O canil municipal de Alcácer do Sal tem vários animais de companhia à espera de serem adoptados por novos donos que estejam dispostos a dar-lhes um lar.
Para adoptar um amigo de estimação basta ter mais de 16 anos e possuir condições de alojamento e manutenção do animal. A adopção deve reunir o consenso de toda a família envolvida e os adoptantes têm ainda de preencher um termo de responsabilidade.
Se o canídeo escolhido pelo adoptante tiver mais de três meses de idade, é entregue após vacinação anti-rábica, prova de registo e licenciamento na Junta de Freguesia da área de residência.
A decisão de adoptar um animal contribui para a redução do número de eutanásias praticado e, simultaneamente, proporciona-lhes uma segunda oportunidade de vida.
Para mais informações, os interessados podem contactar o canil municipal (265 612 680), o gabinete veterinário (265 610 060) ou a veterinária municipal (93 511 41 63).
O site do município alcacerense tem também disponível na área “Loja do Munícipe” um registo fotográfico contendo as informações referentes aos cães que estão no canil, com o intuito de sensibilizar a população para a situação em que estes se encontram.
Ao longo do ano, centenas de animais são abandonados, principalmente no Verão, época em que as famílias vão de férias e não têm com quem deixá-los. No entanto, este fenómeno tem vindo a acentuar-se e o carácter de sazonalidade tem sido gradualmente ultrapassado. O facto dos animais serem considerados “de raça” parece também já não ser motivo que leve os donos a reconsiderarem a hipótese de ficarem com eles.
Este Verão, não abandone o seu animal; aposte antes numa amizade com um amigo de quatro patas que sempre lhe será fiel, adopte um animal no Canil Municipal de Alcácer.
http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Actualidade/Noticias/Paginas/Adopteumanimal.aspx
| Veterinário Municipal | ![]() |
FunçõesFunções nos diversos domínios:
Intervenção em processos de licenciamento e inspecção sanitária de estabelecimentos de transformação, armazenamento e confecção de produtos alimentares:
Inspecção higio-sanitária nos abates para autoconsumo.
Inspecção e controlo higio-sanitária no Mercado Municipal.
Emissão de pareceres sobre a realização de concursos e exposições com animais de companhia.
Vistoria a circos onde sejam utilizados animais.
Reclamações/notificações/participações que envolvam animais.
Recepção de animais:
Vacinação Anti-Rábica e Identificação electrónica.
Vistoria a veículos:
ContactosVeterinária Municipal: Drª Maria De Lourdes Prata http://www.cm-santacombadao.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=63&Itemid=63&lang=en |
TER UM ANIMAL DOMÉSTICO IMPLICA RESPONSABILIDADES, VACINAÇÃO ANTI-RÁBICA E LICENCIAMENTO
A LEI E O SEU CÃO
Algumas das obrigações inerentes à posse de um cão, estão codificadas na lei:
A SAÚDE DO SEU CÃO
VACINAÇÃO E DESPARASITAÇÃO
REGRAS BÁSICAS
Se tiver alguma dúvida ou problema, contacte o Médico Veterinário Municipal
Serviços Veterinários Municipais
Mercado Municipal
Telefones: 963057504 ou 279468120
TER UM ANIMAL DOMÉSTICO IMPLICA RESPONSABILIDADES, VACINAÇÃO ANTI-RÁBICA E LICENCIAMENTO
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O Canil Municipal da Ribeira Grande foi criado pela Câmara Municipal com o intuito de retirar animais abandonados da rua, salvaguardando a saúde pública, promover o bem-estar destes animais e evitar mais abandonos.
Desde que o Canil Municipal abriu verificou-se uma crescente procura da população para entrega de animais velhos e doentes, para ser proporcionado um fim de vida digno aos animais, evitando-se assim abandonos e potenciais perigos para a saúde pública. Deste modo, o número de abandonos de animais tem vindo a diminuir, graças ao Canil Municipal.
Adopte um amigo Outro dos grandes objectivos do Canil Municipal é a adopção dos animais lá existentes, por parte da população, dando um novo lar e nova família a estes animais vítimas de abandono. Para se adoptar animais do Canil, contacte o Departamento Veterinário Municipal, a fim de efectuar o seu pedido. Após efectuar o seu pedido terá que escolher o animal que quer adoptar e assinar um termo de responsabilidade para guarda do animal. Além disto, se animal tiver mais de 3 semanas, terá de ser identificado com chip e levar a vacina da raiva, no caso dos cães, antes de ser entregue aos novos donos. Para se entregar animais no Canil ou pedir a recolha de animais abandonados, que estejam pelas ruas, basta ligar ao Departamento Veterinário Municipal e efectuar o seu pedido.
Visitas ao Canil Para visitar o Canil Municipal basta entrar em contacto com o Veterinário Municipal da Câmara para marcar dia e hora da visita. As visitas são guiadas pelo Veterinário Municipal, ou na sua ausência pelo funcionário do canil. |
Cá vai mais um cartaz de divulgação da campanha de adopção do próximo fim
de semana.
No passado mês de Junho fizémos uma campanha de adopção no Município do
Entroncamento e outra no Município de Alcanena com bons resultados.

