O Ministério Público está a investigar um caso de atentado à saúde pública na aldeia Arcos, concelho de Tabuaço. Há mais de dois anos que um rebanho de ovelhas, em que foi detectada brucelose, se passeia pela aldeia e dois moradores já apresentam sintomas suspeitos de doença. Num dos casos o exame forense detectou mesmo “uma relação de causalidade entre as lesões e a presença do rebanho”. Mas, até agora, nada foi feito pelas autoridades para isolar os animais, como obriga a lei.
São duas as famílias que, desde 2008, vivem com cerca de 400 ovelhas à porta de casa. O mau cheiro, os dejectos e a propagação de insectos impede-as muitas vezes de sair. “O pastor teima em deixar os animais em terrenos contíguos às habitações”, contou ao DN Afonso Costa, um dos moradores.
O caso “arrasta-se desde Fevereiro de 2008″ e apesar dos alertas às várias entidades, o rebanho de Maria Delfina Costa continua a passear tranquilamente pelas ruas da aldeia. Isto apesar de em Abril do ano passado, a Divisão Veterinária do Douro Sul (DVDS)ter confirmado a existência de “animais positivos à brucelose”, como revela um relatório oficial a que o DN teve acesso. A doença foi detectada nos animais na sequência de uma queixa dos moradores à Câmara de Tabuaço.
A DVDS reconheceu as “suspeitas de que o pastor não apresente todos os animais a saneamento”. Mas desde então “não foi feito mais nada”, garante Afonso Costa. A situação agravou-se com as queixas dos moradores que se lamentam de problemas de saúde devido à presença do rebanho, sobretudo alergias, pruridos generalizados e problemas respiratórios.
Perante o incumprimento do pastor, marido da proprietária do rebanho, em retirar as ovelhas para fora da aldeia, a autarquia de Tabuaço denunciou o processo às autoridades. O MP mandou uma das moradoras, Adelaide Costa, fazer exames de clínica forense, no Instituto de Medicina Legal onde foi confirmada um “nexo de causalidade entre as lesões e a presença do rebanho nas imediações da residência”, lê-se no relatório oficial.
Também Maria Pereira, outra moradora obrigada a conviver com os animais doentes, se queixou de “dificuldades respiratórias, irritação na garganta e alergia”.
A Câmara de Tabuaço não quis prestar declarações ao DN. Mas fonte judicial confirmou que o Ministério Público está a investigar o caso, mas que ainda não há uma decisão de acusação. Contudo alertou que “em face dos indícios” poderá estar em causa “um crime de saúde pública”.
Esta é também a opinião de Nuno Monteiro, advogado de Afonso Costa, que lamentou a “ineficácia das autoridades em resolver um problema com 2 anos”.
Entretanto o rebanho continua a passear pela aldeia de Arcos e a dormir no meio das casas. Já em Abril a GNR foi ao local e confirmou a presença do rebanho mas até hoje não voltou a haver intervenção da DVDS.
Para os moradores o gado “é um problema para a saúde pública porque o gado passeia na rua, deixa dejectos que não são limpos e que já contaminaram duas captações de água”, concluiu Domingos Santos, um outro morador.
Rita Amador, da Direcção-geral de Veterinária, admite que há casos em que os donos dos rebanhos não colaboram e que é difícil intervir. Existe um plano para erradicar a doença no País, mas no ano passado foram detectados 7 940 animais doentes, em 919 explorações – a maioria na zona Norte.
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1580383&seccao=Norte
No seguimento de diversas questões que foram levantadas por alguns Srs. Jornalistas sobre maus-tratos a animais, assunto divulgado pela associação Frente Acção Animal, e no compromisso do dever de informar, a Câmara Municipal de Ourém esclarece o seguinte:
- A Autoridade Veterinária Municipal está a apurar a veracidade dos factos denunciados;
- Lamentamos que o Município ainda não esteja apetrechado de instalações que dêem resposta ao problema de cães e gatos abandonados e por isso o actual executivo assumiu como prioridade esta acção, em respeito pela dignidade e direitos dos animais e também da segurança e saúde públicas.
