http://pdf.clipping.mediamonitor.pt/pdfTemp/etn_10060529_gci_2910_0.pdf
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Qual o comportamento dos canídeos antes da esterilização?
Os machos estão sobre a forte influência da hormona testosterona, sobretudo durante a adolescência, altura em que os valores desta hormona podem ser bastante mais elevados do que durante a vida adulta. Assim, é natural observarem-se comportamentos como a marcação do território com urina ou a agressão/intolerância social e fuga, associados a esta “hiperestimulação hormonal”. Os machos não castrados, têm mais dificuldade em se concentrarem e, consequentemente, em conseguirem ser treinados e educados.
Nas fêmeas, o cio pode alterar o estado de disposição e manifestar-se, repentinamente, sob a forma de agressividade durante ou após a gravidez. A fuga e a emissão de gemidos e agitação nocturna constituem, também, exemplos de alteração comportamental associada ao período do cio. As fêmeas podem, ainda, começar a urinar pela casa para atrair os machos.
O que é a esterilização/castração?
É a remoção cirúrgica dos órgãos com funções reprodutoras. Nas fêmeas, procede-se à retirada do útero e dos ovários, deixando o animal de ter cio. Nos machos, retiram-se os testículos. Portugal obriga à esterilização dos cães considerados de raças potencialmente perigosas.
Todas raças de cães podem ser esterilizadas?
Sim.
Por que deve esterilizar o seu cão?
As grandes vantagens prendem-se com o controlo das populações errantes de cães, evitando o abandono, a diminuição de comportamentos agressivos, a prevenção de determinadas doenças (hipertrofia benigna da próstata, quistos prostáticos ou cancro) e a diminuição da disseminação de doenças infecto-contagiosas.
Qual a idade ideal para o fazer?
É discutível, mas os últimos estudos demonstram ser seguro realizar entre os 5 e 7 meses de idade, de preferência sempre antes do 1º cio no caso das cadelas.
Após a esterilização, o que esperar do seu cão?
As brincadeiras, a amizade e a socialização com seres humanos não são alteradas. O que se alterará são apenas os comportamentos indesejados: agressividade, marcação urinária e o impulso sexual.
Nas cadelas, devemos esperar o mesmo?
A esterilização nas fêmeas traz grandes benefícios. O principal está associado à diminuição do risco de desenvolver cancro de mama. A esterilização antes do 1º cio reduz para quase zero o risco de desenvolver tumores mamários, bem como a “gravidez histérica”. Outra vantagem prende-se com o controlo da diabetes, pois a esterilização previne o descontrolo provocado pelas alterações hormonais dos cios. O risco de desenvolverem infecções no útero que levam a cirurgias de urgência e a risco de morte por septicemia ficam, igualmente, reduzidos.
A pilula não poderá ser uma alternativa à esterilização?
A pílula é uma das principais causas de cancro de mama e infecções uterinas. Nos casos de neoplasia mamária é recomendado, para além da remoção do tumor, a realização de ovariectomia, para diminuir risco de recidiva. A pílula pode ainda estar associada ao desenvolvimento de outras doenças como diabetes, quistos na glândula mamária, ovários e útero.
A cirurgia da esterilização é dolorosa?
Nos tempos que correm as vantagens da castração ultrapassam, largamente, as desvantagens. Relativamente aos receios da anestesia, cirurgia e recuperação pós cirúrgica, há a ter em conta que a Medicina Veterinária evoluiu muito nas últimas décadas. As anestesias são muito seguras, fazendo uso das mesmas técnicas que se usam em medicina humana, o maneio da dor é excelente e existe, também, a possibilidade da cirurgia laparoscópica, em cadelas e gatas, permitindo a alta do animal no próprio dia.
Os animais esterilizados ficam mais “moles”?
Não é verdade que os animais castrados ficam mais “moles” e inactivos e com tendência para engordar. Tudo depende do estilo de vida. Um animal esterilizado fica com mais apetite devendo, por isso, ter uma alimentação industrial adequada, assim como ser estimulado a desenvolver exercício físico diário, seja cão ou gato.
Os cães aumentam de peso depois da esterilização?
Eles só aumentarão de peso se comerem demais e inadequadamente. Este é o momento em que deverá ter especial atenção à sua alimentação. Existe no mercado alimento industrial indicado para animais esterilizados, menos calóricos, e que respeitam as necessidades energéticas do seu animal.
