“Assunto: Artigos 5.º e 8.º do Regulamento n.º 998/2003 – Regras relativas à titulação de anticorpos
Sobre este assunto e por terem surgido dúvidas sobre as regras relativas à titulação de anticorpos no caso da revacinação, consultaram estes Serviços a Comissão Europeia sobre a necessidade de se considerar ou não o intervalo de 30 dias entre a revacinação e a efectuação da colheita de sangue para titulação de anticorpos.
A resposta foi afirmativa.
Não é assim alterado o que até à data tem vindo a ser considerado sobre esta matéria, mantendo-se toda a documentação divulgada no âmbito, incluindo Intranet/Extranet e página da DGV, isto é, a colheita de sangue para titulação só pode ser feita 30 dias após as datas, quer da primo vacinação quer da revacinação.
Com os melhores cumprimentos
Pela DSSPA”
Boa tarde,
No âmbito das suas competências, a Comunidade Intermunicipal do Oeste vem dar o seu apoio à Unidade de Veterinária e Saúde Pública do Município de Alcobaça para a realização do Seminário “Uma Só Saúde”, o qual constitui o primeiro seminário do Ciclo de Seminários dos Projectos Municipais da Região Oeste.
Para além deste seminário, a OesteCIM pretende prestar apoio institucional na realização de outros seminários que venham a ser propostos a esta CIM por parte dos Serviços de outras Câmaras Municipais da Região Oeste, tendo como meta a realização de um evento por mês. Neste sentido, convidamo-los a apresentarem propostas/ideias por e-mail ou solicitando-nos uma reunião.
O Seminário “Uma Só Saúde” tem como objectivo:
- A partilha de conhecimentos/experiências/mais-valias, dos projectos desenvolvidos na área da Saúde Pública quer na vertente humana e/ou vertente veterinária desenvolvidos pelos técnicos dos Municípios participantes;
- O contacto entre técnicos de todos os Municípios;
- A sensibilização dos participantes das variadas áreas de intervenção existentes no âmbito da promoção da Saúde e salvaguarda da Saúde Pública e Veterinária.
As datas a ter em conta são as seguintes:
- Intenção de participação, 31 Outubro 2011
- Envio dos trabalhos, 30 Novembro 2011
- Realização do seminário, 26 Janeiro 2012
Em anexo, encontra-se o folheto do Seminário “Uma Só Saúde”, bem como um dos ofícios que seguiu anteriormente para as Câmaras Municipais.
Estaremos disponíveis para qualquer esclarecimento.
Com os melhores cumprimentos,
Susana


“De facto as doenças dos animais têm actualmente um impacto crescente na saúde pública e, por conseguinte, elevados padrões em termos de saúde animal têm um impacto positivo na saúde humana e no bem-estar dos consumidores”, esclarece Susana Guedes Pombo, actual Directora Geral de Veterinária da Direcção Geral de Veterinária, em entrevista à Revista Pontos de Vista, onde ficamos a conhecer o que tem sido realizado em Portugal em matéria de saúde animal e que actualmente é possível a Portugal estar ao nível dos congéneres europeus nesta matéria… .
A Direcção Geral de Veterinária assume-se como o principal bastião ao nível da Saúde Animal em Portugal. Neste âmbito, quais os desafios e estratégias que se impõe actualmente no sentido de promover a Saúde Animal?
Pela legislação vigente é reconhecido à DGV o papel de Autoridade Sanitária Veterinária Nacional. Compete-lhe executar e avaliar as políticas sanitárias, de protecção animal e de saúde pública e animal, no âmbito das suas atribuições.
