Caros colegas e amigos, estão convidados a aparecer, não só pelo colóquio mas, para além da V. presença constituir enorme prazer, pela prova de produtos, que se pretende de elevada qualidade gastronómica.
Um abraço, Fernando Monteiro
MVM Mação

Em Benedita, Alcobaça, no dia 26 de Janeiro. A não perder!
http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/222522
Segundo um comunicado hoje divulgado, “a legislação a propor deverá promover uma abordagem inovadora, centrada nos resultados concretos em termos de bem-estar animal e não em factores mecanicistas, e reforçar a ênfase na educação e na formação profissional de todas as partes envolvidas”.
No âmbito da nova estratégia, serão aplicadas gradualmente, até 2015, uma lista de acções sobre a protecção de suínos e bem-estar nas aquiculturas e em matadouros.
A Escola Universitária de Vasco da Gama (EUVG) vai assegurar a esterilização dos animais adoptados no canil/gatil municipal de Coimbra durante este ano. A iniciativa, apresentada hoje pelo vereador Luís Providência e pelo presidente da entidade instituidora da Escola Universitária, Luís Vilar, visa alertar a população para o excesso de cães e gatos vadios, situação que decorre, muitas vezes, do facto de se soltar os animais de companhia sem qualquer controlo de procriação.
A parceria estabelecida entre a Câmara Municipal de Coimbra e a EUVG prevê ainda uma avaliação epidemiológica e de saúde dos aimais do canil/gatil municipal.
Os detentores de animais adoptados no Centro Municipal de Recolha Oficial de Animais de Companhia de Coimbra devem solicitar a esterilização junto da EUVG, fazendo prova da adopção.
No ano passado, o referido Centro Municipal acolheu 1690 animais, sendo que perto de uma quinta parte tinha até três meses de idade.
Segundo a autarquia, a população de animais abandonados na via pública tem “crescido exponencialmente ao longo dos últimos anos”.
Também médica veterinária, Patrícia Andreotti avalia que é uma “irresponsabilidade” ter deixado de realizar as campanhas públicas de vacinação. “Há diversos animais soltos na rua, além de pessoas que não têm condições de levarem seus bichinhos em clínicas particulares. Por ser um caso importante de saúde pública, as autoridades deveriam ter sempre o controle”, diz, alertando para os riscos de surtos da doença caso a prevenção não volte a ser feita.
http://www.odiariodemogi.inf.br/noticia_view.asp?mat=34245&edit=6
Região terá vacinação antirrábica

DANILO SANS
Suspensas há dois anos, as campanhas de vacinação antirrábica devem ser reiniciadas ainda neste primeiro semestre. Para garantir a imunização, o Ministério da Saúde iniciou novamente a distribuição de doses da vacina e indica que as ações já poderão ocorrer em fevereiro. De acordo com veterinários, a pausa de mais de dois anos na aplicação das doses representam risco à saúde pública e irresponsabilidade das autoridades. Nesta semana, a identificação da doença em uma gata morta em Moema virou destaque no noticiário nacional.
No início deste mês, a Pasta encaminhou a São Paulo cerca de 2 milhões de vacinas, sendo 1,2 milhões apenas para a Capital. Entretanto, o montante não foi destinado às campanhas gratuitas de vacinação, mas apenas para o bloqueio da doença em localidades onde há suspeita ou identificação de animais infectados. Já para a distribuição, outras 5 milhões ainda devem chegar ao Estado até o final do mês.
Apesar do anúncio do Ministério, a Secretaria de Estado da Saúde diz que só irá se programar quando estiver com as vacinas disponíveis, mas que “as campanhas devem ser iniciadas em questão de dias após o recebimento”.
Para o veterinário Marcelo Oliveira Lima, o problema deveria ter sido solucionado pelo Município, até porque, segundo ele, houve um aumento na população do principal vetor do vírus: o morcego hematófago (que se alimenta de sangue). “A doença está nos bairros, então deveria haver uma cobrança da Administração Pública no sentido de se garantir meios de não parar com as imunizações”, cobra.
De acordo com Lima, na falta de doses enviadas pelo Governo Federal, a própria Prefeitura ou o Governo do Estado poderia adquirir essas unidades. “O que não pode é deixar de fazer a prevenção”, alerta. A demora de quase dois anos para se resolver uma questão de saúde pública, para ele, é “algo inadmissível para a época na qual vivemos”.
Apesar de trabalhar principalmente com animais de grande porte, o veterinário explica que as vacinas são as mesmas aplicadas tanto em cavalos quanto em cachorros e gatos. O problema de rejeição, como foi verificado em 2010, já havia sido percebido por ele em 2004. “Falta uma atenção especial da indústria farmacêutica para melhorar as formas de fabricação e aumentar o número de pesquisas”, aponta.
