Para conhecimento de VEx.ª remete-se cartaz de iniciativa que irá decorrer
no proximo sábado dia 30 no período da manhã na Zona Ribeirinha do Montijo,
organizado por grupo de alunas da escola secundaria poeta joaquim serra, com
intuito de promover a adopção dos animais do Canil Municipal de Montijo.
CMM – Gabinete de sanidade Pecuária
Em visita ao canil municipal de Leiria, a GNR não encontrou sinais de maus tratos
Na sequência de um conjunto de denúncias perpetradas por cidadãos leirienses, que davam conta dos “horrores” e maus tratos praticados no canil municipal da cidade, o Núcleo de Protecção Ambiental (NPA) do Destacamento Territorial de Leiria da GNR visitou aquele espaço e confirmou a inexistência de sinais de maus tratos a animais.
“Embora a denúncia refira situações que já teriam ocorrido, não foi detectado qualquer animal que tivesse sido alvo de maus tratos”, refere o relatório da GNR remetido ao denunciante e à Câmara Municipal de Leiria.
O local, de acordo com o relatório, estava “limpo”, tendo sido encontrados um detergente de limpeza ‘LTP – Biocida detergente de superfícies desinfectantes’ e um garrafão de lixívia, “para limpeza do piso em cimento de modo a evitar o surgimento de verdete”.
No documento, a GNR, sublinha, ainda, que “os animais presentes apresentavam boa condição corporal” e eram alimentados convenientemente, apesar da necessidade de renovar os bebedouros e comedouros, compromisso já assumido pela câmara. “O NPA/ GNR não verificou em qualquer dos alojamentos crias com adultos, grandes com pequenos, doentes com sãos, verificando, apenas, que, num dos alojamentos se encontrava uma cadela sozinha e com cio. (…) Os animais são alimentados com alimentação própria, sendo apenas ministrado alimento seco”.
Questionado acerca das fotografias que faziam parte da denúncia, o veterinário municipal, Pedro Nogueira, “foi peremptório” ao negar a sua veracidade, referindo “que algumas não correspondem a animais alguma vez ali alojados e outras correspondem a animais que efectivamente ali estiveram alojados, mas a forma como foram apresentadas pretende, de forma clara, deturpar a realidade”.
A visita, que não teve marcação antecipada, levou a GNR a concluir que as práticas do canil municipal estão em conformidade com a lei e que os alegados maus tratos aos animais parecem ser infundados.
http://www.diarioleiria.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=10499&Itemid=135
Campanha “Adopte um amigo”
A Câmara Municipal do Porto Santo e a Empresa Municipal Porto Santo Verde informam em comunicado que estão a organizar a 2.ª Campanha de Adopção de Cães, com o slogan “Adopte um amigo!”.
Esta iniciativa pretende promover a adopção responsável de animais jovens e saudáveis que serão excelentes companhias para os seus novos donos, exercer um controle populacional de canídeos no Canil Municipal e ainda, proporcionar aos animais uma melhor qualidade de vida e bem-estar.
A campanha tem início hoje e está disponível entre as 10 e as 17 horas, prolongando-se até amanhã, dia 21 de Abril, na Praça do Barqueiro, “Adopte um Amigo!”.
Donatila Menezes de Oliveira
http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=181203&sup=0&sdata=
A ANVETEM vem por este meio divulgar a ARPA que visa colaborar com os Municípios na realização da esterilização a baixo custo, sendo o incentivo à esterilização uma das tarefas do Médico Veterinário Municipal e do Município.
Mais informamos que já vários colegas Municipais estabeleceram protocolos entre a respectiva Autarquia e clínicas veterinárias para uma redfuução de custos da esterilização de animais de pessoas carenciadas, alguns a preços mais baixos do que esta associação propõe. Contudo nos Munícipios onde tal protocolo não possa ocorrer, têm os colegas municipais sempre esta alternativa para indicar.
Cumprimentos
ANVETEM
Boa noite, venho através desta dar conhecimento da ARPA – Associação pela
Redução Populacional e Abandono de Cães e Gatos. Somos uma associação sem
fins lucrativos que visa promover a esterilização e posse responsável,
principalmente através de campanhas de esterilizações para cães e gatos
carenciados e CED (captura, esterilização e devolução de gatos de
colónias).