Participação da ANVETEM na segunda parte do debate. Ouça on-line neste endereço:
http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1608784
No Fórum de hoje debatemos o abandono de animais. Em apenas três anos as
câmaras de todo o país recolheram mais de 37 mil cães e gatos. Os números
são da Direcção-geral de Veterinária que acrescenta que nesse período o
número de abandonos aumentou em 10 mil. As férias, as alergias, o mau
despenho na caça e as dificuldades económicas tudo serve para justificar
esta decisão. No Fórum queremos reflectir sobre este problema e tentar
perceber o que pode ser feito para evitar estas situações.
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1608784&tag=F%F3rum%20TSF
Animais para adopção devem ser esterilizados
Recomendação visa conter aumento de animais abandonados no Porto. Todos os animais do Canil Municipal do Porto que forem entregues para adopção devem ser gratuitamente esterilizados, se essa for a vontade das famílias que os acolherem. Esse é o teor de uma recomendação do Bloco de Esquerda aprovada, anteontem, na Assembleia Municipal do Porto. “Em vez de eutanasiar mensalmente dezenas de cães e gatos (só em Abril e Maio foram 96 cães e 92 gatos) importa antes travar este aumento exponencial de animais abandonados, prevenindo a sua capacidade reprodutiva”, argumentou Alda Macedo. A deputada municipal do BE está convencida, por outro lado, que a prática da esterilização “conduz, a prazo, a uma redução dos custos” e permitirá “monitorizar o número de animais errantes na cidade”. “Não há diferença significativa entre o custo associado à injecção letal dada aos animais para abate e o custo de uma campanha de esterilização”, argumentou Alda Macedo. Questionada pelo líder da bancada do PSD,Paulo Rios, sobre o custo concreto do processo, Alda Macedo serviu-se de “fontes informais” para revelar que “o custo associado à esterilização de um animal é de 20 euros” enquanto o abate fica por 60 euros. “Se numa cidade pequena como Castelo Branco já não há abates e conseguiu-se. Se em Barcelona, que é uma cidade grande, já não há abates e conseguiu-se, o município do Porto também poderá acabar com essa realidade”, considerou a deputada municipal da CDU, Marta Pereira.
Através das acções levadas a cabo pelos Veterinários Sem Fronteira (VSF) em campanhas de esterilização em Cabo Verde, estes dois Municípios portugueses irão colaborar enviando panfletos e outros materiais de sensibilização da população relativamente aos animais e à Saúde Publica.
Número de animais aumentou em 10 mil neste período. Falta de
fiscalização e incumprimento da lei, que obriga à identificação com
‘microchip’, explicam tendência
Alergias, férias, o nascimento de um filho, problemas de
comportamento, mau desempenho na caça e dificuldades económicas são os
vários motivos que levam os donos a abandonar os animais de companhia.
Segundo a Direcção–Geral de Veterinária (DGV), entre 2006 e 2009 o
número de cães e gatos recolhidos pelos municípios aumentou em dez mil.
Nesses três anos foram resgatados à rua 37 365 animais. Fora deste
número estão todas as recolhas feitas pelas várias associações de
Protecção Animal e particulares (ver casos). Uma das explicações para
a subida dos abandonos é a falta de fiscalização das autoridades.
“Antes as pessoas eram abordadas na rua, hoje ninguém é confrontado
pela polícia para apresentar o registo dos animais”, diz Ana Elisa
Silva, presidente da Associação Nacional de Veterinários Municipais.
Um problema justificado pela presidente da Associação de Médicos
Veterinários Inspectores Sanitários, com “a falta de recur- sos
humanos” e com o incumprimento da lei que exige a identificação dos
animais com microchip.
Desde Julho de 2008, todos os animais que nascem têm de ter esta
identificação electrónica, mas a legislação não é cumprida, dizem os
veterinários, o que dificulta a identificação dos animais abandonados
e dos donos. “Na minha opinião, nem 30% dos cães têm microchip. Se se
cumprisse a lei, o dono de um cão abandonado era identificado e seria
autuado”, explica Sofia Almendra. “A falta de identificação animal dá
liberdade ao dono para abandonar”, acrescenta o veterinário João
Alvoeiro,
Em Portugal, o abandono de animais não é considerado crime, mas sim
“uma infracção” sujeita a contra-ordenação. As coimas variam de um
mínimo de 500 euros e um máximo de 3740 euros.
Segundo a DGV, desde 2009 “foram instaurados 78 processos de
contra-ordenação por abandono de animais”. A “gravidade da infracção,
culpa, situação económica do arguido, bem como as vantagens que
retirou com a prática da infracção”, são critérios usados para
determinar o valor da multa.
Para os veterinários, o combate ao abandono passa pelo aumento da
fiscalização, da educação dos donos e uma melhor articulação entre
instituições e Governo. “Temos uma equipa empenhada em criar
mecanismos para minimizar este problema, com a motivação do poder
central e local e motivação da adopção e educação nas escolas”, disse
ao DN Laurentina Pedroso, bastonária da Ordem dos Veterinários.
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1604727

Foi hoje realizada a primeira acção de divulgação do projecto ” Blue Dog”, num Jardim de Infância público, pelo colega de Vinhais.
