódios de animais em trânsito, que não contribuem para a perda desse
estatuto).
http://www.cdph.ca.gov/HealthInfo/discond/Documents/2010_LHD_Rabies_Declaration_Letter.pdf

[Mealhada] Acho que é altura de se fazer um Canil Municipal e contratar um veterinário municipal também…

http://www.jornaldamealhada.com/index.php?tipo=3&link=4&id_conteudo=1359&com=1
 
 
Cão vadio, na Pampilhosa, foi abatido por veterinário de Anadia

Mano Soares, também eleito pelo PSD, declarou: “Em nenhum dos itens de todos estes pontos, vejo nada referente ao Canil Municipal. Alerto para o facto de, recentemente, ter andado um cão, na Pampilhosa, com uma doença contagiosa, que podia ser mortal para o ser humano. Esse cão esteve cerca de um mês há espera de uma solução, até que um veterinário de Anadia procedeu ao seu abate”. “Na Pampilhosa há imensos cães vadios e, segundo pude ler, no Parque da Cidade da Mealhada, uma senhora foi também mordida por um cão vadio. Acho que é altura de se fazer um Canil Municipal e contratar um veterinário municipal também”, sugeriu.

[Produtos Tradicionais] acções de sensibilização para dirigentes e técnicos

Para marcar diferença na realização de feiras e certames diversos,
promover os Produtos Qualificados, organizar acções de apresentação
pública de tais produtos, preparar dossiers de qualificação, etc. é
importante que se ministrem acções de sensibilização e preparação de
dirigentes e técnicos de autarquias e de Agrupamentos de Produtores,
capacitando-os com conhecimentos específicos e direccionados para o
sector.

Pelo facto, foi aprovado na AG ordinária de 12.12.2009 o Plano de
Actividades e Orçamento da QUALIFICA para 2010, do qual consta,
designadamente:

Iniciar acções de “formação” de técnicos das Autarquias e dos
Agrupamentos de Produtores, abordando pelo menos as seguintes áreas:

- Produtos Tradicionais e sua identificação

- Critérios de Qualificação

-Função dos Agrupamentos de Produtores, das Autarquias e dos Organismos
de Certificação

- Preparação de Cadernos de Especificações

- Organização de painéis de provadores (produtos alimentares) ou de
“examinadores” (produtos não alimentares)

- Organização de acções de apresentação dos produtos, de
degustação simples ou comparada, etc.

- Critérios para organização de eventos sobre produtos qualificados

- Estudo de casos concretos

Materializando de imediato estas acções, a QUALIFICA pretende levar a
efeito 2 acções de sensibilização, de conteúdo idêntico, nos dias 26
e 27 de Janeiro, em Portalegre e nos dias 2 e 3 de Março em local a
indicar, mas no “centro/norte”.

 

Estas acções de sensibilização estarão abertas a associados e não
associados da QUALIFICA (caso existam vagas) e decorrerão em regime muito
intensivo, com a seguinte distribuição horária:

A inscrição de dirigentes e técnicos dos Associados da QUALIFICA é
gratuita.

A inscrição de dirigentes e técnicos de entidades não associados da
QUALIFICA tem os seguintes custos:

Por cada dirigente/técnico – 100 € + 20% IVA

 3 Dirigentes/técnicos – 250€ + 20% IVA

 No entanto, para além de se solicitar que cada “formando” seja
portador de uma pequena quantidade de um produto tradicional da sua
“terra”, será solicitada uma participação de 15€ +20% IVA para
ajudar a suportar os custos com a preparação do”jantar de Trabalho”
( sendo emitido o respectivo recibo).

A QUALIFICA está, também, a tentar negociar preços de grupo em hotel
nas proximidades do local de realização do curso.

De realçar que os valores de inscrição poderão ser deduzidos na jóia
das entidades que aderirem em 2010

 No que diz respeito às Autarquias, entende a QUALIFICA ser
particularmente útil a inscrição de dirigentes/responsáveis pelos
sectores da Cultura, Turismo, Desenvolvimento Económico e Licenciamento
de Unidades Produtivas, sem prejuízo de Veterinários Municipais e outros
dirigentes/responsáveis/técnicos

O programa pormenorizado bem como o nome dos monitores será brevemente
inserido no site.