A actividade física continua a ser importante?
Sempre! Mantê-lo activo vai ajudá-lo a controlar o peso, evitando que engorde. Por outro lado, as brincadeiras a que o submeterá é uma forma simples e eficaz de estreitar a relação que tem com ele.
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Bucareste, 22 nov (EFE).- O Parlamento da Romênia aprovou nesta terça-feira uma lei que legaliza a eutanásia de milhares de cachorros de rua que vivem em cidades de todo o país, considerados um problema grave de saúde pública e segurança.
A lei, que foi adiada várias vezes desde março pela pressão de entidades protetoras dos animais e por parte da população, permite às autoridades locais a possibilidade de matar os cachorros com uma injeção letal, caso os cidadãos votem a favor da medida em um referendo municipal.
Os cachorros deverão ser recolhidos da rua por cada prefeitura e colocados em canis municipais por 30 dias.
Se depois deste prazo não forem reivindicados por um dono ou adotados, os cães poderão permanecer nos canis, serem devolvidos à rua depois de esterilizados ou sacrificados.
Só em Bucareste vivem, de acordo com cálculos oficiais, cerca de 70 mil cachorros de rua.
Segundo o prefeito da cidade, Mihai Atanasoaei, mais de 24 mil pessoas foram atendidas em hospitais da capital mordidas por cachorros de rua em 2009 e 2010.
A polêmica lei aprovada nesta terça-feira foi motivo de uma guerra aberta entre os partidários e os opositores de eliminar os cachorros das ruas.
Segunda a imprensa local, o problema dos cachorros de rua começou antes da queda do regime comunista em 1989, quando o ditador Nicolae Ceausescu obrigou milhares de romenos a se mudarem para condomínios como parte do plano de industrialização e sistematização social.
Como os novos apartamentos não permitiam animais, muitas pessoas se viram forçadas a abandonar seus bichos de estimação, e desde então sua população tem se multiplicado nas ruas.
O recurso à eutanásia não é novo no país balcânico. Em 2001 foram eliminados das ruas 50 mil cachorros durante o mandato do então prefeito e hoje chefe de Estado, Traian Basescu.
A pressão internacional, que tem a atriz Brigitte Bardot à frente da causa, conseguiu diminuir o número de animais mortos, até que em 2008 a eutanásia foi completamente proibida. EFE
Audiência pública realizada nesta terça-feira na Câmara mostrou a falta de consenso entre especialistas e o próprio governo sobre o uso de vacina e o tratamento contra leishmaniose animal. Uma vacina contra a doença foi registrada pelo Ministério da Agricultura sem que o Ministério da Saúde fosse ouvido.

A Comissão de Seguridade Social e Família, que realizou o debate, analisa o Projeto de Lei (PL 1738/11), que estabelece a política nacional de vacinação contra a doença. Atualmente, o Ministério da Saúde proíbe o tratamento de cães com leishmaniose com medicamentos para uso humano e determina o sacrifício desses animais.
Em 2010, cerca de 3,5 mil pessoas foram infectadas com a doença, que não é transmitida do homem para o homem. O cão é o único hospedeiro do parasita e o contágio se dá quando o mosquito vetor pica o cão doente e, depois, uma pessoa. A doença é letal e, segundo o Ministério da Saúde, o índice de mortes entre os pacientes tratados está em torno de 6%.
Organização Mundial da Saúde
O coordenador geral de doenças transmissíveis do Ministério da Saúde, José Ricardo Marins, informou que a eutanásia de cães é recomendada pela Organização Mundial da Saúde e que nenhuma vacina atende aos critérios de segurança e à relação custo-eficiência exigidos pelo governo brasileiro.
“Até o momento, nós não temos nenhuma comprovação de que há segurança no uso [da vacina] e que não vá haver transmissão para humanos a partir de cães vacinados. Essa política de eutanásia tem surtido efeito. Nos municípios mais infectados, houve uma queda de 50% no número de casos desde 2004, porém a doença continua se expandindo, porque novos municípios, que não tinham a transmissão, hoje têm”, afirmou Marins. Ele informou ainda que todas as instituições de pesquisa, inclusive, o Conselho Federal de Medicina Veterinária, concordam que a única forma confiável até hoje é a atualmente adotada pelo Brasil.