- Existe uma localização equacionada, que é adjacente ao estaleiro municipal, de forma a optimizar recursos de funcionamento e segurança, encontrando-se o projecto a ser desenvolvido nos serviços da autarquia;
- Foram estabelecidos contactos com a Câmara Municipal de Torres Novas de forma a encontrar-se a solução transitória no âmbito do canil/gatil intermunicipal aí sedeado.
Prestamos todas as informações que nos foram solicitadas e mantemo-nos disponíveis para colaborar.
———-
Há várias denúncias de maus tratos a cães, animais abandonados que são capturados no Santuário de Fátima: “Muitos animais são mortos, alguns por envenenamento, mas as pessoas que trabalham no santuário têm medo de falar disto.” Quem dá a cara nesta acusação é Maria do Céu Alves Romeiro, presidente da Associação dos Animais Abandonados de Fátima (APAAF). “Tenho provas concretas, isto é uma barbaridade no ‘altar do mundo’ as pessoas não estão a respeitar os animais”, assume, indignada, Maria do Céu Romeiro.
Para já, as autoridades que gerem aquele espaço de culto remetem-se ao silêncio. “Só nos pronunciaremos no momento que consideramos oportuno”, disse, ao DN, Leopoldina Simões, responsável pela sala de imprensa do santuário da Cova da Iria.
Na Internet, circulam um punhado de fotos que atestam as alegadas atrocidades. Foi mesmo criado um grupo numa rede social (designado por ‘Escândalo no Santuário de Fátima/matança de inocentes’) que , de anteontem para ontem, aumentou mais de 1500 membros. Neste , onde se faz eco destas denúncias da APAAF. A criadora deste grupo no Facebook, Joana Teixeira Dumas, explicou ao DN que antes desta iniciativa enviou várias mensagens de correio electrónico para a Reitoria do Santuário de Fátima. “Até agora, ninguém respondeu. Não tenho antipatia nem simpatia pela Igreja, aquilo que me move é a defesa dos animais. Mas não deixa de ser irónico isto estar a acontecer em Fátima”.
O dedo acusador da APAAF (criada em Setembro de 2009 e que já tem 43 membros) também contempla os serviços da Câmara Municipal de Ourém “por inexistência de um canil/gatil condigno”, refere Céu Romeiro. A presidente desta associação, funcionária da biblioteca José Saramago no Instituto Polítécnico de Leiria, assegura ao DN que as fotografias que demontram os maus tratos “são verdadeiras e são a prova concreta do que se está a passar em Fátima”.
Sem querer, para já, desmentir estas acusações, fonte da autarquia disse ontem ao DN que “o serviço municipal de veterinária está a tentar apurar a credibilidade da denúncia, uma vez que, há factos que não são novos e, de tempos a tempos, surgem estas recorrentes denúncias” na praça pública. Ainda assim, a mesma fonte da Câmara Municipal de Ourém confirma que “o actual canil municipal não tem as melhores condições, estando já em fase de projecto a nova infra-estrutura, que ficará situada no estaleiro municipal”. A polémica na Net, essa, cresce de hora para hora.
No passado dia 18 de Maio de 2010 a Câmara Municipal de Boticas levou a efeito mais uma iniciativa vocacionada para a formação dos produtores de fumeiro da região do Barroso.
Sobre o tema “O Fumeiro de Barroso, das Explorações Pecuárias às Unidades Produtivas”, este seminário contou com a presença de várias dezenas de produtores da região do Barroso, bem como de diversos outros interessados, entre particulares e empresários, nesta arte de bem-fazer tão apreciada.
Na realidade, sendo a Gastronomia considerada património cultural, consagrado há já diversos anos, o Fumeiro de Barroso é certamente um forte contributo para esta merecida distinção, fruto da sua excelência, não só pela riqueza dos sabores que proporciona, como igualmente pela sabedoria acumulada e perpetuada ao longo de inúmeras gerações, na arte da sua confecção.
As apresentações foram proferidas por dois Médicos Veterinários Municipais – Dr. Francisco Neto da câmara municipal de Resende e Dr. João Paulo Costa da câmara municipal de Boticas – e por uma técnica superior da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, a Eng.ª Manuela Condado.
Procurando dar uma panorâmica das várias etapas do processo produtivo, foram debatidos os temas do maneio de suínos em explorações de pequena dimensão, bem como os aspectos legais e práticos do licenciamento das explorações e das unidades produtivas.
