Foto:José Carlos Pratas/Global Imagens/Arquivo
O fadista Nuno da Câmara Pereira e o estilista João Rolo são algumas das figuras públicas que este mês adotaram animais do Canil Intermunicipal de Entre Douro e Vouga, numa iniciativa da Câmara de Oliveira de Azeméis.
Inaugurada em 2008, a estrutura tem sede nesse concelho, mas serve também os de Vale de Cambra, S. João da Madeira, Santa Maria da Feira e Arouca e, em 2011, recolheu quase 1.400 animais provenientes desses cinco municípios e ainda de outras localidades, já que, segundo a direção do canil, esse é “o único centro de recolha oficial existente na região Norte”.
A adoção de animais estava disponível apenas às quartas-feiras, mas o serviço passa agora a funcionar ao sábado de manhã e, para assinalar a mudança, a autarquia convidou várias figuras públicas a adotarem um cão, como fizeram também outras personalidades, como a apresentadora Ana Paula Reis ou o escultor Paulo Neves.
Hermínio Loureiro, presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis, realça que essas últimas adoções fizeram subir para 470 o número de animais apadrinhados no universo dos 1.400 capturados no ano passado.
“Isso é um bom sinal e deve-se às campanhas realizadas e à qualidade do serviço prestado. É um trabalho que se insere na política de promoção e valorização do canil intermunicipal e, simultaneamente, na preocupação de sensibilizar as pessoas para adotarem um animal”, afirma o autarca.
A mudança no horário de visita do público enquadra-se nessa estratégia e Hermínio Loureiro acredita que, ao abrir as portas do canil aos sábados, entre as 10.30 horas e as 13 horas, “vai seguramente aumentar o número da adoção de canídeos”, comprovando-se assim que a estrutura em causa “é um excelente exemplo de como os municípios podem conseguir melhores resultados trabalhando em conjunto do que de forma isolada”.
Gerido pela Associação de Municípios das Terras de Santa Maria, o Canil Intermunicipal do Entre Douro e Vouga ocupa uma área de 3.000 metros quadrados e pode albergar 100 animais em simultâneo. Para além da recolha e adoção de animais, promove também o controlo de cães vadios e campanhas de vacinação antirrábica.
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Colegas
Para conhecimento envio em anexo informação relativa ao colóquio que irá ter lugar na Faculdade de Medicina Veterinária na próxima terça-feira, dia 13 de Março sobre a emergência do vírus Schmallenberg em ruminantes.
Com os melhores cumprimentos,
Carlos Branco Apolinário
Director de Serviços
Três primos, com oito e nove anos, foram atacados, inesperadamente, cerca das 18.30 horas de terça-feira, com gravidade, por um cão de raça Pitbull, na localidade do Repolão, Oliveira do Bairro.
| foto PEDRO FONTES DA COSTA/JN |
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| Crianças foram transportadas ao hospital |
Duas crianças (Leonardo Simões e Gonçalo Santos) sofreram ferimentos graves, em ambas as pernas, enquanto a terceira vítima (Tatiana Correia) sofreu apenas ferimentos ligeiros.
Segundo Maria da Conceição, avó de uma das crianças, o cão encontrava-se fechado numa divisão, e quando estas entraram, após terem regressado da escola, foram atacadas.

Obrigado Kiki Vital Melo, a Mituxa Jardim, a Ana Paula Reis, Engª Andria (Cam.Municip Olivª Azemeis) e o Nuno da Câmara Pereira…..
Uns queridos que vieram apadrinhar os nossos canitos…..
Vera Belo Marques
MVM Feira
Colegas
Na próxima 2ª F, dia 12 de Março, pelas 14 horas, será realizado um colóquio subordinado ao tema “ Zoonoses e Outras Patologias Emergentes Emergência do Vírus Schmallenberg em Ruminantes”, para o qual gostaríamos de poder contar com a vossa presença.
Para o efeito anexo o programa do colóquio em apreço, que terá lugar em Vila Real, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), destacando neste a participação de Marieke Augustijn-Schretlen, DVM (Serviços Veterinários da Holanda).