Vacina registrada
O relator do projeto, deputado Mandetta (DEM-MS), questionou o fato de o Ministério da Agricultura ter registrado uma vacina contra a doença. O Ministério da Saúde informou, no entanto, que não foi consultado sobre a medida e que o registro da vacina pode ser cancelado caso sua segurança não seja confirmada. Mandetta informou que vai buscar esses dados para subsidiar seu parecer.
“O grande ausente dessa audiência pública foi o Ministério da Agricultura, porque deu registro a essa vacina e esse registro deve ter sido baseado em ensaios clínicos. Então vamos chamar o ministério para que ele entregue o protocolo dessa vacina, apresentado pelos fabricantes, e que a gente possa, aí sim, à luz dos fatos científicos, fazer o relatório. Sem fatos científicos, a tendência maior é acompanhar a Organização Mundial da Saúde”, argumentou o deputado.
Polêmica
A política para enfrentamento da leishmaniose adotada pelo Brasil é polêmica. Pessoas vestindo camisetas com os dizeres “Diga não ao sacrifício de cães” acompanharam a audiência na Comissão de Seguridade.
Doutor em parasitologia pela Universidade de Minas Gerais, Vítor Ribeiro defendeu que seja dado o direito aos donos dos cães de optar pelo tratamento. “A eutanásia do cão é realizada na Europa em cima de uma decisão do proprietário, da gravidade da doença do animal, da possibilidade de ele cuidar do animal ou não, mas o tratamento assumido pelo proprietário é altamente viável”, explicou.
Leonardo Prado
Para Geraldo Resende, o debate confirmou que a opção do tratamento e vacina deve ser dada.
Tanto Mandetta como o deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) questionaram a possibilidade de adoção em massa de coleiras com inseticidas, conforme sugeriu Vitor Ribeiro. Pio Marins afirmou que o Ministério da Saúde estuda a viabilidade dessa medida. Autor do projeto, o deputado Geraldo Resende (PMDB-MS) elogiou o debate e afirmou que as contribuições o deixaram mais seguro de que deve ser dada a opção de tratamento e vacina para os cães.
O presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, Carlos Henrique Nery Costa, apresentou estudos realizados no Espírito Santo, na Bahia e no Piauí que demonstram que não houve diminuição no número de pessoas infectadas por leishmaniose com o sacrifício de cães. Ele recomendou a suspensão do programa de eliminação de cães por falta de evidências da sua efetividade.
Representantes de organizações da sociedade civil, incluindo a Ordem dos Advogados do Brasil, pediram a palavra para defender a vacinação e o tratamento dos cães. Um abaixo-assinado com 15 mil assinaturas foi entregue ao relator do projeto para que seja aprovada a vacinação de animais contra a leishmaniose.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/SAUDE/205739-VACINA-CONTRA-LEISHMANIOSE-MOSTRA-FALTA-DE-CONSENSO-NO-GOVERNO.html
Ao abrigo do estatuído no art° 57°, n° 1, da Constituição da República Portuguesa e nos termos do disposto nos art°s 530° e seguintes, designadamente, em cumprimento do previsto no artigo 534°, do Código do Trabalho, publicado pela Lei 7/2009 e, ainda, nos art°s 392° e seguintes, em especial para os efeitos do estabelecido no art° 396°, do Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas, publicado pela Lei 59/2008 de 11 de Setembro, o Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários declara uma Greve Nacional dos Médicos Veterinários de todos os sectores de actividade da Administração Pública ou Privada para o próximo dia 24 de Novembro de 2011, sob a forma de paralisação total e com ausência dos Médicos Veterinários dos seus lugares de exercício profissional.
A Câmara da Carregal do Sal colocou a funcionar provisoriamente um centro de recolha de cães até que se concretize um projeto intermunicipal, avançou hoje à agência Lusa o presidente da autarquia, Atílio dos Santos Nunes.
O Centro de Recolha de Canídeos provisório foi adaptado de um canil municipal e tem, neste momento, 42 animais.
“Uma senhora que tinha quase 60 cães em casa morreu num desastre, os animais ficaram abandonados e nós decidimos pegar no projeto”, contou o autarca.
A autarquia reparou as instalações, dotou-as de água para as limpezas e banhos dos animais e também de meios humanos.
Segundo Atílio dos Santos Nunes, além do acompanhamento do veterinário municipal, a câmara contratou um funcionário para, diariamente, alimentar os animais e lavar as instalações.