O boletim de inscrição – cujo preenchimento e devolução se solicita
com a maior urgência – estará disponível no site a partir do dia
6.01.2010.

Cumprimentos

Ana Soeiro

Secretária Geral

2010 – Ano Internacional da Biodiversidade

http://www.cbd.int/2010/welcome/

Caro Colega,

As Nações Unidas celebram 2010 como o “ANO INTERNACIONAL DA
BIODIVERSIDADE” (ver “site” oficial em cima) e convidam o Mundo a entrar
em acção e a salvaguardar a vida na Terra, a sua BIODIVERSIDADE.

Porque muitos de nós desenvolvem projectos e trabalhos relacionados com
este grande tema, a ANVETEM vem por este meio informar que divulgará todas
as acções, projectos, iniciativas e eventos que estejam relacionados com o
“ANO INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE” e nos quais haja a colaboração do
Médico Veterinário Municipal.

Porque …

“Biodiversidade é Vida,
 Biodiversidade é a Nossa Vida”, contamos com a participação activa de
todos os Municípios empenhados e envolvidos nesta tão nobre causa.

Com os melhores cumprimentos,
ANVETEM

ANVETEM é convidada de Associação dos Antigos Alunos de Medicina Veterinária de Lisboa

A Associação dos Antigos Alunos de Medicina Veterinária de Lisboa convidou
a ANVETEM a estar presente numa das suas periódicas reuniões de Colegas,
que terá lugar no dia 21 de Janeiro, pelas 20h, em Monsanto. A intervenção
“Os Médicos Veterinários Municipais, na actualidade” será seguida de
jantar, pelo que todos os Colegas interessados em estar presentes neste
evento poderão efectuar as respectivas marcações através de
anvetem@anvetem.com, indicando os seus respectivos nome e Concelho onde
exercem funções.

Desde já agradecendo a atenção de todos, apresentamos os nossos melhores
cumprimentos,

ANVETEM

Redução em 22 % de eutanásias no canil intermunicipal da Terceira

http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=18495
 
A redução, em 22 por cento, do número de eutanásias praticadas no canil intermunicipal da ilha Terceira em 2009 deixa antever perspectivas optimistas quanto à gestão de animais abandonados e recolhidos na ilha Terceira.

 
A reorganização deste serviço que, desde o início, assume a designação de “Projecto A Casota”, é responsável pelo aumento, em 45 por cento, de adopções de animais indesejados. O veterinário municipal Diogo Costa refere que ainda há muito a fazer, no canil e na sociedade.
 
“A Casota – Centro de recolha e Adopção de animais”, espaço gerido pela autarquia e serviços municipalizados de Angra do Heroísmo, reformulou o âmbito e a acção do canil intermunicipal da ilha Terceira no início deste ano.
Prova disso, está na redução, em 22 por cento, do número de eutanásias praticadas nos cães recolhidos ou entregues naquele espaço.
Isso mesmo referiu ao jornal “a União”, o médico veterinário municipal, Diogo Costa.
Além disso, “em 2009, tivemos uma redução de 12 por cento na entrada de animais no canil e um aumento de 45 por cento de adopções”, explicou.
Ao todo, foram adoptados 166 animais. Desde que assumiu as actuais funções em 2006, adiantou, trata-se de um ano recorde.
Porém, o responsável não deixa de apontar que ainda existe muito caminho a percorrer no que diz respeito à saúde e ao bem-estar animal na óptica da gestão municipal.
Isto porque, apesar deste ter sido um “bom ano”, o abandono continua a ser um problema persistente e a capacidade de resposta do canil, localizado junto ao aterro intermunicipal, fica aquém do necessário.
“A capacidade do canil não é a suficiente para o número de cães que entram por mês”, referiu.
As actuais 26 baias interiores e dois canis exteriores dão uma capacidade de acolhimento para cerca de 35 cães, um valor insuficiente, segundo o responsável pelo espaço.
Remodelar e ampliar as instalações torna-se, segundo afirmou, um requisito essencial para corresponder às solicitações e, sobretudo, aos requisitos legais das funções do canil, como é o caso da recolha de gatos, que até à data nunca foi feita por falta de infra-estruturas próprias.
“Está-se a estudar qual a situação ideal para a nossa realidade”, explicou Diogo Costa, estando a reformulação do canil em “fase de projecto”.
 