Com os melhores cumprimentos
Teresa Monteiro
Médica Veterinária (Chefe de Divisão)
Div. de Interv. Vet. do Porto
Colegas
Serve o presente email para vos informar do resultado das análises efectuadas na sequência de um surto de mortalidade de peixes no Rio Rabaçal.
Esta mortalidade está atingir para já só os Ciprinídeos (barbos, escalos e bogas).
A Doença é a *Ictioftiriose (* *Ichthyophthirius multifiliis*), também conhecida como doença dos pontos brancos.
As análises foram realizadas no IPIMAR, pela colega Paula Ramos, que muitos de nós conhecemos bem, pois esteve a trabalhar na DRATM na década de 90.
Segue no anexo o Relatório e um artigo da Paula sobre colheita de material.
Cumprimentos,
Duarte Lopes
Médico Veterinário Municipal de Vinhais
————–
IPIMAR
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UNIDADE DE AQUACULTURA
LABORATÓRIO DE PATOLOGIA DE ANIMAIS AQUÁTICOS
BOLETIM DE ANÁLISE – PAT / PEIXES / 39/2012
Amostra recebida:
Cinco barbos (Barbus barbus) refrigerados, com pesos e comprimentos médios de 243,72 ±
143,37 g e 29,44 ± 6,57 cm, respectivamente.
Quatro garrafas com cerca de 1,5 l de água da Albufeira.
Proveniência:
Albufeira do Rio Rabaçal. Rebordelo. Concelho de Vinhais
Data do processamento:
2 de Março de 2012
Exames realizados:
Exames anátomo-patológico, parasitológico e da comunidade fitoplanctónica
RESULTADOS / DIAGNÓSTICO
Na amostra de barbos recebida foi identificada a presença de quistos brancos com
cerca de 0,5 mm, com maior intensidade nas barbatanas peitorais. A observação de esfregaços
a fresco da pele, barbatanas e brânquias, permitiu registar a presença do protozoário ciliado,
holótrico, Ichthyophthirius multifiliis, responsável pela “Doença dos Pontos Brancos”, também
conhecida por “Ictioftiriose” ou “Ich” (Fig. 1). Dos cinco exemplares de barbos analisados, o
exemplar de menores dimensões, com 20,6 cm e 74,94 g apresentava forte infecção
parasitária. As brânquias encontravam-se congestionadas e com hipersecreção de muco (Fig.
2). Nos órgãos internos não foram observadas alterações macroscópicas aparentes. IPIMAR
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A análise microscópica da amostra de água revelou a existência de uma comunidade
fitoplanctónica típica do período de Inverno, constituída essencialmente por Diatomáceas. Não
foi detectada a presença de microalgas tóxicas.
Ichthyophthirius multifiliis é um parasita obrigatório, com ampla distribuição
geográfica, podendo virtualmente parasitar qualquer espécie de peixes de água doce, dado não
possuir especificidade de hospedeiro. Todos os grupos etários são susceptíveis a esta
parasitose. No caso presente de acordo com a informação obtida, foi registada mortalidade de
centenas de peixes de várias espécies, como barbos, escalos e bogas. A mortalidade depende
do tamanho do peixe e da intensidade parasitária. Apesar de ser normalmente considerado um
ectoparasita, na realidade localiza-se sob o tecido epitelial da pele e brânquias, pelo que o seu
controlo é mais eficaz quando as formas parasitárias (trofontes) abandonam o hospedeiro para
se reproduzir (tomonte). O parasita abandona o hospedeiro (peixe) quando atinge o seu estado
máximo de desenvolvimento ou quando o hospedeiro morre ou está moribundo. Um trofonte
pode originar, por divisão binária, mais de 1000 terontes (formas infestantes), dependendo das
dimensões do protozoário que o origina. Os terontes são apenas viáveis durante cerca de 3
dias, morrendo se não encontrarem um hospedeiro. As vias de transmissão do parasita são o
peixe infectado, a água e o habitat, incluindo a vegetação. A temperatura é um factor que
influencia fortemente o ciclo biológico do parasita. Os surtos ocorrem normalmente a
temperaturas de 15 a 25 ºC. Os parasitas completam o seu ciclo em 3 a 6 dias, a 25 ºC; em 10
dias a 15 ºC e 1 mês ou mais a 10 ºC. Por esta razão, populações aparentemente não
infectadas, podem desenvolver rapidamente infecções massivas como consequência do
aumento da temperatura da água. IPIMAR
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Ichthyophthirius multifiliis é provavelmente o protozoário que causa mais danos nos
peixes, não só pela sua enorme capacidade reprodutora, mas também pelas lesões causadas em
infecções intensas. A erosão epitelial e ulceração causadas pela entrada/saída no hospedeiro, a
sua alimentação no epitélio e muco, as infecções bacterianas secundárias e sobretudo a sua
localização nas brânquias, causam a morte dos peixes. Nos estádios iniciais da infecção é
possível observar peixes com alterações do comportamento respiratório e natatório.