A promoção da saúde animal reveste-se assim de uma importância vital no exercício das nossas funções, fazendo sempre parte de toda e qualquer estratégia definida pelos nossos serviços. Actualmente, pode afirmar-se peremptoriamente existir um caminho percorrido pelos serviços veterinários oficiais em prol da defesa da saúde animal e pública, que tem dado provas significativas da sua eficácia e eficiência no combate a muitas das doenças que têm grassado nos nossos animais. Sempre será uma das principais preocupações, o combate às zoonoses, tendo especialmente em vista a erradicação dos nossos efectivos pecuários de enfermidades como a Tuberculose e a Brucelose. Estamos certos que o investimento já feito, quer pelos serviços veterinários oficiais, quer especialmente pelos produtores pecuários, conduzirá naturalmente ao sucesso das políticas em curso. No entanto, e no actual contexto, permito-me salientar a importância cada vez maior do desempenho das nossas funções na resolução das barreiras sanitárias impostas por países terceiros no acesso dos animais e de produtos de origem animal nacionais a esses países. Facilitar o acesso a outros mercados, significa que os animais produzidos em Portugal e, naturalmente, os seus produtos têm condições sanitárias certificadas, representando segurança para os consumidores portugueses e para os consumidores dos quatro cantos do mundo. Continuar a garantir a entrada de animais e produtos nacionais seguros em mercados internacionais, levará naturalmente ao reconhecimento do trabalho exercido pelos nossos produtores, contribuindo para aumentar a cadeia de valor do que é produzido em Portugal.
É possível olhar a Saúde Animal num conceito animais/pessoas, ou seja, integrada na Saúde Pública?
Essa é uma certeza. Tal como referi o paradigma é sempre animais sãos, alimentos seguros, consumidores tranquilos. Os surtos de doenças animais podem ter consequências devastadoras para a saúde dos animais, para o abastecimento de alimentos, para a economia e para a sociedade no seu conjunto. Algumas doenças animais provocam também graves ameaças para a saúde humana. São as denominadas zoonoses. De facto as doenças dos animais têm actualmente um impacto crescente na saúde pública e, por conseguinte, elevados padrões em termos de saúde animal têm um impacto positivo na saúde humana e no bem-estar dos consumidores.
É também por este motivo que os serviços veterinários em todos os Estados Membros consideram a prevenção e o controlo das doenças animais como uma grande prioridade para a União Europeia. Esta mensagem insere-se também no âmbito da estratégia de saúde animal da UE 2007-2013 na qual é abordado e defendido o tema “Animais + Humanos = Uma só saúde”. Esta estratégia defende uma abordagem integrada destas matérias, uma vez que muitas são as doenças que afectam tanto as pessoas como os animais.
É exactamente por essa razão que a o sector de Saúde Animal é crítico e devemos continuar a apostar no mesmo?
O sector de saúde animal, ou seja a promoção da saúde animal, com o trabalho de todos os que nela investem, desde médicos veterinários a outros profissionais, inclusive os produtores ou detentores de animais, tem como prioridade, nomeadamente, proteger e aumentar o estado de saúde e a condição dos animais, em especial dos animais destinados à alimentação humana, permitindo assim o livre comércio de animais e de produtos animais, de acordo com normas de saúde adequadas e as obrigações internacionais.
Quais são as principais lacunas que o sector da Saúde Animal enfrenta actualmente? Portugal está bem posicionado neste domínio comparativamente aos seus congéneres europeus?
A execução das necessárias medidas para promoção da saúde animal, no actual contexto económico vivido em Portugal, revela-se um desafio que todos temos de saber enfrentar. Será necessário que as políticas sanitárias desenhadas não coloquem em crise o actual estatuto sanitário dos efectivos pecuários e, logo, do país. Pedem-nos portanto maior eficácia e eficiência no desempenho das acções. Estaremos à altura da resposta em prol da saúde e do bem-estar dos nossos animais. Tal como já havia referido, os animais e produtos de origem animal produzidos em Portugal têm acesso aos mercados internacionais.
Esta situação só é possível porque é reconhecido aos nossos animais e produtos um estatuto sanitário elevado, e porque os controlos exercidos pelos serviços veterinários oficiais são um garante de segurança e transmitem confiança aos consumidores dos mercados da UE e dos países terceiros. A título de exemplo podemos mencionar que a visita de peritos da Federação Russa aos operadores portugueses que se revelaram interessados em exportar os seus produtos para aquele mercado, foi um enorme sucesso, uma vez que todos eles viram deferida a sua pretensão. Até à data, e para aquele mercado, esta situação, considerando todos os Estados Membros, só foi alcançada por Portugal. Concluímos assim, que é possível a Portugal, com empenho de todos os envolvidos, estar ao nível dos congéneres europeus.