Recolha animal ao domicílio
 
São diversas as razões que levam à entrada de cães no canil intermunicipal terceirense. No Verão, as férias continuam a ser a principal causa para o abandono, mas acabam por ser os animais com mais idade, os doentes e as fêmeas prenhas ou com ninhadas os mais rejeitados.
Razões de ordem económica, divórcios, doença nos donos, animais perigosos 0 são diversos, e nem sempre conhecidos, os motivos para o abandono.
“Não existe nenhuma razão válida para o abandono de animais na via pública”, salvaguardou o veterinário.
Até porque, explicou Diogo Costa, existe o recolhimento gratuito ao domicílio dos animais indesejados, um serviço que o veterinário diz ser responsável pela redução nos números do abandono público, mas que reconhece poder ser factor facilitador na rejeição dos mesmos.
“Em termos gerais, penso que os terceirenses gostam de animais, mas falta ainda responsabilização e educação cívica junto dos mais novos”, um trabalho, apontou, que deve ser feito logo no ambiente escolar e cujos resultados só poderão ser visíveis nas próximas gerações.
Os cães na ilha Terceira, explicou, ainda possuem funções específicas, como no trabalho agrícola, na caça, e mesmo na segurança de património, sendo por isso considerados como recursos válidos.
 
A Casota redefine canil
 
A reestruturação do canil intermunicipal, que se assumiu com a criação do projecto “A Casota”, surgiu com a necessidade de se ter um âmbito e uma acção “mais abrangentes”.
“O canil não deixa de ser um serviço de recolha oficial municipal, mas a ideia de mudar o conceito de canil intermunicipal para «A Casota» quis retirar a designação depreciativo do canil, encontrar um conceito mais amigável, e também criar um serviço mais abrangente, com mais iniciativas”, explanou o veterinário.
Desde campanhas contra o abandono escolar, acções de sensibilização junto das escolas para adopção, registo informático do canil, criação de um programa de rádio (ver caixa) ou divulgação online dos animais para adoptar – diversas são as iniciativas orientadas pelo jovem médico veterinário.
Em Julho deste ano, foi celebrado um protocolo com várias clínicas de Angra para a profilaxia sanitária (vacinação e desparatização) e esterilização cirúrgica com vista à adopção de animais e consequente redução da lotação do canil.
“Todos os cães que são adoptados no canil estão vacinados, desparasitados, identificados electronicamente e as fêmeas esterilizadas”, reforçou Diogo Costa.
 
Adiar a eutanásia
 
Segundo afirmou o responsável: “para o animal é mais doloroso a estadia no canil do que o acto da eutanásia em si”.
O veterinário explicou que só é praticada a eutanásia após a administração de uma sedação profunda. Ainda assim, esta é uma prática que não é encarada de leve ânimo pelo veterinário: “é doloroso ter de eutanasiar cães jovens e adultos jovens que estão de saúde. É doloroso para quem a executa, seja para o veterinário, seja para quem auxilia”.
Sempre que é possível o veterinário municipal adia os prazos legais para o abate, chegando a haver animais que permanecem no canil cerca de quatro a cinco meses a aguardar por uma adopção.
Um prazo explicado pelas características aprazíveis do animal: “quando temos um animal jovem, com bom comportamento, por vezes, de raça, aguardamos mais tempo porque são bons candidatos para adopção”.
Ao contrário dos prazos legais que apontam oito dias para a eutanásia de cães vadios e errantes e de 15 para animais agressores, o veterinário opta por uma visão mais humana da situação: “sempre que posso dilatar os prazos, dilato obviamente”.
 