Os peixes que sobrevivem a surtos de Ichthyophthirius multifiliis tornam-se resistentes
à reinfecção e a duração da imunidade dependerá sobretudo da severidade da infecção inicial.
Esta parasitose é de difícil tratamento quimioterapêutico, em virtude do parasita estar
protegido pelo epitélio do hospedeiro, durante grande parte do seu ciclo biológico, pelo que a
sua eficácia é sobretudo, nas formas livres. O aumento do fluxo de água pode ajudar a reduzir
e mesmo a eliminar as formas infectantes. No caso vertente, como medida de controlo é
importante a remoção célere do peixe morto.
Este parasita não causa doença no Homem.
Figura 1. Barbo. Esfregaço a fresco de biopsia das brânquias. Trofonte de Ichthyophthirius
multifiliis. IPIMAR
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Figura 2. Barbo. Brânquias. Trofontes de Ichthyophthirius multifiliis nas lamelas primárias.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
Carvalho-Varela, M. 2005. Parasitas e Parasitoses em Piscicultura. Editor: Ordem dos
Médicos Veterinários.
Eiras, J.C. 1994. Elementos de Ictioparasitologia. Editor: Fundação Eng. António de
Almeida. 339 pp.
Lom, J. e Dyková, I. 1992. Protozoan Parasites of Fishes. Editor: Elsevier Sciences
Publishers B.V.315 pp.
_ Noga, E.J. 1996. Fish Diseases: diagnosis and treatment. Editor: Mosby-Year Book, Inc.
367pp.
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Os resultados obtidos referem-se exclusivamente às amostras recebidas.
Este relatório só pode ser reproduzido na íntegra, excepto quando haja autorização por escrito do IPIMAR.
A amostragem foi da responsabilidade do cliente.
Lisboa, 5 de Março de 2012
Paula Ramos
Investigadora Auxiliar
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O Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território concedeu, no início deste mês, a licença de funcionamento ao Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia do Município de Lagos.
O Canil/Gatil Municipal de Lagos encontra-se, desde o início deste mês, licenciado como Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia do Município de Lagos. Recorde-se que até ao momento o canil funcionava apenas como centro de recolha e alojamento provisório para cães e gatos.
Este equipamento tem, atualmente, capacidade para albergar 42 cães e 7 gatos. Com a renovação e ampliação do espaço efetuadas em 2008, e com o impulso dado pelas associações locais para a proteção dos animais, estão reunidas as condições para uma adoção efetiva em maior escala, e mais informada e consciente, com animais mais socializados.
Recorde-se que, em junho de 2010, foi lançada a campanha “Ganhe um Novo Amigo – AMICÃO”, da responsabilidade da Câmara Municipal de Lagos – Serviço de Veterinário Municipal, com o objetivo de aumentar o número de adoções de cães alojados no Canil Municipal, evitando a sobrelotação das instalações. Desde essa altura, e até agora, já foram adotados 131 cães do Canil Municipal .