A pensar no interesse que alguns colegas responsáveis pelos canis municipais
possam ter na realização de campanhas de esterilização bem como de programas
CED gostaria que divulgassem nossas actividades e que estamos à disposição
para realizarmos um trabalho conjunto, nomeadamente campanhas de
esterilização.
Qualquer informação favor responder para este email.Melhores cumprimentos,
Cristiane Lima
Presidente
CP2598http://www.arpacg.blogspot.com/
ARPA
Associação pela Redução Populacional e Abandono de Cães e Gatos
Association to Reduce Pets Overpopulation and Abandonement
NIPC 509745342
Código Cartão Electrónico: 4638-4584-5514
Estrada Nacional 17
3350-087 Vila Nova de Poiares, PORTUGAL

“Apostar numa política de proximidade com os munícipes” é a base do novo projeto que a Câmara Municipal da Trofa está a desenvolver para apoiar os agricultores locais. “Sendo uma vasta parte do território do município ocupada por uma mancha verde dedicada à exploração agrícola e pecuária, e no sentido de aproximar a instituição camarária dos munícipes que vivem da agricultura e pecuária, o serviço médico veterinário da Câmara passará a estar ao dispor destes munícipes para possíveis esclarecimentos, informou fonte da autarquia.
Na primeira quarta-feira de cada mês, entre as 14 e as 17 horas, a médica veterinária “estará à disposição para ouvir, apoiar e ajudar estes munícipes, dar apoio técnico veterinário com sugestões e resoluções de problemas na área da pecuária e produção de géneros alimentícios de origem animal”. Este apoio será prestado nas instalações do FIJE (Fórum de Inovação e Jovens Empreendedores), sito na Rua Infante D. Henrique, próximo da Trofáguas.
“Com esta iniciativa, a autarquia espera criar novas dinâmicas de apoio junto de agricultores e criadores com o intuito de impulsionar o setor agrícola e pecuário, de forma a promover a sustentabilidade deste ramo de atividade e revitalizar a economia local”, atestou a mesma fonte.
Pode contactar a veterinária Joana Matos através do telemóvel 913 443 566 e do email veterinario@mun-trofa.pt
Depois do êxito alcançado a 12 de Março, o Gabinete de Intervenção Médico-Veterinária e Defesa da Saúde Pública da Câmara Municipal de Loures, em conjunto com a Associação Kausa Animal de Portugal, vai promover uma nova campanha de adopção de animais, a 9 de Abril e 14 de Maio, no Parque Urbano de Santa Iria de Azóia (PUSIA).
A iniciativa decorre entre as 11h00 e as 18h00, sendo que todos os interessados em adoptar um animal abandonado, devem ser portadores da sua identificação.
Miguel Durão
A ANVETEM reconhece a importância da resolução da Assembleia da República hoje publicada (veja aqui), pelo que espera que tal traga melhores condições aos CROAs e aos animais em geral.
A Assembleia da República defende que os animais errantes recolhidos nos centros oficiais não devem ser abatidos, devendo reforçar-se a fiscalização e o licenciamento destas unidades, e propõe a criação do conceito de cão ou gato comunitário.
Através de uma resolução hoje publicada em Diário da República, a Assembleia da República (AR) avança um conjunto de recomendações ao Governo com o objectivo de criar uma nova política de controlo das populações de animais errantes, promovendo “o não abate” daqueles que estão nos centros de recolha oficiais.
O Governo é aconselhado a corrigir as “falhas existentes” nos sistemas de registo dos animais, como o Sistema de Identificação de Caninos e Felinos (SICAFE), e a promover a articulação entre as várias bases de dados de identificação de cães e gatos.
Entre as propostas da portaria, assinada pelo presidente da AR, Jaime Gama, está a criação do conceito de “cão ou gato comunitário” para garantir a protecção legal dos animais cuidados num espaço ou via pública limitada cuja guarda, detenção, alimentação e cuidados médico-veterinários são assegurados por parte de uma comunidade local de moradores.
É também recomendada a adopção de meios eficazes de controlo da reprodução, mas também o reforço da fiscalização e o licenciamento dos centros de recolha oficiais de modo a assegurar que “são cumpridas as normas de saúde e bem-estar animal”.