Que investimento tem sido perpetuado pela Direcção Geral de Veterinária no domínio de novos laboratórios, Investigação & Desenvolvimento, recursos humanos nesta área, entre outras?
No estrito cumprimento da missão que nos é confiada, a investigação veterinária não faz parte das nossas competências. No entanto, e como não poderia deixar de ser, trabalhamos em parceria com um conjunto muito alargado de laboratórios, designadamente o Laboratório Nacional de Investigação Veterinária, que nos prestam a maior colaboração no diagnóstico das doenças dos animais e na pesquisa de resíduos.
Teme que fruto dos cortes que se adivinham em diversos sectores de Portugal este sector também venha a sofrer cortes? Que consequências poderão advir desse cenário caso se confirme esses cortes?
Face às enormes restrições orçamentais sobejamente conhecidas, será inevitável que as mesmas abranjam também estes domínios. De momento, os serviços veterinários estão a avaliar os orçamentos previstos para o próximo ano, para que se possam desenhar as adequadas estratégias. Todos faremos o melhor para que os investimentos aplicados à saúde animal nos últimos 20 anos e que permitiram às explorações pecuárias do nosso país atingir estatutos sanitários elevados, não tenham sido em vão. O mesmo é dizer, que o principal objectivo, é sempre promover o garante da saúde animal.
De que forma pretende a Direcção Geral de Veterinária promover um serviço de qualidade único em Portugal no sentido de Portugal ser actualmente uma referência nos cuidados animal?
Os serviços veterinários oficiais, no pleno desempenho das suas competências, continuarão a desenhar políticas sanitárias adequadas às enfermidades que assolam os efectivos pecuários existentes no nosso país, procedendo à sua contínua avaliação tendo em vista o sucesso da aplicação das mesmas. A execução destas políticas continuará a ser feita sempre em parceria com as organizações representativas das várias fileiras produtivas, dos produtores pecuários e também dos particulares. No entanto, devo salientar que deve continuar a ser feito um investimento na informação, educação e formação dos consumidores, dando-lhes a conhecer os seus direitos, riscos e deveres. Esta aposta na divulgação de informação, contribuirá por certo para uma sociedade mais esclarecida, exigente, e que reconhece naturalmente o papel do animal na vida de todos nós.
A Direcção da OMV, foi recebida em audiência pela Senhora Ministra, Professora Doutora Assunção Cristas com a presença do Senhor Secretário de Estado Eng.º Daniel Campelo.
A Ordem abordou na agenda, entre outros, dois temas essenciais:
A Senhora Ministra demonstrou vontade e preocupação em encontrar soluções que estão em sintonia com as posições acima descritas.
A Direcção da OMV congratula-se com a forma aberta e positiva com a qual a Senhora Ministra abordou os vários assuntos com a OMV, assim como, a demonstração do seu forte empenho na sua resolução.
Caros Colegas,
Dou conhecimento de uma Acção de Formação que vai realizar-se no C. E. Venda Nova, sobre materiais em contacto com os géneros alimentícios, no dia26/10/20 (Quarta-Feira) às 9h30.
Julgo que será da maior importância, para as vossas acções de controlo no âmbito do PACE.
Grata pela atenção,
Com muita estima
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Raquel Luizello
Médica Veterinária Chefe de Divisão |
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP) afirma num comunicado divulgado hoje a sua “desaprovação para com as medidas que têm sido levadas a cabo pela autarquia”, convocando uma greve ao trabalho extraordinário que se irá manter até final do ano. Em declarações à agência Lusa, o vice-secretário geral do SINTAP, José Abraão, explicou que “a Câmara de Oeiras não tem respeitado os direitos dos trabalhadores dos mercados municipais, feiras e que prestam serviço no canil/gatil”. A Câmara de Oeiras, afirma, “decidiu modificar os horários colocando os trabalhadores em serviço por turnos, o que incluiu os fins-de-semana e feriados mas sem qualquer pagamento extra. Ora, isto é inadmissível”. Assim, adiantou José Abraão, os trabalhadores “exigem a reposição do horário que tinham antes e que é o normal de trabalho”, ou seja, de segunda à sexta-feira.