3 de Março de 2012 | 08:38
barlavento
Os Colegas dos municípios de Arouca, Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira, Santa Maria da Feira e Vale de Cambra, convidam todos os Colegas, Amigos e população em geral para uma pequena festa a decorrer no dia 3 de Março de 2012 das 10:30 e as 13:00
Vamos inaugurar em grande o novo dia de adoções com ilustres convidados, caras conhecidas de todos nós da TV e serão apadrinhadas por figuras públicas, como a modelo Carla Matadinho e Carlos Mozer (ex-jogador do Benfica).Convidamo-vos a participar também nesta iniciativa, para ajudar os nossos amiguinhos de quatro patas.
Apareçam e divulguem porque os nossos Amiguinhos precisam de toda a divulgação e Solidariedade…:)
“A adopção de animais domésticos existentes no canil intermunicipal do Entre Douro e Vouga deve ser fomentada, particularmente junto dos mais novos, defendeu o vereador Isidro Figueiredo, da Câmara de Oliveira de Azeméis.
A autarquia, em conjunto com a Associação de Municípios de Terras de Santa Maria (AMTSM), promove este sábado uma acção de divulgação do canil e uma campanha de adopção de cães, apadrinhada por figuras públicas, como a modelo Carla Matadinho e Carlos Mozer (ex-jogador do Benfica).
«A sensibilização para a adopção é uma tarefa de todos e deve ser fomentada, particularmente junto dos mais novos», disse à EDV Informação Isidro Figueiredo.
«Entendemos, por isso, que estas iniciativas têm muito impacto e servem igualmente para dar a conhecer as instalações do canil intermunicipal que serve cinco municípios não só no âmbito do acolhimento de cães vadios e errantes, sublinhou o autarca, responsável pelo pelouro do Ambiente na autarquia.
A acção – que marca a abertura do equipamento ao sábado com período de adopção – decorre entre as 10:30 e as 13:00.
O equipamento – localizado no antigo aterro sanitário da serra do Pereiro (freguesia de Ossela), em Oliveira de Azeméis – estende-se por uma área de 3.000 metros quadrados, com condições para albergar simultaneamente 100 animais.
O canil, um projecto da responsabilidade da AMTSM, recebeu até final do passado ano 5.086 animais, 1.414 dos quais foram adoptados.
O canil encontra-se ao serviço dos municípios de Arouca, Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira, Santa Maria da Feira e Vale de Cambra, mas tem recebido animais de outros concelhos, por ser o único centro de recolha oficial na região Norte.
A AMTSM tem desenvolvido também desde a sua inauguração em 27 de Março de 2008 um conjunto de acções, para além da captura dos animais.
Promoção de visitas, campanhas de controlo de cães vadios e de vacinação anti-rábica, são outras das iniciativas desenvolvidas no âmbito deste projecto.”
http://www.vozdocaima.com/noticias/detalhes.php?cod=8279
http://www.facebook.com/pages/Canil-Intermunicipal-da-Associa%C3%A7%C3%A3o-de-Munic%C3%ADpios-das-Terras-de-Santa-Maria/108723565833100
| Desde 2008, no qual apenas 13 pessoas levaram “amigos” de quatro patas para casa, que o número de adoções no Canil Municipal tem vindo a crescer.
Em 2011 foram adotados 119 cães, o que representa um aumento de 40% face a 2010, ano em que foram adotados 70 animais. A registar esta tendência, o Canil Municipal tem vindo assim a cumprir os pressupostos que levaram a autarquia a criar este serviço. Só em 2011 foram recolhidos das ruas 172 cães, e entregues voluntariamente ao cuidado do canil 12 animais devido a situações de dificuldade económica, doença dos donos ou insalubridade. No ano passado, foram ainda vacinados quase dois mil animais e colocadas mais de 400 identificações electrónicas. Quem estiver interessado em adotar um animal de estimação, basta telefonar ou dirigir-se ao canil para que todo o processo seja desencadeado. Os animais adotados recebem gratuitamente a vacina antirrábica e o micro-ship de identificação. Canil Municipal |