“A Casota” na rádio

 
“A Casota na Rádio” acaba por transpor o projecto do centro de recolha e adopção de animais da autarquia angrense para o formato radiofónico.
Da autoria do médico veterinário da Câmara Municipal de Angra, Diogo Costa, em colaboração com o Rádio Club de Angra, o programa dedica-se a temáticas sobre saúde e bem-estar dos animais de companhia.
Emitido às segundas, quartas e sextas, pelas 9H45, 12H15 e 17H30, o programa parte já para a sua 17.º edição e está igualmente online através dos sites da câmara municipal e da rádio.
“´É um projecto de carácter informativo”, explicou o seu responsável que adiantou enquadrar-se numa estratégia de divulgação mais ampla do trabalho desenvolvido pelo serviço veterinário da edilidade angrense.
Nele, disse, são tratados assuntos como a legislação que enquadra os animais de companhia e intervêm convidados para falar sobre patologias e tratamentos, entre outros assuntos.

Formação de um grupo de médicos-veterinários que atuam no controle de cães e gatos no serviço público de Municípios do Vale de Paraíba, São Paulo

Destaque para o fundamental papel do médico veterinário ao serviço dos Municípios no âmbito da saúde pública, bem como saúde e bem-estar animal, salientando-se o envolvimento do poder político local (diversos Municípios) e da população em geral.
 
Acções:
 
- Esterilização de animais
- Acções de incentivo à posse responsável de animais
- Formação de ONG’s e Protectores de animais
- Formação de Funcionários Municipais para o controlo animal
 
 
Formação de um grupo de médicos-veterinários que atuam no controle de cães e gatos no serviço público de Municípios do Vale de Paraíba, São Paulo
 
ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/outros/bepa72_veterinario.pdf

Defesa de raças autóctones – Projecto quer salvar a ovelha churr a de extinção

http://entranaciencia.blogspot.com/2009/12/projecto-quer-salvar-ovelha-churra-de.html

A Escola Superior Agrária (ESA) de Castelo Branco está a tentar dar uma
nova vida à raça de ovelhas Churra do Campo, que deu fama à carne de
borrego e ao queijo da Beira Baixa, mas que actualmente está ameaçada de
extinção.
Actualmente estão cadastradas 203 ovelhas Churras do Campo, 35 das quais
propriedade da ESA de Castelo Branco. A escola agrária está agora
empenhada em garantir a reprodução dos animais, ao mesmo tempo que estuda
as características da carne e do leite no sentido de potenciar o seu uso
em produtos comerciáveis.
O projecto de recuperação e preservação da ovelha Churra do Campo faz
parte do programa Rotas da Transumância e garantiu o apoio financeiro do
fundo comunitário INTERREG. Para além da ESA o projecto inclui os
municípios onde a Churra do Campo tinha implantação: Penamacor,
Idanha-a-Nova e Fundão.
Entre os municípios Penamacor assume a parte de leão do projecto, tendo
conseguido a recuperação de alguns animais dispersos, rigorosamente
seleccionados pelos investigadores da ESA para se garantir a preservação
da raça genuína. Para além das ovelhas existentes da ESA as demais ovelhas
recuperadas estão por conta da Câmara Municipal de Penamacor, que conta
também com a colaboração da Cooperativa Agrícola da Meimoa (Meimoacoop).
A ovelha Churra do Campo, com cujo leite se produziam os famosos queijos
da Beira Baixa, caracteriza-se por ter uma estatura pequena. De cor
branca, a lã só não cobre parte da cabeça e a extremidade livre dos
membros, quase chegando ao solo na época da tosquia. É ainda uma sua
característica a cabeça pequena, deslanada, mas com lã na fronte e
ganachas, cornos raros nas fêmeas e frequentes nos machos, olhos grandes e
orelhas curtas e horizontais.
A ovelha do «Campo» (era assim que o povo designa as terras da raia da
Beira Baixa) foi sendo substituída por outras raças mais produtivas, o que
a fez dispersar e desaparecer das explorações agrícolas da região. Porém,
foi com a ovelha churra que se tornou famosa a carne de borrego e os
queijos da Beira Baixa. Daí a importância da recuperação desta espécie
ovina, pois assim poderá voltar a garantir-se a genuinidade de alguns
produtos regionais além da premissa básica de que se deve “entregar às
gerações futuras o património genético” recebido dos antepassados como
afirmou Moitinho Rodrigues, director da ESA.

Próxima »

line
footer
Powered by Spidersnacks | © ANVETEM 2009