Além disso, os trabalhadores exigem um subsídio de insalubridade aos que prestam serviço nos mercados municipais. A greve ao trabalho extraordinário pretende “sensibilizar, de forma a alterar o estado das coisas” que se tornaram “incompreensíveis e insustentáveis”. De acordo com José Abraão, os trabalhadores vão manter a paralisação até que a autarquia se mostre disponível para resolver o problema, prometendo a greve até final do ano. “Até às 24 horas do dia 31 de Dezembro os trabalhadores estão em greve aos sábados, domingos e feriados”, adiantou o dirigente, admitindo a possibilidade de alargar a greve aos dias 23, 24, 30 e 31 de Dezembro. Contactado pela Lusa, o vereador do Ambiente da Câmara de Oeiras, Ricardo Barros, afirmou que os motivos invocados pelos trabalhadores para a greve “não têm lógica e não são justos”.
“Eu percebo que haja uma contestação crescente, mas só a aceito quando está fundamentada com questões que façam sentido e que sejam justas, o que não é o caso”, disse. Sobre os horários por turnos, o vereador disse não compreender a contestação e assegurou que os trabalhadores recebem um subsídio por turno de “22 por cento sobre o seu vencimento base”. Ricardo Barros lamentou ainda que o SINTAP não tenha esclarecido, no pré-aviso de greve efectuado, como vai garantir os serviços mínimos.
LUSA
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2063379&seccao=Sul

O Hospital Veterinário Montenegro irá realizar no próximo dia 22 de Outubro, pelas 21 horas, nos Paços do Concelho de Mondim de Basto o seguinte evento, para o qual gostaria de contar com a vossa presença:
-Apresentação do livro e acção de sensibilização para o bem estar animal.
-Lançamento do “Livro Cão Sem segredos”, proferida pelo Sr. Presidente da Câmara Eng.º Humberto Cerqueira.
-Oferta de um exemplar a cada biblioteca pública do Concelho indicada pelo Sr. Presidente Engº Humberto Cerqueira.
-Sessão de autógrafos.
-Cocktail.
O convite anexo é extensível a todos que pretendam participar neste evento. O livro é bastante interessante ensinando os proprietários a detectar os sinais de doença nos cães e será mais uma oportunidade de fazer uma acção de sensibilização da população para a temática do bem estar animal.
Contamos consigo!

Apesar de praticamente erradicada no Brasil, a raiva ainda representa séria ameaça à vida humana e animal no mundo todo. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontam que, a cada ano, ao menos 55 mil pessoas ainda morrem após serem mordidas por um animal infectado e 20 milhões de bichos são sacrificados na tentativa de erradicar a doença.
Pensando em ajudar a reduzir esses índices, a ONG (organização não-governamental) WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal) está promovendo a campanha global “Coleiras Vermelhas: Pelo Fim da Raiva”. O objetivo é buscar apoio da população de vários países para incentivar os governos locais a adotarem práticas humanitárias de controle da doença.
A WSPA também realiza parcerias com agências governamentais de saúde pública e educação, seguindo o modelo de sucesso no trabalho de combate à raiva na Ilha de Bali, em 2010. Na ocasião, a ONG colocou uma coleira vermelha no pescoço de cada cão vacinado, como forma de demonstrar às comunidades que eles estavam protegidos.
“Ainda que o Brasil se destaque no controle humanitário da raiva, ela ainda não foi erradicada em todo território nacional”, destaca Rosângela Ribeiro, médica e gerente de programas veterinários da WSPA.
Segundo a veterinária, vale ressaltar que a campanha anual de vacinação gratuita ainda não ocorreu neste ano em boa parte do Brasil e, por isso, a maioria dos animais de estimação ainda não foi imunizada. “Os animais precisam ser vacinados todos os anos, nem que, para isso, seja preciso levá-los a clínicas veterinárias particulares”, afirma Rosângela.
Gostou da iniciativa? Saiba mais sobre o trabalho desenvolvido no site da WSPA.