A abordagem aos temas procurou ser o mais prática e ajustada à realidade da região, de forma a que os produtores se revissem nas matérias em discussão e pudessem daí retirar o máximo de proveito para a sua actividade.
Certamente que a formação dos produtores é um instrumento fundamental para o desenvolvimento do sector e para a garantia da colocação no mercado de produtos genuínos, que transportam todo um saber e tradição acumulados de geração em geração, mas que cumpram igualmente os requisitos higio-sanitários e garantam ao consumidor a segurança alimentar dos mesmos.
Só assim se conseguirá perpetuar esta produção, tradicional e artesanal que tão fortemente contribui para a economia da região, para a fixação da população e para o desenvolvimento local e regional.
http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/graciosa/?k=Medico-Veterinario-Municipal.rtp&post=23835
Câmara da Graciosa abre concurso
A Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa vai abrir um concurso público para a contratação de um técnico superior, por tempo indeterminado, que irá exercer as funções de medico veterinário municipal, conforme previsto no mapa de pessoal do Município.
A deliberação aprovada na reunião ordinária desta quinta-feira tem como objectivo acautelar o exercício do poder de autoridade sanitária veterinária concelhia.

As clínicas veterinárias estão cada vez mais endividadas. Em algumas os pagamentos em atraso ultrapassam os dez mil euros. Tudo porque os clientes pedem para tratar dos animais e depois alegam não ter dinheiro, ou simplesmente abandonam-nos nas clínicas.
A situação tem-se agravado devido à crise, garantem ao DN vários daqueles estabelecimentos. Há donos a optar por recorrer às câmaras ou a instituições como a Liga Protectora dos Animais ou a Sociedade Protectora dos Animais, onde pagam menos (perdendo as clínicas parte do negócio). Mas, muitas vezes, pedem tratamentos que não podem suportar em clínicas privadas.
“As pessoas têm de entender que as clínicas são empresas. Não há a mínima noção dos custos que têm. Infelizmente em Portugal a situação é: quando as pessoas têm dinheiro muito bem, quando não têm, ficam em situação complicada para tratar dos seus animais”, salienta ao DN Luís Cruz, do Conselho Profissional e Deontológico da Ordem dos Veterinários. E diz que a classe é a que mais faz medicina social. “Os veterinários tratam animais abandonados e tentam arranjar donos, no campo vão tratar de uma vaca, por exemplo, por preços baixos”, refere.
As clínicas tentam proteger-se da falta de pagamento dos donos pedindo uma caução (ronda os 100/150 euros), garantindo desta forma receber o mínimo em caso de falha por parte do dono, segundo explicaram ao DN alguns directores de clínicas que pediram anonimato.
Mas muitas vezes, perante falta de dinheiro, as clínicas tentam chegar a um acordo com a pessoa para pagamentos a prestações, normalmente com cheques pré-datados, ou com acordos verbais. Certo é que na maioria dos casos, os veterinários nunca mais voltam a ver aquele cliente. “Resta-nos agir judicialmente, mas para quê? Os custos de um processo são mais caros do que os tratamentos que nos são devidos”, diz Luís Cruz e que tem a mesma opinião que a maioria dos veterinários.
Mesmo que as prestações sejam pagas, a solução não é ideal , “apenas a possível para ter o dinheiro”. “O problema é que as contas que eu e as outras clínicas temos, têm de ser pagas a pronto. Torna-se numa situação complicada”, frisa.
Nos casos de abandono, os veterinários podem deixar os animais no canil. No entanto, Luís Cruz explica que o que mais acontece é tratarem o animal e depois arranjarem-lhe um dono.
Mas também há donos s acusam os veterinários de pensarem mais do dinheiro do que no bem estar do animal (ver caixa do lado direito). “Temos várias queixas dessas na Ordem, que são investigadas”, afirma. Luís Cruz avisa que muitas pessoas pensam que as clínicas têm de fazer caridade
Para este veterinário é essencial as instituições como a União Zoófila, a Liga e a Sociedade Protectora dos Animais terem mais condições para fornecerem tratamento médico a baixos custos. Realça que o dinheiro acaba por ser utilizado para salvar os animais que têm para os dar para adopção: “Mas têm demasiados e tentam durante muito tempo mantê-los adoptáveis para evitar a eutanásia. Se houvesse outro tipo de financiamento talvez pudessem ajudar mais quem tem menos dinheiro.”
