[Açores] VACINAÇÃO DE CÃES – Serviços da Agricultura não cumprem a lei

Publicado na Terça-Feira, dia 26 de Julho de 2011, em ActualidadeOs médicos veterinários municipais foram aparentemente ultrapassados pelos serviços da direcção regional dos Recursos Florestais na execução da campanha anual de identificação electrónica e vacinação anti-rábica de cães de caça na Região, contrariando assim as normas da Direcção-Geral de Veterinária que determina o trabalho aos profissionais de saúde animal por conta das câmaras.
Para além disso, e segundo um edital remetido a todos os municípios e juntas de freguesia do arquipélago pela tutela governamental, os donos dos caninos de caça devem dirigir-se aos serviços de ilha para a concretização em causa, a título gratuito, entre o dia de ontem e a primeira semana do mês de Agosto.
De acordo com a legislação, a obrigatoriedade da vacinação anti-rábica está sujeita ainda a “todos os cães” e implica o pagamento de uma taxa que varia de 5 e 10 euros.

Arrancou ontem e prolonga-se até 9 de Agosto a Campanha nacional de Identificação Electrónica e vacinação Anti-rábica de Cães de Caça em todas as ilhas dos Açores.

A divulgação foi feita através de edital da direcção regional dos Recursos Florestais remetido às câmaras municipais que, por sua vez, foi reencaminhado para as juntas de freguesia.

Ao contrário do que a legislação indica no Aviso nº 13255/2011, da Direcção-Geral de Veterinária, expressa no Diário da República, 2ª série, Nº121 de 27 de Junho do corrente ano, os médicos veterinários municipais não estão encarregues da execução desse evento anual nos Açores, mas, sim, os serviços da direcção regional dos Recursos Florestais.

Segundo o edital de 2011, os donos dos caninos devem dirigir-se aos serviços de ilha para a concretização em causa aparentemente deixando de parte os responsáveis legais por esse trabalho de saúde animal.

“Compete às direcções de serviços veterinários regionais, através de editais a afixar nos lugares públicos dos costume, dar conhecimento às populações deste aviso, e bem assim, do calendário do serviço oficial de vacinação anti-rábica e profilaxia de outras zoonoses bem como de identificação electrónica, a efectuar em cada concelho”, pode ler-se no ponto nº 5 do referido Aviso.

De acordo com fonte ligada aos serviços veterinários municipais, os termos práticos da Campanha de Identificação Electrónica e Vacinação Anti-rábica de Cães de Caça na Região contêm pontos de “difícil entendimento”.

“Como é que a direcção regional das Florestas assume uma tarefa dos serviços de veterinária”, pergunta a mesma fonte manifestando a sua indignação por uma acção que, na cidade de Angra do Heroísmo está a decorrer nos Serviços de Desenvolvimento Agrário, e no caso da Praia da Vitória, nos dias 28 e 29 de Julho, na Zona de Exportação de Gado Vivo.

Para além disso, e considerando a legislação vigente no Programa Nacional de Luta e Vigilância Epidemiológica da Raiva Animal e Outras Zoonoses, que pode ser consultada no Diário da República, I Série-B, nº 20 de 24 de Janeiro de 2002, a acção deve abranger “todos os cães com três ou mais meses de idade”.

“E não apenas os cães de caça como se pode ler no edital”, contesta a fonte.


Serviço “deve ser pago”

Nos Açores, a Campanha de Identificação Electrónica e vacinação Anti-rábica de Cães de Caça está a decorrer a título gratuito.

Conforme as palavras de fonte ligada aos profissionais de saúde animal, a acção em causa implica o pagamento de uma taxa por parte dos donos ou detentores dos cães.

“No continente é pago, aqui é gratuito violando a lei”, critica.

Considerando o despacho nº 8399-A/2011, as taxas de vacinação anti-rábica deste ano variam entre 5.00 euros (Taxa N = Normal) e 10.00 euros (Taxa E = Especial), sendo que a Direcção-Geral de Veterinária (DGV) entrega aos médicos veterinários executores 3.51 euros ou 6.74 euros, conforme a taxa, para o pagamento de despesas inerentes aos serviço que fica à sua responsabilidade.

Já o valor da prestação de serviços referentes à identificação electrónica de cães, situa-se entre 4.00 euros para o médico-veterinário e 9.00 euros para a administração.

http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=24711

Sónia Bettencourt

sonia@auniao.com

Os animais do Canil da Maia no facebook

por Animais do Canil Municipal da Maia – CMROACM a quinta-feira, 21 de Julho de 2011 às 10:41

Mediante a crescente necessidade de individuais e associações intervirem no bem estar animal, tanto dos animais de rua como dos animais que estão nos canis municipais, resolvi contactar o veterinário municipal do canil municipal da Maia para saber se me era permitido divulgar os animais que lá estão e assim promover as adopções. A resposta foi positiva e por isso convido a todos que visitem esta página e a sigam para que todos juntos possamos fazer diferença na vida destes animais.

O meu objectivo não é simplesmente divulgar. Pretendo também aos poucos e com a ajuda de todos dar uma melhor qualidade de vida aos animais que permanecem no canil. Pelo que me apercebi o canil está aberto a este tipo de iniciativas por isso há que tentar tirar daí alguma coisa boa e fazer alguma diferença.

O Canil da Maia tem cerca de 13 boxes. Nestas 13 boxes estão cerca de 25 animais. São também recolhidos gatos mas estes, com a ajuda de uma associação, não permanecem no canil muito tempo.

Estão lá animais há imensos meses à espera de um lar. Existe uma cadelinha que está no canil há 3 anos. Imaginem o que é viver confinado a 4 paredes durante todo este tempo.