“Temos lá cães muito bonitos e muito bem tratados e as pessoas têm estado a aderir à adoção”, congratulou-se o autarca, contando que, no espaço de um mês, o número de animais do centro baixou para 42.
Garantiu que no centro “todos os animais são bem tratados e ficam prontos para ser adotados” e o recurso à eutanásia só acontece em caso de doenças incuráveis.
A autarquia está a sensibilizar a população, nomeadamente através das Juntas de Freguesia e da GNR, para o facto de a lotação do centro ser limitada, apelando por isso a “adoções responsáveis” e também à oferta de géneros e de voluntários.
“Muitos dos animais recolhidos têm dono e estão a ‘dar uma volta’. Não se podem soltar os cães para ‘dar uma volta’, quer seja à noite, quer seja ao fim de semana. Legalmente não é possível e eles soltos juntam-se e causam problemas”, pode ler-se numa circular.
O documento lembra ainda que, “hoje em dia, ter um animal de estimação exige responsabilidade, tempo e dinheiro”, nomeadamente para passeios, higiene, alimentação e cuidados veterinários.
Segundo Atílio dos Santos Nunes, o projeto do canil intermunicipal – que deverá envolver Carregal do Sal, Santa Comba Dão, Tondela, Mortágua e Tábua – “está a avançar”.
A autarquia de Santa Comba Dão já adquiriu um terreno para esse fim e o projeto, que está a ser preparado, deverá depois ser candidatado ao Quadro de Referência Estratégico Nacional, acrescentou.
AMF.
http://www.cnoticias.net/?p=55706
O seu melhor amigo pode estar a chegar…
No Canil Municipal de Montemor-o-Novo pode encontrar um novo amigo!
Faça um animal feliz! Com esta nova prenda toda a sua família ficará contente!
Se está a pensar em adoptar um animal (um cão ou um gato), e quer visitar o Canil Municipal de Montemor-o-Novo, contacte o 266 898 100 (ext. 334)
Os animais são MESMO nossos amigos…
No dia 8 de Novembro e a convite do recém-nomeado Diretor Geral de Veterinária, Profº. Dr. Nuno Brito, foi o Presidente da Associação Nacional dos Médicos Veterinários Municipais (ANVETEM) recebido no Ministério da Agricultura. Desta reunião, resultou a troca de ideias para a melhoria não só do serviço público prestado, assim como, para o estreitamento das relações entre os médicos veterinários municipais e os serviços centrais da DGV.
O Presidente da ANVETEM aproveitou esta oportunidade para felicitar o novo diretor da DGV e destacar a importância da nomeação do colega, Profº. Dr Nuno Brito para aquele cargo, considerando o seu relevante curricula académico e profissional que muito dignifica a classe médico-veterinária.
Olhão vai receber uma campanha de adoção de cães e gatos do canil municipal no próximo fim de semana.

Esta é uma iniciativa da autarquia em colaboração com a Associação de Defesa de Animais e Plantas de Olhão (ADAPO) e vai decorrer no Jardim Pescador Olhanense no dia 12, entre as 15h00 e as 17h30, e no dia 13, das 10h00 às 17h30.
Além da componente da adoção de animais esta campanha visa ainda alertar a população para o problema do abandono de animais.
“Existem cada vez mais cães e gatos abandonados, o que implica que os centros de recolha lutem diariamente com os problemas de sobrepopulação”, refere a autarquia que pretende dar a conhecer o trabalho realizado no concelho a este nível.
De acordo com os dados fornecidos pela câmara municipal, durante os primeiros nove meses do ano, foram adotados cerca 50 animais que estavam no canil municipal.
No local de realização da campanha, os visitantes podem pedir esclarecimentos sobre as normas legais de detenção de canídeos e felinos, ainda desconhecidas de uma grande parte da população. Aos animais que vierem a ser adotados será efetuado, gratuitamente, o preenchimento do boletim sanitário, esterilização, a aplicação de microchip de identificação e, no caso dos canídeos, a vacinação antirrábica.
Para os dias 14, 17, 21, 24 e 28 deste mês está marcada a terceira campanha de esterilização de animais abandonados ou sem dono. Estas campanhas visam controlar as populações de animais de rua. Para esta campanha a autarquia conta com a colaboração da ADAPO, dos médicos veterinários privados do concelho e alguns laboratórios veterinários.