Também médica veterinária, Patrícia Andreotti avalia que é uma “irresponsabilidade” ter deixado de realizar as campanhas públicas de vacinação. “Há diversos animais soltos na rua, além de pessoas que não têm condições de levarem seus bichinhos em clínicas particulares. Por ser um caso importante de saúde pública, as autoridades deveriam ter sempre o controle”, diz, alertando para os riscos de surtos da doença caso a prevenção não volte a ser feita.
De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, a entrega das 7 milhões de doses, que deveria ter sido realizada em setembro, atrasou devido ao “duplo teste realizado nas vacinas para garantir que o problema ocorrido em 2010 não venha a se repetir”. Ainda de acordo com a Pasta, os municípios já poderão realizar suas campanhas assim que receberem os lotes.
A Secretaria Municipal de Saúde confirmou que a campanha deve ser iniciada assim que receber as imunizações do Estado. O veterinário do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) Carlos Alverto Vicentin informa que desde 2008, Mogi da Cruzes identificou três casos de raiva em morcegos não hematófagos. Apesar de confirmar a presença de animais contaminados por morcegos hematófagos, o veterinário não precisou a quantidade nem a data dos últimos casos diagnosticados.
A notícia de que um gato morreu vítima do vírus da raiva em São Paulo deixou autoridades de saúde preocupadas. Há quase 30 anos a cidade não registrava casos da doença.A suspeita é que o vírus tenha sido transmitido por um morcego que se alimenta de frutas e que poderia estar numa das árvores de Moema, um bairro de classe média alta, conhecido pela quantidade de animais domésticos.
A vacinação de cães e gatos está suspensa na cidade porque a vacina matou alguns animais, mas a raiva ainda é uma ameaça no país, porque o vírus circula por vários estados. Desde 1983, não era registrado um caso de raiva em animais na capital paulista. Segundo a prefeitura de São Paulo, em outubro do ano passado um gato morreu. A dona, desconfiada, levou o corpo do animal para fazer exames na Universidade de São Paulo (USP). Os exames indicaram que o gato tinha contraído o vírus da raiva.
“A gente fez quatro provas em série e todas resultaram positivas para o vírus da raiva. Isso, associado aos sintomas que ele teve e ao histórico epidemiológico, dá grande segurança de que era raiva, de fato”, afirma Paulo Eduardo Brandão, virologista da USP. A suspeita é que o vírus tenha sido transmitido por um morcego. “Possivelmente o morcego que se alimenta de frutas acabou contraindo raiva e tende a ficar paralítico. Incapaz de voar e se movimentar, ele cai ao chão. O gato possivelmente foi tentar capturar esse morcego caído que, para se defender, possivelmente mordeu o gato e inoculou o vírus da raiva nesse gato”, acrescenta o virologista Paulo Eduardo Brandão.
Em cães e gatos os sintomas são: agressividade, salivação abundante e dificuldade para engolir. O cachorro ainda muda o latido. No ano passado, a vacinação contra a raiva atrasou em São Paulo e muitos donos pagaram para imunizar os animais. O Ministério da Saúde, responsável pela distribuição das doses, admite dificuldades. “No ano de 2010, a vacina que era utilizada apresentou problemas porque vários animais, principalmente gatos e cachorros de pequeno porte, apresentaram reações graves, alguns inclusive com morte do animal. Com isso, o ministério suspendeu a vacina. Em 2011, foram realizados testes de segurança nessas vacinas. Foi mudado o processo de fabricação para que a gente tenha uma vacina mais segura”, explica o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
Segundo o ministério, ocorrem por ano no país cerca de 70 casos de raiva em animais. A raiva é transmitida por cães, gatos ou morcegos quando mordem ou arranham. A pessoa deve lavar o local com água e sabão e procurar os serviços de saúde. – A raiva sempre mata. Um caso de raiva é sempre letal. Em seres humanos, os sintomas são bastante inespecíficos no começo. Pode ser uma dor de cabeça ou uma sensação de coceira no local da mordida. Isso acaba evoluindo para convulsões, alucinações, paralisia e sempre coma e morte – alerta Paulo Eduardo Brandão, virologista da USP.
O Ministério da Saúde informou que dois milhões de doses da vacina contra a raiva foram enviados para São Paulo no início deste mês. A previsão é que o estado receba 7,5 milhões de doses, mas ainda não há data para a campanha de vacinação. No ano passado, dois casos de raiva humana foram registrados no Maranhão.
Como medidas imediatas vão intensificar a captura de animais de estimação vadios e, iniciar, brevemente, uma campanha massiva de vacinação, como disse o director dos serviços de veterinária, António José.
“Em relação a raiva a situação ainda é um bocado preocupante, se nós olharmos para a situação do país, principalmente em Luanda, acções estão a ser feitas para contornarmos a situação e julgo que nos próximos tempos talvez tenhamos outra evolução em relação a esta doença. Nós podemos falar da captura de animais vadios, estamos a organizar uma campanha massiva de vacinação a nível nacional que tem a duração de mais ou menos um ano, porque tivemos o ano passado um número que ronda mais ou menos 161 óbitos”, disse.