Ainda não sei se os animais costumam sair das boxes, mas esse é um aspecto que também pretendo interferir caso seja permitido. O Canil tem espaço exterior suficiente para darmos uns passeios com os nossos amiguinhos.

Os animais que saem do canil da maia, vão chipados e vacinados e normalmente o adoptante terá de assinar um termo de responsabilidade. Tudo isto não terá qualquer custo para o adoptante.

Tudo está numa fase muito inicial mas a boa vontade por vezes faz milagres. Conto com todos vós para me ajudarem na divulgação destes animais. Divulguem o álbum de animais para adopção e partilhem a página, pois quantas mais pessoas conhecerem, melhor!

Muito Obrigado

animaisdocanildamaia@gmail.com

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http://pt-br.facebook.com/notes/animais-do-canil-municipal-da-maia-cmroacm/os-animais-do-canil-da-maia/121442777948470

MVM Odivelas – Criação de Colónia de Férias para animais de estimação

http://www.cm-odivelas.pt/CamaraMunicipal/ServicosEquipamentos/ServicosVeterinarios/gvm/imagens/coloniaferias_anexo1.pdf

Cavalo resgatado de uma mina com intervenção da MVM da Trofa

Um cavalo foi resgatado de um poço onde caiu, na segunda-feira, em Alvarelhos. Bombeiros e veterinária municipal comandaram operação de salvamento do animal.

O caso foi insólito, mas teve um final feliz. Um garrano do Gerês, que caiu numa mina com cerca de seis metros no campo onde pastava, em Alvarelhos, acabou por ser resgatado com vida e apenas com ferimentos ligeiros.

Alertado por um vizinho, um amigo do proprietário do animal, Manuel Santos, deparou-se com uma mina, a qual “desconhecia” a existência. Aparentemente, o “Castiço”, que pasta no campo “há cerca de cinco meses”, estava “bem” e enquanto esteve na vala manteve-se “calmo”.

Os Bombeiros Voluntários da Trofa estiveram no local, com seis elementos e duas viaturas, e prepararam a operação de resgate que contou com a participação de Manuel Santos, que se ofereceu para ir colocar as cintas para guindar o garrano. Toda a operação decorreu com as instruções da veterinária municipal, Joana Matos.

De acordo com o comandante dos bombeiros, João Pedro Goulart, “foi utilizada uma retroescavadora” para acelerar o processo. “Poderíamos demorar mais tempo e correr alguns riscos com o nosso equipamento, já que está mais vocacionado para o salvamento de pessoas e animais de pequena dimensão”, explicou.

Já Manuel Santos “queria socorrer o animal o mais depressa possível” e entrou na mina para lhe colocar as cintas.

Duas horas depois do alerta, o garrano foi resgatado com “um ferimento sem gravidade na zona da garupa”. “Apesar da queda grande, não lhe aconteceu nada de especial e foi fácil içá-lo”, referiu Joana Matos.

A Polícia Municipal esteve no local com dois elementos para apoiar na operação, que atraiu os olhares de alguns vizinhos que viram o cavalo sair da mina são e salvo.

Depois do acidente, na quarta-feira, Manuel Santos começou a tomar medidas para tornar o terreno mais seguro. De acordo com o guardião de “Castiço”, ia ser colocada “uma placa de cimento de seis centímetros para tapar a mina”, como solução provisória, para depois “o proprietário do terreno encarregar-se de entulhar o buraco”.

Cãominhada a 14 de Agosto por um canil municipal da Murtosa

O grupo no Facebook, “Queremos um canil municipal da Murtosa” está a organizar uma cãominhada, com data marcada para o dia 14 de Agosto de 2011.

Jorge Bacelar, Médico Veterinário é um dos organizadores e contou ao Ribeirinhas que já existem mais de 60 inscrições e que espera chegar às 100, até ao dia da prova.

Mais informações no Facebook, no grupo “Queremos um canil municipal na Murtosa”

http://www.ribeirinhas.com/jornal/2011/07/15/caominhada-na-torreira-e-ja-a-14-de-agosto/

Sessão de Esclarecimento no Montijo. Tema «Animais Domésticos»

Sessão de Esclarecimento no Montijo<br> Tema «Animais Domésticos»No dia 14 de julho, quinta-feira, realizar-se-á uma sessão de esclarecimento acerca do tema “Animais Domésticos”, pelas 15h00, na Casa do Ambiente. Esta atividade é organizada pela Câmara Municipal do Montijo, através do Gabinete Sénior da Divisão de Solidariedade e Promoção da Saúde e realiza-se no âmbito do projeto Outros Olhares – Agenda Sénior.

A sessão de esclarecimento contará com a presença de Maria do Céu Sampaio, da Liga Portuguesa dos Direitos do Animal (LPDA) que abordará questões relacionadas com o bem-estar animal.

A sessão de esclarecimento contará com a presença de Maria do Céu Sampaio, da Liga Portuguesa dos Direitos do Animal (LPDA) que abordará questões relacionadas com o bem-estar animal.

Técnicos do Gabinete de Sanidade Pecuária da Câmara Municipal do Montijo também vão estar presentes para desenvolverem uma ação de promoção à adoção dos animais do Canil Montijo.

Recorde-se que inúmeros estudos demonstram a interação com animais de companhia pode, de facto, contribuir para a redução dos níveis de solidão, depressão e ansiedade nos idosos.

Esta e outras iniciativas promovidas pelo Gabinete Sénior, ao longo do ano, procuram combater o isolamento, privilegiar o convívio e melhorar a qualidade de vida dos idosos do concelho.

MVM Soure – Evento Gastronómico Regional