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1576387
http://cm-pontadelgada.azoresdigital.pt/Default.aspx?Module=Noticia&ID=89905
| CANIL DE PONTA DELGADA DEU CERCA DE 800 ANIMAIS PARA ADOPÇÃO | |
![]() |
|
|
|
|
| Em 2009, o Canil Municipal de Ponta Delgada recebeu um total 2.088 animais e destes 780 foram adoptados. Segundo o Relatório de Actividades de 2009, Maio, Junho e e Julho voltaram a ser os meses em que mais cães deram entrada no canil. No caso dos gatos este período estendeu-se de Abril a Setembro. No ano passado, foram adoptados mais cães nos meses de Julho e Setembro e menos em Novembro, sendo a taxa de adopção idêntica à verificada em 2008, cerca de 25% dos animais que deram entrada no canil. De referir que 271 cães foram recolhidos pelo próprio canil, enquanto 1.274 foram entregues por particulares (cães dos próprios ou recolhidos na via pública) e cinco nasceram no canil. Relativamente a 2008, as entregas aumentaram 11,5% e as recolhas subiram 3,8%. Quanto aos gatos, as entregas no canil diminuíram cerca de 6% em relação a 2008. Foram adoptados 308 gatos, o que corresponde a cerca de 59% das entradas. Comparativamente a 2008, as adopções dos gatos aumentaram cerca de 12%. De acordo com o Relatório de Actividades do Canil Municipal de Ponta Delgada, em 2009 foram recebidas 134 queixas telefónicas relativas a animais errantes na via ou em locais públicos, mais 16,5% do que em 2008. Destes casos, 92,5% foram resolvidos, tendo ainda sido efectuadas 17 recolhas ao domicilio, mais três do que em 2008. O Relatório, apresentado na última quarta-feira no Conselho Consultivo do Canil Municipal que reuniu no Salão Nobre da autarquia, sublinha que se continua a sensibilizar as populações para entregarem os animais de estimação em vez de os abandonarem. Até porque a entrega no canil não tem qualquer custo e permite ao animal ter comida, tecto e boas condições de higiene e limpeza. Relativamente às pessoas que procuram o canil para deixarem os seus animais, justificam a atitude com mudança de residência, falta de espaço, abandono, doença ou velhice do animal, agressividade, desobediência e doença do detentor. Saliente-se que os animais continuam a sair do canil mediante o pagamento da respectiva taxa, e só depois sujeitos a uma acção de profilaxia sanitária, vacinação e desparasitação, além de, no caso dos cães, a identificação electrónica. O Canil recebeu, entretanto, a visita de 640 crianças de várias escolas e ATL dos concelhos de Ponta Delgada, Lagoa e Ribeira Grande. As crianças que visitam o Canil visionam sempre um vídeo sobre os direitos e deveres a ter para com os animais de companhia e sobre como se deve proceder caso exista a impossibilidade de manter esses mesmos animais. As crianças recebem ainda folhetos com informações sobre o canil e ficam a conhecer Direitos dos Animais. Ainda em 2009, e no âmbito das comemorações do Dia do Animal (4 de Outubro), o Canil Municipal acolheu a ideia de um grupo de 60 munícipes no sentido de se fazer uma “Cãominhada”. A actividade consistiu num passeio de cerca de uma hora, durante o qual cada pessoa ficou responsável por um animal. No final da “Cãominhada” procedeu-se a uma campanha de adopção gratuita, que resultou na adopção de três cães. Todavia, o Canil Municipal de Ponta Delgada já tem vários projectos em carteira para 2010, um dos quais consiste na criação de uma estrutura própria para acolher as centenas de crianças que todos os anos visitam aquele espaço. O projecto já está a ser elaborado pela Câmara de Ponta Delgada. Trata-se de uma casa de madeira com 50 metros quadrados, constituída por uma sala ampla e uma casa de banho, também adaptada para portadores de deficiência. A casa, que terá ainda uma rampa de acesso para portadores de deficiência, será depois o palco privilegiado para que as crianças visionem o vídeo sobre os direitos e deveres dos animais, sendo, ao mesmo tempo, disponibilizada para actividades diversas. Vai ser, entretanto, elaborado um novo desdobrável que visa divulgar junto do público juvenil os cuidados sanitários e de bem-estar a ter com os animais de companhia, estando em preparação a realização de duas campanhas de adopção, uma por altura do Dia do Animal e outra em data a definir. Em 2010, o Canil Municipal pretende, ainda, implementar uma campanha de divulgação e sensibilização junto dos detentores de animais de companhia que utilizam espaços públicos (jardins, parques de estacionamento, zonas balneares, avenidas) para exercitarem os seus animais, no sentido de removerem os dejectos deixados pelos mesmos. Ponta Delgada, 21 de Maio de 2010 |
|
De 1 a 17 de Junho vai decorrer no concelho de Azambuja a vacinação anti-rábica. Com um custo de 4,40 euros, destina-se a todos os cães com três meses ou mais de idade, relativamente aos quais não se prove que tenham sido vacinados há menos de um ano, informa a Câmara Municipal de Azambuja. Esta vacinação é obrigatória para todos os cães no território nacional e é da responsabilidade da Direcção-Geral de Veterinária.