O Governo é aconselhado a disponibilizar meios para que estes centros tenham condições de alojamento “adequadas” e realizem tratamentos médico-veterinários, tal como “a esterilização dos animais errantes recolhidos”.
Campanhas de sensibilização pública para os detentores de animais contra o seu abandono, e para a adopção responsável dos animais recolhidos nos centros, são igualmente apontadas pela AR.
http://www.publico.pt/Sociedade/assembleia-contra-abate-de-animais-abandonados_1488209
No seguimento das eutanásias efectuadas nas instalações provisórias do Canil Municipal, entende o Município da Lousã esclarecer o seguinte:

Decorreu hoje uma reunião na Câmara Municipal da Lousã, onde estiveram presentes: a Direcção da Louzanimales, o Presidente da Câmara, o Vereador do Ambiente e o Veterinário Municipal.
A Câmara Municipal tinha conhecimento de que o espaço provisório do canil estava lotado, tendo pedidos de entregas de mais de 10 animais por parte de detentores e que, ao abrigo da Lei, a Autarquia não pode recusar. A Autarquia informou ter efectuado alguns contactos com os detentores a fim de adiar a entrega dos animais, podendo assim manter por mais algum tempo os que estavam nas instalações provisórias do Canil Municipal.
Todos os cães que estavam nas instalações do Canil tinham dado entrada há mais de três semanas e alguns ainda no final de 2010, contudo o tempo máximo de permanência dos animais nunca foi definido, sendo coordenado com a Associação.
Entendemos que houve, acima de tudo, um erro de comunicação com consequências graves, já assumido pelo Médico Veterinário Municipal e que a atitude não foi correcta no âmbito da parceria com a Associação Louzanimales.
Saliente-se que nem o Presidente da Câmara nem o Vereador do Pelouro tiveram conhecimento deste acto e que o Médico Veterinário tem autonomia legal e técnica para o praticar, competência atribuída pela Direcção-Geral de Veterinária.
O Veterinário tinha comunicado à Associação que, no final da campanha de adopção de 19 de Março, seria necessário efectuar selecção de animais. Nesse mesmo dia, o técnico foi informado de que cinco animais haviam saído do canil e que a Louzanimales tinha seleccionado três com menos hipótese de adopção (dois idosos e um agressivo), assunto que seria tratado mais tarde. A Câmara Municipal e a Louzanimales entendem que o Veterinário deveria ter contactado novamente com Associação e verificar quais os animais já encaminhados para adopção ou com possibilidade serem irem para Família de Acolhimento Temporário.
É também nossa opinião que, apesar deste episódio lamentável, o Veterinário Municipal se tem revelado uma pessoa disponível para colaborar com a Louzanimales.
De ambas as partes, Câmara Municipal e Louzanimales, mantém-se a vontade de continuar com a parceria estabelecida, tendo ficado definido que será elaborado um Memorando de Procedimentos, a aprovar por ambas as partes, e que, após cada campanha de adopção, será realizada uma reunião de articulação.
É de destacar que a colaboração da Câmara com a Associação tem tido diversas formas nomeadamente:
melhoria significativa das instalações, nomeadamente com o envolvimento da Associação na construção de novas Boxs,
afectação de funcionário municipal e viatura às instalações provisórias do canil municipal,
investimento em desparasitantes e medicamentos veterinários, para a melhoria do bem-estar animal, na ordem dos 1500€ por ano,
divulgação das actividades da Louzanimales em eventos e suportes da Autarquia,
atribuição de um subsídio monetário no valor 1500€,
empréstimo de equipamentos,
cedência de montra em loja no Parque Municipal de Exposições para divulgação dos animais para adopção,
pagamento de refeições às voluntárias do Serviço de Voluntariado Europeu.
No seguimento das boas práticas e atendendo à importância desta parceria, entendemos que deveremos continuar a procurar o bem-estar dos animais do nosso Concelho. Assim, a Louzanimales continuará na difícil tarefa de colaborar com um canil onde não é, por enquanto, possível manter os animais até serem adoptados. A Câmara Municipal da Lousã continuará a desenvolver esforços para efectivar o processo de licenciamento de um Centro de Recolha Oficial.