Mértola promove campanha de vacinação para cães
O município de Mértola, a partir de segunda-feira, promove uma campanha de vacinação da raiva e identificação com chips dos cães do concelho. Todos os animais vão ter um fácil acesso a estes cuidados já que os serviços veterinários municipais vão percorrer mais de 100 localidades. Esta campanha conta, também, com acções de desparasitação dos cães com comprimidos de forma gratuita.
Jorge Rosa, presidente da Câmara Municipal de Mértola, diz que “tentam de uma forma generalizada que todos os canídeos do concelho tenham esta vacina em dia”. O mesmo responsável referiu, ainda, que “é muito importante esta acção” e que vão continuar a faze-la “independentemente do custo que isso possa trazer”.
Tal como nos anos anteriores o Canil Intermunicipal da Associação de
Municípios de Terras de Santa Maria estará presente nos dias 29 e 30
de Maio das 9H00 ás 19H00 no Parque de Lassalete em Oliveira de
Azeméis. O canil estará presente com um pequeno stand onde estarão
animais para adopção.
Pretende-se com esta acção, promover a adopção de animais assim como
sensibilizar os mais novos sobre os maus-tratos e o abandono animal.
Idealmente que esta reflexão sobre o abandono animal se alargue à
família e à escola.
Esta acção contará com o apoio dos MVM de Arouca, Vale de Cambra,
Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira e S. João da Madeira
Convidam-se todos os Colegas e Amigos a aparecerem!
A fim de arranjar dono para três ninhadas que possuímos para adopção no Centro veterinário, iremos realizar uma campanha de adopção no exterior do Parque Urbano Dr fernando Melo no proximo dia 22 de Maio.
A adopção de um animal não deverá ser irreflectida mas sim um acto responsável. Para tal, será colocado um dispositivo de identificação por microchip, com um custo de 12,6€, na altura da adopção.
Na sequência do Aviso n.º 7652/2010, de 8 de Março, publicado no D.R. 2ª
série, n.º 74, de 16 de Abril e do Despacho n.º 7885/2010, de 11 de Março,
publicado no D.R. 2ª série, n.º 87, de 5 de Maio e do Edital, já
divulgado, com 2 versões do Anexo (calendário) para a campanha referida em
epigrafe, assinado pela Sra. Directora Geral, encontram-se reunidas as
condições para que após decorrido o prazo de afixação dos Editais seja
dado início à Campanha de Vacinação anti-rábica, de identificação
electrónica e de controlo de outras zoonoses do ano de 2010.
Face às dúvidas levantadas por alguns médicos veterinários municipais
esclarecemos que a campanha de vacinação poderá decorrer com taxa Normal
até ao final do mês de Julho, sem prejuízo de que cada médico veterinário,
cumprido o Plano de trabalho e respeitados os prazos de afixação mínimos
de 15 dias, possa finalizar a campanha Normal antes e, naturalmente,
iniciar períodos especiais de campanha (para os canídeos retardatários)
imediatamente.